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5 de mai de 2016

CEBOLINHA em edição histórica

A partir de agora, CEBOLINHA passa a circular em pé de igualdade com MÔNICA, com as mesmas 84 páginas e lombada quadrada da "concorrente". 

A novidade vinha sendo alvo de teasers nas redes sociais e agora é mote de divertida ação de divulgação em todas as demais revistas mensais em formatinho da Turma deste mês, com o personagem participando de histórias em todas elas e interagindo com os demais nas vinhetas dos logotipos de capa. 

Também as contracapas de todas essas revistas são especiais, numa espécie de versão variante da própria capa (confira todas elas no checklist).

CEBOLINHA #13 (Panini, 4ª série) torna-se assim a primeira edição da revista com lombada quadrada desde aquela que comemorou seus 10 anos, ainda pela Editora Abril, em dez/1982. Na ocasião, o gibi circulou com o dobro de páginas e reproduziu as HQs do #1. E uma única outra vez a revista tinha abandonado os grampos — na também comemorativa #100 da Abril, em mai/1981, com 100 páginas.


CEBOLINHA #13
Panini, MSP, 5/mai/2016.
Publicação mensal, formato 13,4 x 19 cm, 80+4 páginas cor, lombada quadrada, capa couché, R$ 5,40, distribuição nacional. Edição #527, 4ª série.










Por Edenilson Rodrigues. 
Fontes: Acervo Planeta Gibi, Banco de Dados Planeta Gibi, sites da editora.
Publicado originalmente em 5/mai/2016.




14 comentários:

  1. O problema de mais páginas é aumentar mais a enrolação nas histórias. Se com 68 páginas já tinha encheção de linguiça, imagine com 84.

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    1. Verdade, mais paginas com essa fase deve ser de amargar.

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    2. Pois é, folheei a Mônica Nº 12 do mês passado mesmo, colocaram uma história muda do Xaveco com o pai de 13 páginas! A metade de páginas disso já dava conta do recado. Muito desperdício de papel.

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    3. as do Xaveco são muito boas, a pantomima dessa histórias é que as tornam especiais

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    4. Foi exatamente o que pensei quando soube do aumento de páginas. Espaço que, como já vem acontecendo, será ocupado por historinhas de miolo fraquíssimas, tiras mudas que funcionariam perfeitamente em três quadrinhos sendo esticadas por várias páginas e coisas assim.

      Já faz um tempo que apenas as histórias de capa têm vindo boas enquanto o miolo sofre. É pena inclusive como tem se tornado raras as histórias das turmas secundárias, que sempre ocupavam a maior parte deste espaço. Quando tem, é Penadinho, Tina ou historinha muda do Piteco.

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  2. Bacana, afinal Cebolinha era o único gibi dos cinco principais que nunca teve aumento de páginas. E o marketing da MSP continua maravilhoso e deveria servir de exemplo pra outras editoras quando forem anunciar novidades.

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  3. Eu gostei que Cebolinha voltou a ter mesmo tanto de páginas que Monica. Serio! Gostei, pois ele e ela são personagens-chave para os demais. Agora, no lugar de aumentarem a dele para 84 páginas, seria interessante fazer Mônica voltar a ter 68.

    Quanto a digitalização nos quadrinhos, isso vem acontecendo em todos os quadrinhos infantis. Até a Disney tem feito esse copia e cola, até mesmo em capas. Seria estranho a MSP não aderir. É prático, infelizmente. Nada substitui o desenho à mão. Mas é compreensível o que está havendo. Tantos títulos, pouco tempo para dar conta de tudo. Muito material acaba sendo ruim mesmo. Mas ainda dá para encontrar algo bom, digitalizado, copiado e colado, mas bom. Tudo depende do modo como é feito, da ocasião, do traços, de um monte de coisa....

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  4. Bom, nessa primeira edição de 84 páginas Cebolinha logo de cara contracena com Donald, Zé Carioca, Horário, Penadinho, Chico Moço, Piteco, Mônica Jovem, Bidu etc. etc. Tudo na mesma HQ. (Claro, os personagens Disney são paródias.)

    As seguintes são HQs "normais" de Penadinho, Piteco, Do Contra, Astronauta, Nico Demo além, claro, de mais histórias do próprio Cebolinha.

    Abs.

    Edenilson

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  5. Só corrigindo: a edição #100 do Cebolinha na Editora Abril saiu em abril/1981, e não em maio como disseram.

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    1. CEBOLINHA #100 e #101 são formalmente de maio/1981, como registram seus expedientes e o banco de dados oficial da Editora Abril.

      Obviamente que o #100 pode ter chegado às bancas no final de abril, da mesma forma que o ALMANAQUE DO CASCÃO #1 é formalmente de fevereiro de 1979, mas eu sei que ele saiu em março porque o comprei na banca no dia do lançamento e registrei o fato no meu "banco de dados" particular na época (um caderno de anotações dessas coisas, claro).

      A edição comemorativa abre e fecha com HQs inéditas, entremeadas por pérolas republicadas, todas precedidas por gags inéditas. Um primor.

      Já o número seguinte (Cebolinha Passou dos 100!) é que foi a edição "normal" daquele mês.

      Como dava gosto comprar esses gibis...

      Abs.

      Edenilson Rodrigues

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  6. Já comprei a minha do Cebolinha. Historia de abertura legal, as outras paginas são como sempre vem sendo atualmente. Comprei Cebolinha, Cascão, Magali Almanaque Temático Fabulas com a Mônica, Almanaque do Chico Bento e Almanaque do Cascão.

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  7. Este almanaque temático está muito bom!

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  8. Bastava colocar histórias maiores, as da capa mal dão 25 páginas.

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