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9 de jun de 2016

A Piada sem Sal em ZÉ CARIOCA deste mês

Uma das mais solicitadas HQs do Morcego Verde está na edição de ZÉ CARIOCA deste mês, já nas bancas. 

Trata-se da paródia A Pìada sem Sal, de Marcelo Cassaro e Paulo Borges, publicada antes somente em ZÉ CARIOCA #2017 (1995). A dupla também foi responsável pela nova fase do (digamos assim) herói da Vila Xurupita, iniciada com O Cavaleiro das Dívidas em 1994 (e que pode ser vista no DISNEY DE LUXO INICIATIVA SUPER-HERÓIS). 

O Morcego Verde é uma criação de Ivan Saidenberg e Renato Canini. Sua primeira história saiu em 1975 (e pode ser vista no DISNEY DE LUXO UM BRASILEIRO CHAMADO ZÉ CARIOCA). Nela, o papagaio demonstra sua admiração pelo Morcego Vermelho, o alter ego do Peninha, então uma febre no Brasil. 

A Piada Mortal, cultuada produção de Alan Moore & Brian Bolland, foi publicada no Brasil pela primeira vez em GRAPHIC NOVEL #5 (Editora Abril, 1988).






ZÉ CARIOCA #2421
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas cor, lombada canoa, capa couché, R$ 4,50, distribuição nacional. Edição #1307. Lançamento dia 3/jun.
Capa: Paulo Borges (desenho) e João Anselmo (arte-final). Donizeti Amorin a recoloriu. Abaixo, ilustração da capa original (ZÉ CARIOCA #2017, fev/1995).
A Piada sem Sal: a paródia com o Morcego Verde de uma das mais famosas histórias em quadrinhos de super-heróis de todos os tempos! E mais: Urtigão, Donald & Peninha e outras trapalhadas do Zé Carioca na Vila Xurupita.
 

  

 

 


A PROPÓSITO...


A Panini acaba de relançar a edição de luxo de BATMAN: A PIADA MORTAL, agora vendida num box de colecionador com CORINGA, de Brian Azzarello e Lee Bermejo. 

BATMAN: A PIADA MORTAL — EDIÇÃO ESPECIAL DE LUXO
Aqui você encontra mais informações e imagens do box. 
Do premiado roteirista Alan Moore (Watchmen, V de Vingança), conta como um dia ruim na vida de um homem pode significar a linha que separa a sanidade da loucura. Principalmente quando se trata do Coringa, o maior e mais conhecido vilão do mundo dos quadrinhos. Os desenhos de Brian Bolland (Camelot 3000), um dos maiores ilustradores dos quadrinhos, elevaram a história praticamente à perfeição retratando com maestria o mundo imaginado por Alan Moore. Mas faltava um detalhe para completar a obra. Bolland não pôde colorir a edição original. Isso foi corrigido e as cores foram completamente refeitas pelo artista, seguindo fielmente a sua imaginação. Edição obrigatória para os fãs do Coringa, do Batman e dos quadrinhos. 


Por Edenilson Rodrigues. 
Fontes: Acervo Planeta Gibi, Banco de Dados Planeta Gibi, divulgação. 
Publicado originalmente em 9/jun/2016. 


18 comentários:

  1. Alguém sabe informar se a história vale a pena ou o título é só um caça-níquel ??

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    1. Apesar de vir na assinatura, compraria de qlqr forma rsrs

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    2. A capa e o título são tentadores... mas queria saber se o conteúdo tmb é digno huauhauha

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  2. Vale muito a pena. E as outras histórias, também republicações (claro!), são muito boas também, e com a coloração original.

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  3. Essa história é demais! Claro que sempre gosto de histórias inéditas, mas, essa republicação é muito bem vinda. Paulo, o Zé Carioca tinha que ter um capa dura todo ano!!!
    E senti muita falta do capa dura das Olimpíadas, uma pena não ter dado certo.

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  4. E pelo menos até janeiro a revista do Zé Carioca voltará a ser apenas um depósito de histórias antigas (as quais adoro, mas que podem muito bem ser alocadas nos almanaques, no Disney Especial e em Disney Big).

    Sei que a editora deve ter seus motivos financeiros para paralisar novamente a produção de histórias inéditas, mas não deixa de ser uma pena.

    A Abril, que foi a segunda maior criadora de material para a Disney nos áureos tempos, atualmente não consiga manter uma mísera história mensal de 10 páginas.

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    1. É verdade, para aumentar o número de leitores acho que eles poderiam divulgar mais para que principalmente as crianças conheçam as HQS da Disney, como distribuir alguns pequenos exemplares em escolas.

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Legal que deixaram o letreiramento original das histórias também

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  7. Não entendi porque não publicaram essa HQ no especial de Super Heróis capa dura, seria um excelente complemento para o Cavaleiro das Dívidas, pois ambas são inspiradas em clássicos da Batman.

    Em vez disso, botaram aquelas de qualidade questionável, "O transtorno do retorno", "O retorno do transtorno", etc.

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    1. Se o especial tivesse TODAS do Clube dos Heróis, mais TODAS do Morcego Verde pelo Cassaro (incluindo essa), e mais aquelas sagas longas do Morcego Vermelho e do Superpateta, aí sim seria um especial de fato.

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    2. Quando o capa dura estava sendo produzido, os arquivos de A Piada Sem Sal não estavam disponíveis!

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  8. Piada sem Sal pode ser uma história muito boa e rara, mas me incomoda muito saber que essa republicação tenha merecido mais destaque para a Abril do que divulgar as inéditas do Zé que vinham saindo até então - e que foram interrompidas na surdina, depois de alguns meses sumidas sem explicação e um retorno-relâmpago.

    Quando haviam inéditas, era normal elas sequer terem destaque na capa, sendo preteridas por ilustrações genéricas. Com isso, o público não-aficionado dos quadrinhos Disney provavelmente nem teria como saber que a produção nacional havia sido retomada se não folheasse as revistas na banca.

    É uma pena mesmo que tenha acabado assim. Quando soube que Zé Carioca iniciou uma série de histórias inéditas, já haviam se passado meses da primeira edição. Nunca fui de colecionar revistas Disney, mas saber da novidade me trouxe um interesse enorme em conhecer o Zé melhor.

    Comecei pelo Crocante 3-D (uma das poucas inéditas com chamada de capa), depois fui atrás das edições inéditas que havia perdido e dos especiais de 70 anos. Logo, conheci o trabalho do Canini e li edições clássicas. Me apaixonei pelo personagem.

    Tive por esse tempo o prazer de comprar o Zé para prestigiar seus artistas (que design lindo o das histórias do Ventura), curtir o personagem e seus amigos em um contexto atual e torcer que os investimentos seguissem e Zé ganhasse a popularidade merecida. Uma revista Disney mensal totalmente inédita E brasileira parecia possível.

    Bom, já era a ilusão.

    E agora que as inéditas paralizaram de vez, Zé voltou a ser o almanaque de lombada canoa que foi por mais de dez anos. E fica a pergunta: qual a necessidade de termos dois títulos (o Zé normal e o Almanaque "oficial") com o mesmo tipo de conteúdo, afinal? O que os diferencia?

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    1. as Hqs inéditas do Zé devem volta em janeiro de 2017!

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    2. as Hqs inéditas do Zé devem volta em janeiro de 2017!

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  9. Gostaria que o Zé Carioca voltasse a ter apenas histórias inéditas.

    Tenho gosto do que vejo nas revistas do Pato Donald, Mickey, Tio Patinhas, e estas são as que continuo a comprar. Nestas, constantemente saem HQs inéditas, com gráficos bem detalhados, além dos roteiros bem elaborados, em especial as histórias importadas da Dinamarca.

    Mas justamente a qualidade brasileira dos anos 80 e 90, para mim é que são marcantes.

    Os gráficos modernos da revista do Zé Carioca, dos anos 90, aproximadamente nas séries 1900 a 2100, eram muito bonitos. Tanto que são o que mais é reprisado, como vemos nesta edição do Zé que está nas bancas.

    Material inédito dessa qualidade seria fantástico! Uma pena que a Ed. Abril não está mais nos oferecendo isso!

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  10. Feedback: Muito boa a paródia acabei de ler... comprei a do Mickey tmb e a paródia desta é tão boa quanto...

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  11. Estas sátiras me lembram as que saíam dos Trapalhões. Ia ser lindo um encadernado disto.

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