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27 de ago de 2016

A Mulher Gatinha em ZÉ CARIOCA de setembro

ZÉ CARIOCA de setembro traz outro clássico da fase do Morcego Verde iniciada com O Cavaleiro das Dívidas: A Mulher Gatinha

Assim como as demais HQs da edição (veja prévias abaixo), a criação de Marcelo Cassaro e Paulo Borges não era republicada há décadas. Esses resgates, que também podem ser vistos no ALMANAQUE DO ZÉ CARIOCA, têm a colaboração do Planeta Gibi

Checklist Disney deste mês: veja aqui

Lançamentos previstos para os meses seguintes: veja aqui.

Prévias das HQs nas mensais de agosto e setembro: veja aqui.






ZÉ CARIOCA #2424
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas cor, lombada canoa, capa couché, R$ 4,50, distribuição nacional. Edição #1310. Lançamento dia 2/set.
Editor: Paulo Maffia. Colaboração: Planeta Gibi. Capa: Paulo Borges (desenho) e Cris Alencar (cores).

  

  

  



Por Edenilson Rodrigues.
Fonte: Acervo Planeta Gibi.
Publicado originalmente em 27/ago/2016.





11 comentários:

  1. Estou muito feliz com as histórias que estão sendo publicadas ultimamente na revista do papagaio caloteiro :) Curiosamente eu pensava na possibilidade da Rosinha ter um alter-ego super-heroico baseado na Batwoman , a Mulher-Morcego Verde , quando soube da publicação de A Mulher Gatinha .
    Bem que a Editora Abril poderia aproveitar o momento para criar O Cavaleiro das Dívidas 2 e 3 !

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  2. Fim dos tempos! Sem querer ser puritano, e sem querer ser um censor também, mas a Rosinha (é ela mesmo?) está muito sexualizada, hiper! Na capa, ela está com um corpo muito exagerado, do ponto de vista erótico. O desenhista devia ter ido com mais cautela e calma! Em todo caso, trata-se de uma bela capa.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Eu tive a edição onde a HQ foi publicada nos anos 90, não sei que fim levou. Tenho boas recordações da história, vou ver se encontro por aqui.

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  5. Fim dos tempos é se pensar em ressalvas quanto a publicação da beleza feminina retratada em um desenho ou em qualquer outro lugar.

    Como homem do século XX não posso acreditar que meus colegas do século XXI não saibam mais apreciar a beleza feminina. Nem que caiam nessa tolice de achar que a mulher é desvalorizada se ela é atraente e exibe isso. É inadmissível.

    Fico muito triste quando vejo a mídia atualmente tentar acabar com a beleza do corpo feminino e da verdadeira feminilidade da mulher, sob o pretexto de estar protegendo-a do machismo, da violência sexual ou buscando igualdade de gênero, esse último argumento, de uma insanidade absurda, pois confundem a devida diferença entre masculino e feminino com direitos humanos universais, quando as duas coisas são bem diferentes.

    Uma mulher bonita que tenha seu corpo naturalmente sinuoso e atraente para qualquer homem que goste de mulher, não pode ser condenada a não mostrá-lo - dentro do que é perfeitamente possível - como se fosse mulher de fanático islâmico, só porque alguém cismou que isso é algo ruim, quando é totalmente natural e saudável.

    A maldade sempre vai estar na cabeça de quem a pratica. Por exemplo, mulheres são atacadas muitas vezes, mesmo sem serem "candidatas a miss universo" ou mesmo sem estarem usando biquíni ou minissaia. Então não é o fato de uma mulher ser retratada como sexy ou exibir suas curvas que vai torná-la mais ou menos exposta a qualquer tipo de situação ruim.

    Isso é besteira. A mulher deve ser apreciada por tudo o que ela é, primeiramente e sempre como ser humano, e depois também por sua beleza física e de trejeitos, nos mais variados níveis que ela pode apresentar, para cada homem que puder apreciá-la.

    Eu apoio totalmente que a Rosinha seja desenhada assim e quisera Deus houvesse mais e mais desenhos dela e de outras personagens femininas ressaltando seus dotes. E tomara que essa onda de masculinização da mulher nos meios de comunicação tenha vida curta e a mulher volte a ser apreciada e reverenciada pela sua beleza, sem que ninguém a condene ou a diminua por isso.

    Sou e sempre serei a favor da mulher, seja ela bonita ou feia, gorda ou magra, sexy ou despojada. Só não vou admitir parafraseando o Donald em uma de suas histórias - Nunca, Jamais, Em Tempo Algum - que a sociedade pregue que a mulher tem que se parecer com um homem e esconder o volume de seus seios e as curvas de seu corpo para ter valor.

    Feminilidade sempre. Feminismo jamais.

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    1. Brincadeiras à parte, entendo que Odair estranhou o visual sensual de Rosinha por estar habituado com traços mais tradicionais e por (talvez) a revista ser supostamente dirigida ao público infantil.

      Abs.

      Edenilson

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    2. Fim dos tempos 2! Meu caro Dornnel, você está confundindo uma "periquita" (pois a Rosinha é uma periquita, não é mesmo?), uma personagem de HQs infanto-juvenis com uma mulher? Reveja seus conceitos e faça comentários pertinentes onde devem ser feitos.

      Abraço!

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  6. A Abril precisa rever com urgência a qualidade dos seus scans. O Almanaque do Tio Patinhas é tão ruim em termos de qualidade de impressão e de definição de imagem que chega a provocar arrepios. Eu mesmo consigo fazer um scan com qualidade bem superior e utilizando um scaner de mesa.

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  7. Oi, eu sou a Laís, sobrinha do Tio Juca (Juliano). Quero sugerir uma edição de capa dura com o título Um Brasileiro Chamado Zé Carioca. Obrigada pela atenção.

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  8. .

    Quem conhece a obra do roteirista dessas paródias do Morcego Verde e de outros títulos sabe da já célebre fixação mamária que o mesmo possui, tanto que as personagens femininas mais insólitas aparecem dotadas de um generoso par de "air-bags" (se é que me entendem). Por isso que nesses casos geralmente a culpa nem é do artista. O roteirista é quem sugere essas lambanças, mesmo...

    P.S.: Em minha opinião a Rosinha de "A Piada Sem Sal" está bem mais jeitosinha do que nessa HQ aí. :-P

    .

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