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11 de jan de 2019

Gibis Disney recomeçarão do zero

Atualização: "O que mais foi divulgado": quadrinhos digitais

A Culturama divulgou um anúncio à imprensa da retomada dos quadrinhos Disney no Brasil.

Os cinco títulos mensais, PATO DONALD, MICKEY, TIO PATINHAS, PATETA e AVENTURAS DISNEY serão iniciados pelo número zero, em março.

Leia abaixo a íntegra.

PRESS RELEASE:

Quadrinhos mensais da Disney voltam ao mercado brasileiro em março

A Editora Culturama é a nova responsável pela publicação das histórias em quadrinhos mensais da Disney no Brasil. A empresa vai publicar, em um primeiro momento, cinco revistas, todas com aventuras inéditas. Entre os personagens principais estão Mickey, Minnie, Donald, Tio Patinhas, Pateta, Margarida, Peninha, entre outros.

As primeiras revistas começam a ser comercializadas em março e iniciarão do número 0. “Pensamos em zerar as edições, pois queremos marcar esse novo momento pelo qual as HQ’s estão passando. Sabemos que esse produto tem uma tradição e não vamos acabar com isso. Convidamos o Paulo Maffia, ex-editor da Abril, para fazer parte da equipe, pois ele tem conhecimento e experiência. Nossa ideia é manter os pontos positivos das revistas que eram produzidas e acertar os pontos negativos”, afirma Fabio Hoffmann, diretor da Culturama.

No futuro, a editora pretende ter uma produção própria de histórias em quadrinhos Disney. “Hoje, a maioria das histórias vem da Itália e da Dinamarca, por isso, estamos analisando a possibilidade de criar roteiros aqui no Brasil, principalmente do Zé Carioca, que é um personagem muito querido pelo público” acrescenta Hoffmann.

Sobre as edições colecionáveis em capa dura, que eram produzidas anteriormente, Hoffmann esclarece que esse tipo de produto não está contemplado no contrato firmado com a Disney. “Temos algumas ideias além das revistas mensais, mas tudo precisa ser aprovado previamente”.

Distribuição

A ideia da Culturama é distribuir as revistas em bancas, papelarias, lojas de preço único, bazares, supermercados e outros. “O modelo de negócio da Culturama é arrojado e nossa parceria com a Disney deu certo por isso. Sempre focamos nesses mercados porque eles são o futuro das publicações no Brasil”, explica Hoffmann.

A empresa acredita que os quadrinhos devem ser acessíveis para todos. “Vamos atender as bancas, mas as revistas estarão disponíveis em outros pontos de venda. Acreditamos que os fãs e apaixonados por quadrinhos gostariam que o produto estivesse presente em toda a parte para atrair novos leitores. O modelo antigo de distribuição enfrentava dificuldades e tivemos que encontrar uma alternativa”, afirma Hoffmann.

A Culturama

A Culturama é uma editora de livros que atua em diferentes mercados, como papelarias, bazares, livrarias, atacados, supermercados, lojas de preço único e grandes redes de varejo.

A grande missão da empresa é permitir que qualquer pessoa tenha condições de adquirir um livro. Há 15 anos no mercado, a Culturama já editou centenas de publicações entre títulos próprios e licenciados. Nesse tempo, a editora teve um crescimento gradual e planejado.

O primeiro contrato com a Disney foi firmado no final de 2015 e os resultados foram surpreendentes. Desde lá, a Culturama conseguiu as licenças de Marvel, Star Wars e agora as histórias em quadrinhos.

Há mais de 5 anos, a equipe da empresa visita feiras internacionais de livros para adquirir conhecimento e, em 2018 participou como expositora da Feira do Livro Infantil de Bolonha (Itália) e da Feira do Livro de Frankfurt (Alemanha), o maior evento do segmento.

Também em 2018, a empresa começou a exportar seus produtos para outros países. A empresa possui 40 funcionários e, no ano que passou, vendeu mais de 12 milhões de livros.





O QUE MAIS FOI DIVULGADO:

A CULTURAMA JÁ PUBLICAVA QUADRINHOS?
Não. A Culturama foi fundada em 2003 e está sediada na cidade gaúcha de Caxias do Sul. Produz publicações de atividades com personagens Disney, Marvel, Lucasfilm (Star Wars) e de Mauricio de Sousa. Redistribuía para canais alternativos, de forma bem sucedida, os gibis Disney produzidos pela Abril.

HÁ NOMES CONHECIDOS DOS LEITORES DISNEY NESTE PROJETO?
Paulo Maffia, que trabalhou por anos na Redação Disney da Abril até seu fechamento em junho passado, encabeça a equipe. Maffia convidou Thiago Gardinali e, do Planeta Gibi, Rivaldo Ribeiro e Edenilson Rodrigues para atuarem nas traduções, como já ocorria nas edições recentes das publicações Disney. O Planeta Gibi pode voltar a produzir artigos (a exemplo do que fez em títulos como HUGUINHO, ZEZINHO E LUISINHO 80 ANOS, TIO PATINHAS 70 ANOS, PENINHA ESPECIAL, PATETA FAZ HISTÓRIA, O MELHOR DA DISNEY — BRASIL etc.).

QUANDO OS GIBIS COMEÇAM A CIRCULAR?
Em março de 2019 e serão mensais.

QUAIS SERÃO OS TÍTULOS?
PATO DONALDMICKEYTIO PATINHASPATETA e AVENTURAS DISNEY.

EM QUE FORMATO SERÃO PUBLICADOS?
Formatinho. Outros detalhes, como quantidade de páginas, não foram divulgados.

A NUMERAÇÃO SERÁ REINICIADA?
Sim, do zero.

QUAL SERÁ O CONTEÚDO DESSES GIBIS?
Apenas histórias inéditas. As edições de estreia, por exemplo, trazem produções dinamarquesas, holandesas e italianas.

ONDE OS GIBIS SERÃO DISTRIBUÍDOS?
Nos mesmos canais onde a Culturama já distribui seus produtos, mais bancas. Pesou na decisão de escolha da Disney o fato de a Culturama ter experiência em comercializar suas publicações em pontos de venda como supermercados, lojas de brinquedos e comércios variados, tendo vendido mais de 12 milhões de livros em 2017, distanciando-se da crise editorial refletida pelas distribuidoras em bancas.

HAVERÁ ASSINATURAS?
Sim.

AS PUBLICAÇÕES SE RESTRINGIRÃO AOS 5 TÍTULOS MENSAIS?
Não. Além de revistas de atividades (Disney, Marvel e Lucasfilm, de que a Culturama já detinha os direitos de publicação desde 2015), haverá edições comemorativas e edições de Natal, além de formatos diferenciados, como um gibi periódico em formato americano e com muitas páginas. Franquias como Princesas e quadrinizações de animações também estão inseridas no projeto, como o diretor Fabio Hoffmann divulgou por meio de nota.

HAVERÁ HQ INÉDITA BRASILEIRA?
Maffia disse ao portal GaúchaZH, do Grupo RBS, que há planos para que "a própria Culturama comece a produzir histórias em quadrinhos Disney, por meio do trabalho de freelancers". Modelo, aliás, utilizado pela Abril na retomada da produção nacional ocorrida a partir de 2012. Antes disso, a Abril teve um estúdio próprio de onde saíram milhares de HQs, não só Disney.

HAVERÁ CONTINUIDADE DAS COLEÇÕES DE LUXO DA ABRIL?
Sobre as coleções então publicadas pela Abril de Carl Barks e Don Rosa e OS ANOS DE OURO DE MICKEY, a editora da Culturama Naihobi Steinmetz Rodrigues disse ao portal R7 que "a princípio esse tipo de publicação não está contemplado no nosso contrato".

COMO SERÁ A COMUNICAÇÃO COM O PÚBLICO?
A Culturama vem divulgando os detalhes dessa retomada por meio de notas, entrevistas em jornais, rádios, portais e blogs. A editora anunciou que no início de 2019 pretende fazer em São Paulo um evento de divulgação para imprensa, leitores e blogs e também adiantou que manterá um canal informativo com produção audiovisual profissional.

HAVERÁ QUADRINHOS DIGITAIS?
Paulo Maffia disse no grupo DISNEY NA CULTURAMA que sim, "possivelmente na Social Comics e na Amazon".

COLABORAÇÃO DO PLANETA GIBI:

Por indicação da Disney e convite do editor Paulo Maffia, o Planeta Gibi colabora com as publicações disneyanas da Culturama traduzindo, escrevendo artigos e prestando assessoria com base em nosso acervo e banco de dados.

NOSSO GRUPO NO FACEBOOK:

Clique aqui para entrar em nosso grupo DISNEY NA CULTURAMA.


O editor Paulo Maffia postou em nosso grupo Disney na Culturama a saudação de Casty: "Aguenta coração; Casty, um dos maiores Mestre Disney da atualidade, dando as boas vindas a Editora Culturama. Zerei a vida!" 



O editor Paulo Maffia revelou em nosso grupo Disney na Culturama: "A Editora Culturama vai trazer para o Brasil o Manual do Escoteiro Mirim baseado na nova série de Ducktales! Em 2019! Aguardem!"



Na Culturama, o editor de arte Vinicius faz o letreiramento da HQ que abre a edição de estreia de MICKEYAventura sob Medida, de Francesco Artibani e Lorenzo Pastrovicchio



Compartilhado por Maffia: Agora é a vez do casal Teresa Radice e Stefano Turconi, criadores de Pateta Repórter, desejarem boa sorte a Editora Culturama



Divulgado pela editora: A Culturama vai distribuir as suas revistas mensais Disney em bancas, papelarias, lojas de preço único, bazares, supermercados e outros. Para isso, estamos produzindo lindos expositores! Gostou? Se você tem uma loja e quer ter os produtos da Culturama, entre em contato com a gente: 0800.006.8520 / vendas@culturama.com.br




★ Fontes: divulgação, Banco de Dados Planeta Gibi.
★ Sinopses (em azul), detalhes editoriais, extensão prevista de um título: são dados fornecidos pelas editoras e de sua intrínseca responsabilidade.
 Titulação, serialização, numeração sequencial exibidos entre colchetes: são dados atribuídos pelo Planeta Gibi somente para fins de colecionismo.
 Dúvidas e sugestões: escreva para o editor do Planeta Gibi Blog.
 Publicado originalmente em 11/jan/2019.
★ Atualizado pela última vez em 15/jan/2019.





55 comentários:

  1. Suspeitei desde o princípio!(Editora NOVA..NOVOS números)! xD

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  2. Ótimo, assim valerá a pena começar uma nova coleção, desde o início, sem CENTENAS de edições faltantes, grande parte "imcompráveis".

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  3. Prefiro nem comentar. O jeito é focar no que é bom e deixar a parte da crítica pra lá.

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  4. Nota 10. Muito bom. Editora nova. Tudo novo. Do zero. Isso aí. Parabéns Culturama. Nao vejo a hora de ver as capas dos primeiros números. O

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  5. Nota 10. Muito bom. Editora nova. Tudo novo. Do zero. Isso aí. Parabéns Culturama. Nao vejo a hora de ver as capas dos primeiros números. O

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  6. Um novo começo geralmente é a partir de um ponto zero, em vez de algo já existente. Mais do que acertada essa decisão. Estou ansioso pra conferir os novos títulos!

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  7. Eu gosto da ideia de zerar e fazer menção as edições especiais para não se perder a historia da numeração.
    Estou curioso e interessado nesta fase Disney/Culturama. Aguardando o numero ZERO.

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  8. É um começo......melhor que nada.....aguardar o tempo pra ver como fica.

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  9. Ansioso para saber qual papel será usado nas revistas... Seria ótimo ser usado um papel da qualidade do que é usado no Topolino!!! Sonhar não custa....rsrs

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  10. Torço para que de tudo certo, e que no futuro pegue o contrato da DC para quebrar o "monopólio" da Panini.

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  11. Acho legal reiniciar a numeração, mas quando atingissem números comemorativos (1000, 2000, enfim), acharia legal se eles fizessem edições comemorativas, como tem nos gibis da turma da mônica...

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    1. Para que cada geração tenha seu número 01, ou Zero.

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  12. Desculpe se isso já foi respondido, mas alguém sabe se as produções nacionais feitas na Abril ao longo do anos serão republicadas?

    Ou pertencem só a Abril?

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    1. Pertencem à Disney. Estarem disponíveis para publicação já é outra história...

      Abs.

      Edenilson

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    2. E qual é essa outra história?

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    3. A HQ tem que estar digitalizada em posse da editora que vá publicá-la.

      Abs.

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  13. Eu, particularmente, achei uma ideia boa. E fico feliz em ver os gibis da Disney continuarem circulando no Brasil. Quem dera se a Culturama também publicasse Bolinha e Luluzinha. Meus personagens adorados não circulam desde 2015.

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    1. Sugestão enviada para a editora (se bem que ficamos sabendo que até o diretor-chefe-blaster-master da Culturama lê os comentários aqui!)

      Abs.

      Edenilson

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    2. Tambem adoraria! Acho que se for pesquisar devem ter muitos que adoram esses quadrinhos! E quero crer que o licenciamento de personagens como esses (Luluzinha e Bolinha), nos dias de hoje não devam ser caros! Mas vamos com calma, vamos aguardar pacientemente as Disney, depois o futuro nos espera! Abraços a todos.

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    3. Se o diretor passar por aqui, que possa ler esse apelo... utilize as duas numerações. Deixe a tradicional em menor destaque, mas que fique legível. Manterá a estratégia de marketing para novos leitores, mas respeitará os antigos. Que, queira ou não, são a maioria de consumidores de quadrinhos Disney. Não olhar para eles se configura em um erro.

      O"

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  14. Já que o Edenilson disse que o chefe da Culturama ta de olho, então aproveito para sugerir que o número ZERO merece um pôster ou algo comemorativo colecionavel.

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  15. Triste que por enquanto não há previsão para continuidade da coleção Carl Barks e Don Rosa. Sei que mercadologicamente seria arriscado DEMAIS soltar essas edições de luxo logo no início, sem nem constatar a aceitação do público com os gibis, mas... Ainda assim, fico ansiosa por notícia sobre a continuidade desta coleção.

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  16. Deveriam publicar o material clássico da Hanna-Barbera para as novas gerações.

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    1. Isso é com a Panini (contrato Warner Bros., que inclui DC Comics, Vertigo, Turner, HB, Cartoon, MAD...)

      Abs.

      Edenilson

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    2. Agora você foi fundo nos meus desejos! Amo clássicos Hanna-Barbera, pena que hoje só publicam de clássicos Scooby-Doo e Scooby-Doo Team Up nos EUA, mas sou assinante de ambos, alem do Looney Tunes! Adoraria ver no Brasil. O Edenilson ta cansado de saber disso!!! Abraços a todos!!

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    3. Grande sonho de consumo ver os classicos Hanna-Barbera de volta. Não apenas Scooby ou Zé Colméia, mas também Flintstones, Herculoides, Space Ghost, Manda-chuva, e todos os outros!!!
      Também sou grande fã de Bolinha, Luluzinha e do Zero!!!
      Aliás, Planeta Gibi, a Pixel não vai continuar os encadernados do Recruta?

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  17. Sera que vai entrar no GoRead, tambem? Pois quando era da Abril, eu conseguia ler por la.

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  18. foi falado do papel e da qualidade , acho que o padrao das italianas sao excelentes é um formatinho mas com um papel em que os quadrinhos ficam excelentes, papel luxuoso demais em formatinho não é necessario e encarece o produto , o que precisa é de boa encadernação e impressão isso é decisivo

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  19. A Culturama está certíssima em reiniciar a numeração das revistas Disney, pois é uma forma das crianças ficarem animadas e a partir daqui começarem a colecionar as hqs.A empresa estará formando futuros clientes-leitores,apaixonados pela Disney,como nós somos.Não pode e nem deve somente focar suas coleções em nós,trintões,quarentões e cinquentões que lemos e amamos há decadas a turma do Pato Donald.

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  20. O reinício das numerações era algo óbvio e o mais sensato a se fazer. Esperando informações sobre a assinatura.

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  21. Tenho lido nas entrevistas dos diretores da empresa que a distribuição da Culturama abrange locais alternativos, como farmácias e mercados, visando atingir um público maior. Procurei por este locais de venda no site da Culturama, mas na página específica eles não listam onde podemos encontrar os produtos; em vez disso, apenas pedem que seja enviado um e-mail para um endereço, solicitando a cidade em que desejamos saber dos locais de venda. Enviei o tal e-mail, mas até agora nada de resposta...
    Como sugestão, talvez fosse mais produtivo que estes pontos fossem previamente divulgados, já que o modelo deles, pelas informações publicadas pela empresa, não priorizam o consignado, como é o usual nas bancas atualmente.
    Estamos na espera. Sucesso à empreitada!!!

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  22. Bem... Desejo toda a sorte do mundo a Culturama, e espero que, se as coisas derem certo, eles não apenas dêem continudade às coleções de luxo da Abril, como publiquem o material Disney produzido nos EUA pela editora IDW, como "The complete Al Taliaferro's Donald Duck","Disney Christimas Classics"," Silly Symphonies" e "Walt Disney's Treasure of Classic Tales". Não sei quanto a vocês, mas HÁ ANOS eu sonho em ver este raro e qualitativo material ser publicado no Brasil.

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    1. Dyel, também desejaria que todo esse material mencionado por você fosse editado no Brasil; porém, pelo andar da carruagem, acho improvável que isso aconteça. Se quisermos tais edições, teremos que nos contentar com as originais, em inglês, com preços proibitivos.

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  23. Espero que em breve a CULTURAMA avalie a possibildade de continuar a publicar OS ANOS DE OURO DE MICKEY, talvez num formato mais simples, com capa cartonada, mas preservando a qualidade da impressão em OFFSET e papel fosco. Muitas histórias legais, como as aventuras de Esquálidus e outras histórias clássicas desenhadas pelo grande mestre Gottfredson. Creio que o custo para aquisição dos direitos deve ser mínimo, pois este material já foi publicado na Itália em 2010, Gli Anni D'Oro di Topolino, já está todo pronto, bastando fazer apenas a tradução para edição brasileira.

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  24. Showwwwwwwwwww COMEÇANDO DO ZERO ótima decisão!! Desejo sucesso à Culturama!!!

    Faço coro ao Dyel quanto às publicações da IDW. Infelizmente, até nos EUA as vendas andam baixas, e o Michael Barrier (pesquisador) comentou que a série "Walt Disney's Treasury of Classic Tales" corre o risco de não ser completada. Falta lançarem apenas o volume 4. A Fantagraphics parece mais estável na periodicidade dos volumes e no fato de conseguir terminar de lançar as coleções.

    Falando em Fantagraphics, também gostaria de ver o material dela publicado por aqui. Tem um especial comemorativo de 90 anos do Mickey, em capa dura, que é uma coletânea em cores das melhores aventuras das tiras diárias do Floyd Gottfredson. Uma edição caprichada e muito bonita. Além de que poderia servir como porta de entrada pra leitores mais novos. Minha irmã mais nova não identificou bem o Mickey do Paul Murry, com chapéu e gravata borboleta, e prefere o Mickey classicão dos anos 30, revitalizado na série animada com essa aparência. Parece que o Mickey original, o rato baixinho que veste calção com botões, é mais universal e envelheceu melhor, tanto que já nos anos 80/90 voltou a esse figurino nos quadrinhos e no merchandising.

    A IDW publicou uma "Artist Edition" da Saga do Tio Patinhas do Don Rosa, e a Fantagraphics vai publicar em 2 volumes uma edição com todos os capítulos extras em ordem cronológica, isto é, eles vão aparecer no meio dos 12 originais. Esta edição da Fantagraphics não me parece muito longe da antiga "Companion", então passaria, mas a "Artist Edition" é riquíssima em material extra, rascunhos originais e coisas assim. Excepcional.

    Ano passado, a Fantagraphics iniciou uma série "Disney Masters", literalmente MESTRES DISNEY. Essa série segue a mesma premissa e estrutura editorial da saudosa "Mestres Disney" (2005) da Abril! Vão publicar lá um monte de histórias clássicas de autores consagrados. Muitas dessas histórias são italianas e jamais haviam ganhado tradução antes para inglês. Isto me fez perceber que não somos tão carentes de publicações Disney assim, e na realidade, comparando com todo o mundo, somos uma das praças mais fortes de publicações Disney, ao lado da Itália, Países Baixos e os países escandinavos.

    Sem falar que os EUA nunca tiveram publicações caprichadas com histórias do "Studio", "código S", aquelas produzidas nos EUA para o mercado estrangeiro, que englobam vários clássicos de Al Hubbard, Tony Strobl, Paul Murry, e do Jaime Diaz Studio que produziu as caprichadíssimas histórias da série "Pateta faz História". Aliás, essa série não tem nome oficial em inglês. Por falta de publicação, não se sabe qual o título original e se havia título. Quase nenhuma delas foi publicada no idioma. Editoras licenciadas como a Abril conseguem os originais digitalizados não sei em qual idioma, se em italiano ou em inglês, mas o texto original em inglês permanece inédito. É inusitado.

    Se a Culturama um dia resolver publicar a série em capa dura "Disney Masters", as traduções seriam todas a partir do inglês, mesmo se forem histórias italianas, holandesas... Considerando que isso deve ter acontecido muito na época da Abril, seja traduzindo histórias americanas a partir do italiano ou histórias holandesas a partir do inglês, eu pagaria por um exemplar digital de quadrinhos que permitisse trocar de idioma como fazemos em DVD. Sou muito entusiasta de ler ou ouvir a obra no idioma original, seja ele qual for. Superpato nunca foi SuperDuck, e sim Paperinik. Quem sabe, em 2060, isso pode se tornar possível...

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  25. As novas gerações não leem muitos quadrinhos, salvo mangás. Como essas histórias de Hanna-Barbera eram (vamos dizer a verdade) bem fraquinhas na média, republicá-las não tenderia a ter muito sucesso. Nos Estados Unidos mesmo acho que nunca foram republicadas desde que a Western Publishing Company fechou.

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  26. Depois da Gold Key (Western), foram publicadas pela Charlton, Marvel, Harvey, Archie e finalmente prla DC. Isso nos EUA. Com jm custo baixo, certamente iriam vender um pouco e poderiam dar algum lucro sim. Abraços a todos.

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  27. Que beleza! Vai ficar bom e será melhor ainda rever os quadrinhos Disney nas bancas!

    Bem que a Culturama podia publicar o único manual Disney que ficou faltando: Jogos Olímpicos!

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  28. A grande maioria que aplaude o reinício da numeração sequer coleciona os títulos (veja bem, eu disse "a maioria", não "todos"). falo isso vendo a reação dos amigos que tenho: no começo esta iniciativa traz um ímpeto inicial pra começo de coleção, mas que não se estende a médio prazo. Do outro lado, os colecionadores de longa data não se manifestarão por - estes sim, amantes da família Pato - não quererem "queimar" o retorno dos quadrinhos Disney, mas depois olharão pra aquela numeração pequena e não enxergarão grande estímulo pro colecionismo do novo produto. Isso - este ciclo de renumeração - acontece há décadas com os quadrinhos de super-heróis, sem resultados práticos do ponto de vista financeiro, não à toa voltaram pros números corridos.

    Li um colega falando que "agora as crianças irão colecionar" hahaha acho que ele está estacionado na lógica de consumo de quadrinhos dos anos 90... Isso demonstra o grau de conhecimento de quem não acompanha quadrinhos há muitos anos. hj em dia crianças não consomem quadrinhos de forma a sustentar o mercado, amigo. Elas querem aquele celular que o amiguinho tem na escola ou os consoles ou os desenhos e programas oferecidos em fartura pela internet. Na lista de hobbies, quadrinhos fica lá no fim da fila - e mesmo assim nem tanto pela fruição da leitura e sim a cabo das adaptações. Antigamente se consumia muito quadrinhos, pois não tínhamos como controlar a oferta de lazer. Era TV aberta, com horários engessados e mais nada. Hoje em dia não, qualquer criança tem celular, tablet, games e outras opções de lazer com fartura e simplesmente na hora que quiser. Colecionismo se mantem através de disciplina e poder financeiro, ou seja, nada a ver com crianças. Não conseguimos manter a continuidade nem com séries e jogos oferecidos quase de graça no conforto de nossa casa, que dirá de produtos que exijam compra unitária e ida a bancas.

    Da minha parte, encerro minha coleção de Pato Donald no número 2481, que por sinal comprei vários exemplares pois custarão uma fortuna no futuro.

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    1. Seu comentário foi brilhante. Exceto o fim que também é muito bom, porém discordo sobre no futuro valerem muito. Não valerão nada. Os colecionadores de papel terão morrido. Essa geração nova, como você bem disse, nem liga para quadrinhos, então elas não ir ao comprar coleção de papel de ninguém. O destino das revistas no futuro serão museus, biblioteca pública ou o lixo mesmo.
      Mas parabéns pelo comentário. O melhor que li aqui. Infelizmente a Culturama começa muito mal seu marketing plantando coelhinhos para divulgarem sua marca onde os mesmos dizem "são crianças, vc não precisa comprar". Ora, está bem, então! Já que não precisam de mim, foi meu suado dinheiro onde me considerem importante. Só que também não vou divulgar NADA da Culturama no meu blogue e meu canal. Pra mim, a Disney acabou de morrer nesse meio. Nem digo que é triste, pois ru tenho muito material de leitura para ler. Assim como não sou importante para esses coelhinhos da Culturama, pode estar certo que os quadrinhos Disney não me farão a menor falta.
      Só acho que começam péssimos em frisarem
      público alvo que não está nem aí para HQ. Mas como o amigo me disse no grupo, vou abrir uma editora pra mim. Sim. O negócio é deixar nego de lascar mesmo.

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  29. Os gibis que mais vendem no Brasil já reiniciaram a numeração três vezes e isso não afetou as vendas. A gente não deve analisar esse tipo de ação pela ótica da nossa bolha. Acredito que os editores tenham motivos para tomar certas decisões.

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  30. Reiniciar a numeração não tem a ver com crianças. A idéia é incentivar os leitores típicos das publicações a iniciar uma coleção do zero. Tanto que a Marvel, que nunca foi voltada ao público infantil, já fez isso umas dez vezes só nas duas últimas décadas. Aqui no Brasil a Ebal fazia isso, e a Panini anda adotando o mesmo expediente, tanto com a Turma da Mônica quanto com os super-heróis.

    Reclamar alguns vão porque é isso que a Internet é essencialmente: um fórum de reclamações.

    Mas até parece que os colecionadores de verdade não comprarão as novas edições...Então tá.

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    1. Acho que todos têm o direito a reclamar de algo que não lhes agrada.

      A publicação mais sortuda nesse sentido foi a Tex, que trocou de editora duas vezes e a numeração se manteve nas duas vezes.

      Nem todos os tradicionalistas recorrerão ao extremismo do boicote. Mas certamente a renumeração desagrada e afasta colecionadores.
      Eu mesmo desanimei com a coleção da Turma da Mônica clássica e Jovem, e deixei de colecionar a maioria dos títulos, ficando somente com Cascão e comprando algumas edições especiais ou que me chamam a atenção, vez por outra. É muito chato, quando você finalmente pode comprar suas coisas e manter sua coleção em dia, sem depender de trocados, e vem uma iniciativa dessas que inibe seu esforço.

      O"

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  31. Eu sou um colecionador de verdade. Vou colecionar todas as publicações Disney da Culturama. Troco correspondencia com varios leitores e colecionadores da minha região e pelo menos 15 irão colecionar essas edicoes.
    Aos pessimistas darei de ombro. Aos otimistas me congratulo. Só digo o seguinte: Se nao incentivarmos a leitura em nosso país seremos os culpados pela ignorância de nossa sociedade. Eu estou fazendo a minha parte. Sucesso Culturama.

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  32. Fico extremamente feliz com a volta dos quadrinhos Disney. Estou com 61 anos e aprendi a ler com os gibis disney. Fiquei triste e chocado quando informaram o fim dos quadrinhos. Agora estou com uma alegria indescritivel com sua volta. Parabens a voces e com certeza, muito sucesso.

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  33. Por que cargas d'água uma nova editora deveria ter a obrigação de seguir a numeração da antiga editora de determinado material?? Não seria justamente a hora de... hã... virar a página?!

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    1. Por tradição. Tradição de publicações que perduraram com suas numerações por mais de 50 anos seguidos. Por respeito aos colecionadores antigos. Para valorizar o próprio produto.
      O melhor a ser feito seria adotar as duas numerações.

      O"

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  34. Algumas pessoas devem ter achado que a numeração seria contínua por causa do Tex, que, ao trocar 3 vezes de editora, a numeração continuou normalmente. Mas, esse caso é raro.

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  35. Alguém já considerou que o reinício da numeração pode ser uma imposição da própria Disney?

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  36. Torço pra que no expediente, coloquem o mês da edição, coisa que a abril retirou e sempre fez falta!!!

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  37. Este comentário foi removido pelo autor.

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  38. ahhh nao vai ter a continuação dos especiais carl barks e don rosa??? e a gente faz o que agora? fica com coleção incompleta? esses especiais eram os unicos que valiam a pena comprar.

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    1. Sejamos razoaveis...vamos comprando os gibis de banca baratinhos para podermos monetizar a Editora. Daí, quem sabe mais para a frente ela se aventura nessa outra empreitada...
      Não sejamos egoístas tipo..."ah eu só compro se for assim...numeração tal, título tal, papel tal..." Pelo amor de Deus né!
      Abraços a todos.

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  39. Concordo com o Marcelo vamos apoiar; e como já foi comentado pelos
    Editores teremos alguns especiais inclusive o de Natal.De minha parte
    pretendo comprar todos se possível.O mais importante é o retorno dos
    imortais personagens Disney.
    Saudações
    Ricardo Oliveti Neto
    Leitor Disney de longa data.

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