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15 de jun de 2018

Último Checklist Disney | Editora Abril

Os últimos gibis Disney publicados pela Editora Abril chegam às bancas e assinantes a partir de hoje, 15 de junho de 2018. São as edições teoricamente referentes a julho, com lançamento antecipado devido ao fim das publicações de quadrinhos Disney pela editora, após 68 anos, como o Planeta Gibi adiantou aqui em primeira mão no dia 7 de junho, com confirmação do setor de assinaturas da editora no dia seguinte. 

Veja abaixo suas capas, detalhes e imagens de todas as HQs (exceto de ZÉ CARIOCA). 

Entenda, também, porque a numeração de capa de PATO e não correspondem à quantidade de edições lançadas.





PATO DONALD #2481
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, lombada canoa, capa couché, miolo cor, R$ 4,90, distribuição nacional. Edição #1845.

Três num Trenó e Tudo Pelo Persa: tradução Planeta Gibi (Rivaldo Ribeiro).


  

  




ZÉ CARIOCA #2446
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, lombada canoa, capa couché, miolo cor, R$ 4,90, distribuição nacional. Edição #1332.




MICKEY #911
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, lombada canoa, capa couché, miolo cor, R$ 4,90, distribuição nacional.







TIO PATINHAS #637
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 80+4 páginas, lombada canoa, capa couché, miolo cor, R$ 6,90, distribuição nacional.

Sequestro Teatral: tradução de Planeta Gibi (Rivaldo Ribeiro).








PATETA #87
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, lombada canoa, capa couché, miolo cor, R$ 4,90, distribuição nacional. Edição #169, 3ª série.







DUCKTALES, OS CAÇADORES DE AVENTURAS #6
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, lombada canoa, capa couché, miolo cor, R$ 4,90, distribuição nacional. Edição #31, 2ª série.



◼ POR QUE A QUANTIDADE DE EDIÇÕES DE PATO DONALD E ZÉ CARIOCA NÃO CORRESPONDEM A SUAS NUMERAÇÕES DE CAPA?

Em janeiro de 1961, a então revista semanal O PATO DONALD, a partir do #479, começou a ceder sua numeração ímpar para ZÉ CARIOCA (o primeiríssimo ZC, portanto, traz um #479 impresso na capa). E continuou assim até o número 1750, em meados de 1985. Durante aqueles mais de 24 anos, essas publicações se revezaram nas bancas semanalmente.

Mas, em junho de 1985, PATO DONALD mudou de formato, estrutura e linha editorial e passou a ser mensal. Então a intercalação de numeração deixou de fazer sentido e os títulos, consequentemente, passaram a ter numerações independentes.

PATO DONALD #1751 foi a primeira edição de PD com um número ímpar na capa desde 1961. 

ZÉ CARIOCA #1752 foi a primeira edição de ZC com um número par na capa, desde sempre. 

Então, descontados os gibis com numeração nunca publicada de PD e ZC, chega-se à quantidade real de edições lançadas pela Editora Abril de cada uma delas: 1845 de PD e 1332 de ZC.



A ideia de uma edição mensal de PATO DONALD, paralela à da revista quinzenal, foi abortada, mas não a tempo de mudar os códigos já impressos nas HQs


Curiosamente, PATO DONALD #1751 (jun/1985) foi criado originalmente para ser um novo título, mensal, do personagem (paralelo à revista quinzenal do Donald). O fato foi revelado em 2011 por Júlio de Andrade, ex-Diretor de Redação da Disney, em entrevista ao Planeta Gibi. O projeto não avançou e a nova revista mensal, em formato diferenciado, acabou tomando o lugar do título tradicional. Não houve tempo, porém, de se alterar o código da "ex-nova" revista na página de abertura de cada HQ da edição. Assim, em vez de "PD1751", as histórias vieram identificadas com o código "PDM01", de "PATO DONALD MENSAL #1".

◼ JULHO DE 2018: FIM DE UMA ERA

As últimas edições e a longevidade dos gibis clássicos Disney-Abril:

PATO DONALD #2481, edição 1845 — 68 anos de circulação ininterrupta.
ZÉ CARIOCA #2446, edição 1332 — mais de 57 anos.
MICKEY #911 — mais de 65 anos.
TIO PATINHAS #637 — mais de 54 anos.
ALMANAQUE DISNEY #385 — desde dez/1970 (circulação intermitente).
DISNEY ESPECIAL #207 — desde jul/1972 (circulação intermitente).


  

  

Acima, as capas das edições derradeiras dos títulos clássicos Disney pela Abril: com exceção de DISNEY ESPECIAL (lançado em maio), publicações referentes a jul/2018, quando PATO DONALD completa 68 anos de publicação ininterrupta no Brasil. Por acaso, sua HQ de destaque, com Urtigão, Donald e Peninha, foi traduzida pelo Planeta Gibi

◼ OUTROS TÍTULOS E SUAS ÚLTIMAS EDIÇÕES

Da linha de fac-símiles dos Manuais Disney, apenas o 14º volume, Jogos Olímpicos, ficou pendente de publicação — que, a bem da verdade, não estava confirmada, já que a edição precisaria incluir uma espécie de caderno de atualizações, como ocorreu com o fac-símile do Manual do Zé Carioca, lançado em abril último. 

Além dos clássicos, listamos a seguir os outros títulos periódicos e coleções de quadrinhos agora descontinuados.

PATETA (#87, jul/2018, publicação mensal).
DUCKTALES OS CAÇADORES DE AVENTURAS (#6, jul/2018, publicação mensal).
DISNEY BIG (#51, jun/2018, publicação bimestral).

LENDAS DISNEYDISNEY SAGA e O MELHOR DA DISNEY — BRASIL (criados como trimestrais, tiveram apenas seus #1 publicados, entre janeiro e março deste ano).

KINGDOM HEARTS — COLEÇÃO DEFINITIVA (#1, de 10, presumidamente).

COLEÇÃO CARL BARKS DEFINITIVA (10 volumes publicados; em publicação nos EUA).
OS ANOS DE OURO DE MICKEY (#14, de 37).
BIBLIOTECA DON ROSA (#5, de 10).
DISNEY DE LUXO (20 volumes publicados; coleção de títulos avulsos).
PENINHA — EDIÇÃO DE LUXO (#1, de 2 — para essa fase).

Assim como nos EUA, a COLEÇÃO CARL BARKS DEFINITIVA recebia numeração apenas no expediente. Os demais volumes em capa dura não eram numerados, com exceção de PENINHA

DISNEY DE LUXO é um título atribuído pelo Planeta Gibi (assim como a numeração de seus volumes) apenas para fins referenciais. A editora sempre tratou esses especiais como publicações avulsas. 


  

As capas das últimas edições dos outros três títulos de banca, de jul/2018 (com exceção da bimestral DISNEY BIG, de junho)


  

A chamada "linha intermediária", de revezamento trimestral de lançamento: tamanho similar ao dos especiais em capa dura, lombada quadrada, encadernação perfeita, mas com capa cartão, miolo em offset e preço bem menor. Todos produzidos com a colaboração do Planeta Gibi, sobretudo O MELHOR DA DISNEY — BRASIL, que fez a seleção de HQs, a concepção de artigos e curiosidades, além de fornecer todas as imagens adicionais


◼ CHECKLIST DISNEY DE JUNHO:

Veja aqui o Checklist Disney de junho completo.

◼ OUTROS CHECKLISTS:

• Veja aqui o Checklist Geral deste mês.
• Veja aqui uma lista de lançamentos anunciados para os próximos meses.

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 Por Edenilson Rodrigues e Rivaldo Ribeiro.
★ Fontes: Acervo Planeta Gibi, Banco de Dados Planeta Gibi.
★ Publicado originalmente em 15/jun/2018.
★ Atualizado pela última vez em 4/jul/2018.




51 comentários:

  1. Vão fazer muita falta. Não digo tanto Zé Carioca, que era apenas uma relíquia, vivendo do passado há mais de uma década, mas sim Pato Donald, Mickey e Tio Patinhas, títulos com uma longevidade única no Brasil, quiçá no mundo, sempre nas bancas apesar de todos os percalços enfrentados pela editora nesses quase 70 anos. Mesmo nos momentos de maior crise, elas estavam lá, mesmo a 1 real, e com papel de péssima qualidade.

    Infelizmente tudo que é bom acaba mais cedo ou mais tarde, e a era de ouro dos quadrinhos Disney já passou há muito tempo. Não sei se fico mais triste pelo encerramento desses títulos ou por ter certeza absoluta de que nenhuma outra editora vai encarar publicar esses personagens (=ter prejuízo) de agora em diante.

    Ou seja, Pato Donald 2481, na verdade 1845, é o fim MESMO.

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    1. Eu comprei pra registro, pois durante toda minha infância eu comprei o Zé, e tomei um susto por ver que todas as histórias que tem nesse último número, foram republicações, porque isso??

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  2. Acho que por volta de janeiro, os quadrinhos Disney voltam com tudo, por uma nova editora. Tem muita porcaria nas bancas que vende, Disney tem qualidade, e público fiel.

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  3. É fato fabiano. Muito dificilmente alguma editora vai se meter nessa empreitada de colocar quadrinhos Disney no brasil. Abraços a todos.

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  4. Triste pela revista do Zé, a melhor atualmente. Rivaldo ou Edenilson, algum anúncio ou menção nesses gibis da parte da Editora?

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  5. Não creio que a situação dos quadrinhos Disney no Brasil seja assim tão complicada (ou simplesmente, prejuízo). Com um bom planejamento talvez dê certo. Com certeza há mercado para encadernados e edições especiais, leitores saudosistas (como eu) gostam destas edições. Apenas devem ter uma regularidade definida, de modo aos leitores poderem planejar suas aquisições. Com relação ao formatinho, ainda existe espaço para ele, como mostra a Turma da Mônica. Mas sem produção local, ficando limitada à republicação de histórias antigas ou então produzidas para um mercado que não cai no gosto brasileiro (como o italiano), realmente fica mais complicado. Mas a estratégia de relançamento, começar com a númeração 1, normalmente trás novos leitores.

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  6. Menos, menos. As HQs Disney NÃO vão sumir do Brasil. Alguém vai pegar esse material. Nenhuma dúvida disso. Quem vai pegar, e de que forma vai trabalhar com ele, já são outros quinhentos.

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    1. Nessa época de internet, em que as notícias são instantaneas, é curioso você imaginar que, se alguma editora tivesse interesse em publicar esses personagens, nós já não estaríamos sabendo disso.

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  7. Já tem algum rumor sobre qual editora vai publicar Quadrinhos Disney agora ? A Editora Abril vai publicar outra série de quadrinhos no lugar ?

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    1. Certamente não. A Abril tá quebrada, cara.

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  8. O último AD foi o 385 de junho?

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  9. Espero realmente que alguém aceite publicar alguns quadrinhos Disney novamente. Tio Patinhas e Pato Donald pelo menos... E que alguém termine as coleções de encadernados.

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    1. Diraços a todos.fícil de isso acontecer na crise economica do brasil e da falta de interesse em quadrinhos nos dias de hoje. A Disney, com certeza, não baixa os royalties dela. Então, que não se publiquem mais. Ab

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  10. As edições de luxo são as que eu acho tem mais chance de continuarem ou ressurgirem em novas séries. Venda exclusivamente em livraria, a preços mais caros, com tiragens reduzidas, como reduzido é o público de saudosistas com dinheiro para pagar.

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  11. O mais interessante é que se pensarmos otimista a próxima editora dará a chance de novos colecionadores de iniciarem uma coleção pois a editora abril falhava muito neste aspecto. Disney especial já não tinha numeração. Não existem os números 1 de Ze Carioca e Edição Extra..e definitavemte não existia atrativo para o público Jovem.
    Os

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  12. Valeu a explicação das numerações. Obrigado

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  13. A Editora Abril estava fazendo um excelente trabalho nos últimos anos, tendo diversos lançamentos além das revistinhas normais. E mesmo nas normais o foco era em histórias inéditas, exceto o gibi do Zé Carioca.

    Comparável ao que era nos anos 80, faltando apenas a produção nacional que gerou tantas boas histórias e edições exclusivas daqui como a da Margarida e do Urtigão.

    Mesmo quando estava no fundo do poço, como o começo dos anos 90 que reciclavam muitas história para fazer o gibi do Pato Donald virar semanal, e também pela crise financeira quando as edições de setembro/93 simplesmente foram impressas, sempre houve um esforço para continuar as publicações.

    Uma pena que essa história chegou ao fim. Eu acredito que perderam a licença e espero que logo outra editora assuma.

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  14. Fui correndo pegar meu primeiro gibi, o Tio Patinhas 213 (fev/83), e já bateu uma saudade...era inimaginável que um dia passaria numa banca e não veria mais um gibi da Disney. O último que sair por favor, apague a luz.

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  15. Tudo é muito estranho. Bom... o álbum de figurinhas Ducktales apareceu por aqui pelo Rio esta semana. Como ficará a situação dos Álbuns? Serão cancelados? E este que acabou de ser lançado? Muito estranho.

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  16. Algumas pessoas estão apontando a falta de interesse do público em quadrinhos como a causa dos cancelamentos. Essas pessoas precisam visitar uma banca de jornal e observar o que acontece. Os gibis sempre estão entre os produtos mais vendidos. A Turma da Mônica, então, vende como pão. O resto é que não vende mais. Duvido MUITO que o Brasil fique sem receber as publicações da Disney.

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    1. Rapaz, onde você vive? Em toda cidade que eu tenho ido, especialmente Brasília e Belo Horizonte onde estou sempre, as bancas estão cada vez mais vazias e definitivamente se vê muito poucas revistas em quadrinhos.
      As bancas estão cheias, cada vez mais, é de balas, refrigerantes, carregadores de celular etc. Em Belo Horizonte, numa banca que já foi das melhores da cidade, que fica na Av. Cristovão Colombo, perto do restaurante La Traviata e em frente aonde era a Agência Status, chegaram ao cúmulo de manter a venda apenas de alguns exemplares do jornal Estado de Minas (certamente para tentarem dizer para a prefeitura, que autoriza o funcionamento das bancas nas ruas, que ela ainda é uma banca de jornal).
      Aliás, a citada Agência Status, que surgiu justamente desta banca, tornando-se uma grande vendedora de livros e revistas, nacionais e importados, após décadas de existência, desapareceu tem uns 3 anos. Mais um sintoma da crise do mercado de revistas e jormais.

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    2. Moro no Rio de Janeiro. As bancas aqui vendem MUITOS gibis, inclusive importados. Algumas chegam ao ponto de vender APENAS revistas em quadrinhos. Além da boa venda nas bancas, os gibis vendem bastante nas livrarias cariocas. A Saraiva, por exemplo, deixou de vender materiais de banca em várias de suas unidades, mas os gibis continuam sendo vendidos. Algumas unidades dessa livraria (a da Tijuca, por exemplo) chegaram a ampliar a seção de quadrinhos recentemente, inclusive.

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    3. O público em geral não têm acesso a dados referentes à circulação de revistas no Brasil, mas essa ideia de que quadrinhos "vendem como pão" deve proceder de alguém que vive com a cabeça nos anos 70 e 80, quando, de fato, um gibi do Tio Patinhas ou da Mônica vendiam centenas de milhares de exemplares.

      Hoje? Eu não posso sequer me recordar da última vez que vi alguém numa banca de jornal comprando um gibi, seja da Mônica ou da Disney. E olha que trabalho na Avenida Paulista, onde há dezenas de bancas, que recebem TODAS as edições assim que são lançadas, e nunca vejo uma alma sequer FOLHEANDO revistas em quadrinhos por aqui.

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  17. Realmente, como um rapaz comentou em outro post, a Abril não botou nas bancas DuckTales 5. E aí, vamos ficar sem?

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    1. A distribuição em São Paulo Capital está sendo feita a partir de hoje.

      Abs.

      Edenilson

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    2. Comprei! Estranho caso do número 6 chegando antes do 5...

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  18. Sim, aqui no Rio de Janeiro não chegaram as revistas que deveriam ter sido distribuidas em 5 de junho. Chegaram apenas as revistas do final de junho (ultima edição Abril). Daí você não ter Ducktales 5 mas ter a 6 (o meu caso tambem). Comprei todos os lançamentos como sempre. Abraços a todos.

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  19. Eu não era nem nascido nos anos 70! Quando digo que gibi vende como pão, estou falando de hoje, porque vende mesmo. Lamento se em outros estados as vendas não estão boas (e lamento de verdade, sem ironia alguma), mas no Rio os gibis continuam vendendo bem. As crianças pedem aos pais, as pessoas leem nas barcas, no metrô, no VLT, nos ônibus. Eu almoço de frente para uma banca de jornal e vejo as pessoas entrando e comprando diversos quadrinhos. Hoje mesmo, ao entrar em uma banca, vi um rapaz comprando o gibi número 6 do Ducktakes. Não preciso provar nada. Quem duvidar pode visitar o Rio e comprovar com os próprios olhos. Abraços a todos!

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    1. Não procede Lêlê, aqui no Rio de Janeiro ja conversei com inumeros vendedores de lojas que vendem revistas e proprietários de bancas, os mesmos fazem um coro só, dizendo que não vende mais quase nada, porem eles pegam porque depois recolhem e não pagam nada pelo que devolvem.
      Um senhorzinho da zona sul disse que "ha uns 30 anos vendia, hoje as crianças não querem mais saber disso..." e concluiu firmando que "hoje os poucos que ainda compram são como o "senhor" que compram um capa dura", mas que as mensais vão e voltam, muitas delas sem venda alguma.
      lelêzinho, você está mal informado. Fala pelo que desejaria que fosse e que assim, o faz acreditar que seja.
      Vá em frente e pesquise, e depois não se esqueça de mudar sua opinião aqui no PG.
      Porem, gosto tanto de quadrinhos quanto você deve gostar tambem, só que eu sou realista...
      Abraços a todos.

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    2. Se a sua intenção ao me chamar de lelezinho é me diminuir, saiba que não vai conseguir. O Rio de Janeiro é gigantesco e as coisas podem mudar de um bairro para outro. Obviamente eu falo pelos bairros que eu frequento, não pela cidade inteira. Eu não tenho razões para inventar coisas, não ganho nada com isso. Na rua Conde de Bonfim (na Tijuca, não na zona sul) as bancas (que aliás são muitas) estão sempre abarrotadas de revistas. Duas delas vendem gibis importados (que eu inclusive compro com frequência). A Saraiva do shopping Tijuca tem uma seção de quadrinhos composta de duas estantes, uma mesa e uma gôndola. Na frente do shopping Tijuca tem uma banca enorme com dezenas e dezenas de gibis. Em Niterói, pertinho do Rio, há na rua Gavião Peixoto diversas bancas que vendem SOMENTE gibis e jornais. Na Rodoviária Novo Rio, no segundo andar, há uma banca gigantesca com dezenas de opções de quadrinhos. Não é opinião, é fato. Como eu disse anteriormente, lamento pela situação dos outros estados (e pelo visto de outros bairros do Rio), mas a situação que EU vejo onde trânsito é completamente diferente. Abraços.

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    3. Caro Lêlê, a banca gigantesca a que você se refere, na Rodoviária Novo Rio, deve ser a atual Bookz Livraria, antiga Cia.da Leitura.Trabalhei numa das revistarias da Cia.da Leitura, durante uns 8 anos, até 2015, e de fato os gibis tinham boa aceitação. Curiosamente os que compravam Disney eram os adultos, principalmente os álbuns de capa dura.Já os adolescentes curtiam mais os mangás e a Mônica Jovem. Ambos, jovens e adultos, colecionavam exemplares de capa dura da Marvel ou DC, da Salvat.Agora, em 2018, não sei dizer como estão as vendas destas revistas.Luluzinha, especialmente para os teens, tinha também boa aceitação.

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  20. Uma pena o que está acontecendo com as publicações Disney, revistas que desde que nascemos, vemos mensalmente nas bancas. E a Abril não esclarece o que de fato aconteceu, se as revistas davam prejuízo, se a Disney rompeu o contrato com a Abril por falta de pagamentos. Sabemos que a Abril está em crise há muito tempo, e francamente, não duvido que acabe falindo de vez, como aconteceu com a Editora Bloch. Pelo ritmo frenético de lançamentos dos encadernados, não esperava por esse desfecho. Vamos ser se alguma editora assume as publicações Disney, senão adeus revistas Disney. Mais um reflexo da trágica situação econômica do Brasil, por culpa dos malditos políticos corruptos, que levaram o país à bancarrota

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  21. Olha, às vezes vejo alguém lendo hq de super herois no metrô de Brasília, mas essa questão de queda nas vendas é uma realidade não só do Brasil, mas mundial.
    Viajei à Europa há alguns anos e vc nem vê gibis nas bancas, na França, Inglaterra. Em Portugal só vi algumas edições da Turma da Mônica. Infelizmente a questão não é econômica. As novas gerações não se interessam por nada, só videogames e redes sociais...!!!

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  22. Só espero que a situação não fique igual a de Portugal,aonde as HQs Disney voltaram a ser publicadas por lá depois de CINCO ANOS fora de circulação...

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  23. Voltaram 3 meses depois. Abraços a todos.

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  24. Agradeço pela explicação da numeração.
    Abraços!

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  25. Realmente não vejo a criançada comprando gibis. Os pais deveriam estipular essa leitura,leve e sadia. Infelizmente, acredito que as vendas fracas tem como fator principal a falta de propraganda nos lojas de venda. Pois podemos ver que os gibis ficam muitas vezes escondidos, em cantinhos.

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    1. É um ciclo vicioso. As revistas ficam escondidas em cantinhos porque quase ninguém compra E elas ficam escondidas, menos gente ainda compra. Mas não tem muita solução, não. Hoje em dia existem inúmeras opções de diversão para concorrer com quadrinhos. Só de televisão, por exemplo, ao invés dos 5 canais de TV que é o que eu tinha quando era meninos, existem trocentos canais de TV acabo, fora as inúmeras opções no Netflix e serviços do gênero...
      Isso fora videogames e as infinitas possibilidades de distração que a internet traz.
      Fora isso tem um fator de que muita gente não fala, mas não pode ser subestimado, que é de que os relacionamentos com o sexo oposto acontecem cada vez mas cedo. Há exceções claro, mas tá jeito de meninos e meninas que com uns 13, 14 anos (e até menos, especialmente nas classes mais pobres) já estão namorando e transando regularmente.
      Com tantos opções de distração, é difícil Pato Donald ser atrativo.

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  26. Por incrível que pareça, é adulto que compra quadrinhos. Investimento em qualidade, portanto, é aquilo que deve estar norteando as ações das diversas editoras do gênero. Edições de luxo, resgatando a qualidade dos enredos e desenhos de antigamente, é um filão a ser, continuamente, explorado.

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  27. é fato. os gibis nao sao para as crianças. sao para os adultos saudosistas que curtiram e curtem gibis. por isso o sucesso de coleções de capa, coleções do carl barks, don rosa, etc. se a nova editora investir nesse publico, fará sucesso. se tentar conquistar as crianças, vai fracassar. so nao pode colocar gibis a 80 reais, porque isso pesa muito pra quem vive num país sempre em crise.

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    1. Esse é o problema. Tudo tem um custo amigo e você deve saber que os royalties pagos são em dólar. Com o dólar batendo na casa dos 4 reais como espera um livro como aqueles do Don Rosa de grande qualidade editorial custar menos de 20 doletas?!?
      Vamos procurar ser sensatos, ou ficar lendo tirinhas no jornal.
      Abraços a todos.

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  28. Edições com capas cartonadas e um papel decente já seriam suficientes, Diminuiriam, sensivelmente, o preço final. Que venha uma nova editora para alegrar os saudosistas; e, por favor, sem histórias italianas.

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  29. Olá a todos! Poderiam me tirar uma dúvida? Sou assinante dos quadrinhos Disney... Já faz tempo que vi esse post aqui sobre as últimas edições da Disney... Todavia, ainda não recebi meu pacote... O mês de junho chegou normal (com a última edição da Big Disney). Pensei que o pacote de julho chegaria antecipado pelo fim das publicações... Mas ainda não chegou. Alguém recebeu já? Ele seria postado na data normal?

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  30. Confesso que eu não botava fé que iam acabar a série do Gottfredson... Mas fim de contrato, sem renovação, acredito que pegou todo mundo de surpresa, nem o mais pessimista imaginaria isso :( As coleções que estavam saindo simplesmente reuniam o que havia de melhor nos quadrinhos Disney... Embora eu considere que a produção nacional era negligenciada nas compilações da Abril, além de há muito tempo receber novo letreiramento nos balões que alterava o conteúdo das falas geralmente reduzindo-as, "simplificando" para a linguagem "atual" (ou melhor, impondo o padrão das novas traduções, sobre o qual falarei adiante), o que sempre achei uma falta de respeito, tirando a originalidade da obra.

    Temo pelo futuro do gigantesco acervo de quadrinhos Disney brasileiros, e torço muito pra que o próximo licenciado Disney no Brasil, se é que vai haver uma próxima editora, consiga os direitos sobre as histórias da Abril, republique-as preservando o letreiramento original se ainda existir.

    E que melhore MUITO a tradução, que a meu ver, por parte do Marcelo Alencar, com todo o respeito a ele, adotou um padrão linguístico mal-resolvido, um meio termo confuso entre uma inevitável formalidade que vem do texto original e uma pretensa vulgaridade tentando atrair crianças, saindo-se mal com qualquer público: os quadrinhos Disney são inevitavelmente instrutivos e com certa formalidade, não atraem crianças de hoje pra falar a verdade, enquanto que as tentativas de vulgarizar o texto desagradam os colecionadores que são o público principal.

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    1. Muito interessante esse ponto, uma tecla em que eu vinha batendo há tempos! Comparando o texto dos Don Rosa com os originais que podemos vislumbrar nas matérias das próprias edições, perdia-se muito do "tom" dos diálogos apenas para simplificar a fala... Aí ficava um balão enorme e vazio!

      E eu já escrevi para a Abril, que publicou minha carta mas tirou essa bronca, que era patético ler nos gibis da linha o Mickey, por exemplo, falando coisas como "valeu" e "maneiro", totalmente não condizente com sua idade presumida de adulto de uns trinta anos... Acho isso pavoroso!

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  31. Espero que a Panini fique com os direitos da Disney, pois a Abril em relação aos álbuns da Disney e ate da Marvel fazia álbuns horríveis, simples,sem figurinhas especiais etc Antigamente quando era Panini os álbuns da Disney eram excelentes! Não sei se alguém lembra!! Portanto, espero que essa mudança seja pra melhor! E que toda a licença da Disney incluindo a da Marvel também fique por completo com a Panini!!

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  32. o problema do gibi disney brasileiro é a falta de material promocional.não mostram as revistas na tv,não tem out door,a molecada não fica sabendo da chegada das revistas às bancas...cade as promoções nos gibis?como esperam ganhar publico?é a era digital...mas cade os gibis digitais pro smartphone dos meninos?se não expoe o produto,não vende mesmo.

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  33. Panini vai encampar como fez com tantas outras publicações no passado, Maurício de Souza, MAD etc etc, mas um aviso de um saudosista quarentão, mesmo com republicações persistindo em outras editoras, a produção nacional é coisa do passado há tempos, isso é o que mais me entristeci, veja o que aconteceu com o OTA na MAD, o que aconteceu com os grandes desenhistas da Abril, ouso dizer que só sobrou Mônica, ainda assim superada pela Mônica Jovem, que tem um estilo que não me agrada, mas, gostando ou não é a cara do que a molecada quer hoje.

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  34. Gente, desculpa a minha ignorância, não entendo muito bem do assunto, mas me diz uma coisa, por favor, a Abril deixando de continuar lançando as HQ`s da Disney, prejudica também os exemplares já lançados? Pergunto pq quero muito iniciar minha coleção da Disney- edição de luxo, mas com essa notícia fiquei com medo de não haver mais exemplares depois de um certo tempo (ou seja, esgotarem). Se puderem me informar, agradeço!

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    1. Quando os exemplares lançados se esgotarem nas livrarias e bancas, só restarão aqueles que forem parar em sebos, já que não haverá reimpressão.

      Abs.

      Edenilson

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