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5 de jan de 2016

A inédita e excepcional Anderville no primeiro DISNEY DE LUXO de 2016

MICKEY MOUSE MYSTERY será o primeiro DISNEY DE LUXO de 2016. Com histórias em estilo noir, a série abre com Anderville, de Tito Faraci e Giorgio Cavazzano. MMMM ganhou reedição recentemente na Itália (como mostramos aqui). A versão brasileira deve sair ainda no primeiro semestre, com ao menos 377 páginas. Todas as HQs são inéditas no Brasil.





Página do catálogo da Panini Itália que divulgou os lançamentos Disney na Lucca Comics & Games, o maior evento de quadrinhos do mundo ocidental, realizada no final de out/2015: TOPOLINO OMNIBUS #1 (de 2) destacando o clássico Andervilleinédito no Brasil.


A edição brasileira deverá replicar as HQs do primeiro volume italiano, que apresenta as HQs origalmente publicadas  em MICKEY MOUSE MYSTERY MAGAZINE #0 a 5 (1999-2000). 

A saga mostra Mickey em Anderville às voltas com investigações particulares, máfia e questões políticas. MMMM foi concluída na edição #11, no início de 2001.


MMM — PARTE 1
Essa mesma sequência de HQs, toda inédita no Brasil, estará no primeiro DISNEY DE LUXO de 2016.

Anderville
Roteiro de Tito Faraci; desenhos de Giorgio Cavazzano. 64 páginas.

The Link
Trama de Ezio Sisto e Tito Faraci; roteiro de Tito Faraci; desenhos de Alessandro Perina e Andrea Cagol; arte-final de Sandro Zemolin. 61 páginas.

Estrelita
Roteiro de Francesco Artibani; desenhos de Giuseppe Zironi; arte-final de Gianni Gatti. 60 páginas.

Lost & Found
Roteiro de Tito Faraci; desenhos de Claudio Sciarrone. 64 páginas.

Mousetrap
Roteiro de Francesco Artibani; desenhos de Giuseppe Zironi; arte-final de Gianmarco Villa e Gianni Gatti. 64 páginas.

Firestorm
Roteiro de Tito Faraci; desenhos de Alessandro Perina. 64 páginas.

E POR FALAR EM COMIC CON...
LUCCA COMICS & GAMES 2015 ILUSTRADA
(Clique nas imagens para ampliá-las)




Paz do lado de fora da muralha que circunda a cidade histórica...


E muita, muita, muita, muita gente do lado de dentro.



O interior da cidade não comporta o colossal stand de games, que é então montado no lado de fora, pegado à muralha.


Lá, como aqui, fila para entrar no stand da Panini...


...cuja dimensão, para expor basicamente Disney, mangás Ratolik e Marvel...


...é insuficiente. Também houve aqui o lançamento do álbum de figurinhas do Tex, absurdamente colecionável e impressionante (voltemos a ele oportunamente).


Pedacinho da bancada expondo os lançamentos Disney. Cadê os TOPOLINO com as moedas metálicas? Nem sombra! 



Escala de apresentação dos artistas Disney no stand da Panini: muitas feras.


Só os previamente agraciados (concursos?!) é que conseguiam chegar perto...


...dos artistas Disney (fotos tiradas por cima da multidão, daí a ruindade das imagens).


Situação mais tranquila com os artistas no stand da Sergio Bonelli Editore...


...mas a fila para se conseguir um autógrafo de Villa era algo desanimadora.


Ainda o stand da SBE, com JULIA KENDALL #200, toda em cores, capa variante com tiragem limitada Napoli Comic Con 2015, ali, à mão de quem quisesse comprar...


Em stand de outra editora, um TEX de luxo em tiragem limitada de apenas 450 exemplares. Uma fortuna para os padrões do evento (e também fora dele, convenhamos): 85 euros. Ali ao lado, Gabriel Bá e Fábio Moon autografavam a versão italiana (claro) de DOIS IRMÃOS.


Ainda na expectativa da estreia de O Despertar da Força, Star Wars estava por todo canto, como no concorrido stand montado (novamente) no centro da Piazza dell'Anfiteatro — onde, contrariando o que brasileiros bem nos acostumamos em qualquer evento em nossas terras, podia-se almoçar uma belíssima pizza ou qualquer outro típico e farto prato italiano pagando-se o mesmo valor que seus restaurantes possivelmente cobram em qualquer outro dia do ano: bem pouco.


Cosplayers de tudo.


Tudo mesmo.











Espaço democrático: para entrar nos stands é preciso comprar a pulseira do evento. Mas para se esbaldar nas diversas bancas de usados, a maioria a preço de banana, certamente que não. A Panini também comercializou seus lançamentos numa loja normal, onde tampouco era necessário exibir o ingresso para entrar. Afora a diversão e animação proporcionada pelos próprios visitantes e cosplayers. Em quantidade de visitantes, a CCXP de São Paulo parece que não tardará a igualar ou até mesmo ultrapassar Lucca. E no resto? Será que um dia chegaremos lá?


Por E. Rodrigues
Fotos: E. Rodrigues/Planeta Gibi





36 comentários:

  1. Boa noite a todos do Planeta Gibi. Gostaria de saber quando o Blog dará prosseguimento com aquela iniciativa de nós leitores para com os editores. Pois após as últimas informações do Levi Trindade referente aos futuros lançamentos do meu personagem favorito eu tenho algumas sugestões para que ele possa estudá-las com o tempo.

    E aguardando o dia em que se possível o Levi se disponibilize para um bate-papo numa live no Google ou algo assim para que possamos trocar altas ideias.

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  2. E o Mickey x publicado por aqui?

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  3. LEGAL...simplesmente imperdível!!! *-*

    Sobre as edições Disney Italianas o colecionador Disneyano deve se vê louco com tantas novidades não? xD

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  4. Quantas edições especiais legais a Panini lança na Itália. Pena que não tenhamos quase acesso algum a tais edições aqui no Brasil, nem mesmo através de sebos (em lojas de quadrinhos e livros importados, o preço, quando aparecem tais edições, é tão absurdo que se torna impossível adquirir).

    Fico pensando se não haveria alguma possibilidade de um dia a Panini assumir os quadrinhos Disney no Brasil? Com certeza, eles fariam um trabalho beeeeeem melhor que a Abril!

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  5. 1- Na próxima semana darei prosseguimento ao envio dos comentários aos editores (Maffia costuma ler diretamente no post dele, a propósito).

    2- MICKEY X parece que foi um absoluto fiasco comercial por aqui, não? Apenas 2 números lançados. Você curtia?

    3- Eu não acho possível (seja por questões financeiras ou de espaço) um italiano comprar tudo o que saia de Disney. Além da Panini há outras editoras lançando HQs Disney por lá, como a Giunti (com os temáticos em capa dura e mais). No entanto, convenhamos: é MUUUUUUUUUITA republicação. Então, se eu morasse lá, faria um recorte do que colecionaria. Quanto aos preços, são OK, mas esse TOPOLINO OMNIBUS acima mencionado eu considerei caríssimo (35 euros). 35 euros para eles podem equivaler a 35 reais para nós; na conversão para nossa moeda, no entanto, a coisa assusta.

    Abs.

    E. Rodrigues

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  6. Outra coisa digna de nota no trabalho da Panini Itália com a Disney é que são lançados títulos (como UACK! e DEFINITIVE COLLECTION) muito bacanas e que, ao mesmo tempo, não são o supra sumo do luxo em termos de acabamento, o que os tornam ace$$íveis. São bonitos e com extras interessantes. Falta esse meio termo por aqui. Nem a simplicidade de um mero gibi de banca nem uma enciclopédia em capa dura. Atendem tanto o leitor eventual como o colecionador.

    E. Rodrigues

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  7. Caramba, eu nao sabia q MMM era tão antigo assim. Mais de quinze anos de atraso... Eu preferia q saísse no formato Panini Vertigo: encadernado em papel lwc e capa cartonada por menos de R$ 25 em duas edições para o mesmo ano. Mas td bem, sei q muitos preferem o luxo à economia $$. Estranho o PG perguntar se o leitor curtia Mickey X com um certo desdém (ou entendi errado?) quando já vi tanta gente pedindo mais histórias de Mickey X seja em comunidades, no Face da Abril ou aqui no próprio PG. Logo, esse tipo de pedido não é novidade e nem motivo de espanto. Eu mesmo tenho as duas edições de Mickey X e gostei bastante. Deveriam publicar algumas inéditas, nem q fosse na revista mensal.

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  8. Também gostei de Mickey X. Tá faltando um especial capa dura do Superpato e do Morcego Vermelho.

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  9. Sei lá, mas depois de ver aquele cosplay do Donald na antepenúltima foto precisarei de remédios para conseguir dormir... hehehe

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  10. fantastico, a Panini Italiana está 1000 anos a frente da Abril aqui, quanta coisa fantastica, masss fazer o que né, quanto ao primeiro capa dura gostei, a tempos quero ler essas histórias do Mickey.

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  11. Jefferson, não foi desdém nenhum, só curiosidade.

    Depois de quase 10 anos de loja do Planeta Gibi (a completar no final do ano) e de 7 anos deste blog (a completar em março) não nos restou dúvida de que os gostos e, consequentemente, as opiniões são divergentes.

    Aliás, tem coisas na minha coleção que tenho até vergonha de confessar...

    Abs.

    E. Rodrigues

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  12. Douglas, estou certo de que Superpato e Morcego estão dentre as possibilidades.

    Uma coisa que falta é um Cinquentenário Disney atualizado e ampliado. Morbidamente, aliás, em 2016 são 50 anos da morte de Walt Disney. Uma sugestão recorrente do Planeta Gibi é um DISNEY ORIGENS (teria que ser mais de um volume) compilando não só a primeira HQ de personagens medalhões (e bastante conhecidas e republicadas) com aquelas de secundários ou momentaneamente de lado, como Capitão Mobidique, Prof. Gavião, Gilberto etc. Muitos personagens surgiram nas tiras de Taliaferro. Com a recuperação dessa produção, em curso pela americana IDW, não se trata mais de tarefa impossível.

    Abs.

    E. Rodrigues

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  13. Excelente notícia e cofre certo!!!

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  14. Subjetivo esse negócio. DD também teve revista, ficou só em dois números, e não foi para frente e hoje é empurrado pela goela. Não sei pq Michey X não recebe o mesmo tratamento.

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  15. Uma pena que Mickey X não tenha dado certo, pois era uma ótima ideia, um título mais "sério", parecido com as revistas de super-heróis, ou com as revistas européias.

    Infelizmente, nada muito sofisticado "dá certo" no Brasil.

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  16. Mickey X preferência mais que Os Mágicos de Mickey! xD

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  17. PG, não tenho vergonha de confessar que tenho as duas edições de Mickey X na minha coleção! ;)

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  18. Embora goste muito do Maffia, devo confessar que gostaria de ver a Abril desistir de vez dos quadrinhos. O tratamento da editora com os leitores é lamentável, o total descaso com a qualidade dos gibis já chegou há um limite intolerável para mim. Tem revista que vc mal consegue abrir, devido a rigidez das páginas.
    Recentemente ganhei alguns gibis publicados na Alemanha e fiquei impressionado com a facilidade para foliar as páginas, sem falar da excelente qualidade da impressão, que mesmo sendo em "papel jornal" da de 10x0 na Abril (gollll da Alemanha).
    A decisão equivocada da editora em não publicar a obra completa do Dom Rosa (mesmo tendo um mercado certo), é um exemplo disso, a demora em republicar a obra completa de Carl Barks é outra.
    Não sou colecionador fanático e mesmo assim quando gosto de algo não deixo de comprar mesmo que ele seja republicado várias vezes. Pra se ter uma ideia, tenho todas as publicações do Mistério dos Signos já feitas no Brasil, até a raríssima encadernação em capa branca cartonada feita pela Abril. A História e Gloria da Dinastia Pato é outro exemplo, tenho até as moedas lançadas na Itália.
    Uma pena que uma editora que já foi referencia no passado e que mora no coração de tantos amantes dos quadrinhos Disney, tenham que ficar sujeitos a má vontade dos acionistas da editora.
    Outro problema é a distribuição que deixa muita gente na mão. Só tenho algumas coleções completas porque tive que garimpar nas cidades vizinhas, e olha que moro no interior de SP.
    Fico imaginado o sacrifício dos leitores que moram em outros estados para terem as suas coleções completas.

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  19. Uma edição de luxo copilando os volumes de SPNA (muitos ainda inéditos) seria sem dúvida a melhor notícia do ano em termos de lançamentos de quadrinhos.

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  20. Pena. Pra mim da Italia só os quadrinhos da Bonelli. Da Disney não me desce, salvo raras excessões.

    Por outro lado, com tantos lançamentos por ai é um alívio um a menos pra gastar.

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  21. A Abril poderia republicar na íntegra, fiel ao original, as edições da Margarida (primeira série). Seria uma ótima coleção histórica.

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  22. Fabiano, tenho a coleção completa da Margarida. Os primeiros anos do gibi são clássicos, um especial com a turma da Pata Lee seria imperdível.
    Existe um filão enorme de HQs brasileiras dos anos 70 e 80 que poderia virem especiais capa dura. O trabalho brasileiro com os Metralha, Peninha, Turma da Pata Lee, Maga e Min, Zé Carioca e Mickey deixa muitos dos trabalhos italianos atuais no chulé.

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    1. Concordo com o que você disse sobre a qualidade do material brasileiro e um especial desses personagens. A Abril já devia ter feito isso há muito tempo. Seria muito bom! Quanto ao material Italiano, eu gosto de alguma coisa. Não gosto dessa onda super aventuresca de Superpato, agente disto ou aquilo. Gosto mais quando o enredo mostra a Patopolis de sempre. O Superpato nem tá parecendo mais ser Disney. São chatas essas facetas heróicas do Donald. Foram boas no começo, mas me cansou.
      Abraços, obrigado pela consideração!!

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    2. Concordo com vc, também gosto mais do Superpato ambientado em Patópolis com personagens conhecidos, principalmente os Metralhas e o Patacôncio. Em fim são os novos tempos... confesso que ainda tem muito material Italiano relevante, só não gosto do tratamento que a Abril dá a esse material que muitas vezes sai sem ordem cronológica, picado em diversos gibis e em alguns casos tão espaçados que fica impossivel acompanhar. Sou fã de carteirinha do Casty, Paolo Mottura, Marco Gervasio, Teresa Radice e Stefano Turconi. Gosto especialmente do Jan Gulbransson que tem uma maneira de desenhar e escrever bem idênticas ao de Carl Barks.

      Forte abraço!

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    3. Perdão o Jan Gulbransson é alemão!

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    4. Também não curto a onda de SuperPato e DD, acho que foge muito a essência Disney.

      Já sobre a Margarida nos últimos tempos redescobri a revista e comprei alguns números. Os primeiros é uma grande fase, acabei também comprando uns dos últimos e senti uma boa perda da qualidade.

      Mas é fato, seria ótima uma copilação de histórias brasileiras de personagens não Zé Carioca.

      Um Capa Dura da MIM, Margarida, até de boas histórias do Pato Donald (se tem que ter ele para vender, que coloquem ele no meio...).

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    5. Ah esqueci claro também de Peninha, Biquinho e Glória!!

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  23. Entendi. Acho que você gosta mais do que eu desse material italiano. Rsrsrs... Um abraço!

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  24. Já que a moda é capa dura agora, que tal se a Abril fizesse 2 capas duras só com hqs do don rosa? Uma coletânea com as melhores histórias do tio patinhas e e uma com as melhores do Donald... deixando de lado a saga é claro... ou sendo mais radical umas 4 capa duras de 500p cada reunindo as obras completas de Don Rosa... seria épico!

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  25. Já que a moda é capa dura agora, que tal se a Abril fizesse 2 capas duras só com hqs do don rosa? Uma coletânea com as melhores histórias do tio patinhas e e uma com as melhores do Donald... deixando de lado a saga é claro... ou sendo mais radical umas 4 capa duras de 500p cada reunindo as obras completas de Don Rosa... seria épico!

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    1. A Abril é a única editora Disney do mundo que não celebra a obra do Don Rosa. A Saga do Tio Patinhas que sempre vendeu bem no Brasil e não tem o nome do autor em destaque é prova disso. Uma pendenga da Abril com o autor impossibilita a publicação da obra completa do Rosa no Brasil.

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    2. A Abril pode publicar o que quiser da Disney. A obra não pertence a Don Rosa. Certamente a implicância dele no uso de seu nome em capas (e uso "implicância" de forma não pejorativa) desestimula a Abril a identificar outros artistas nas capas (vide UM BRASILEIRO CHAMADO ZÉ CARIOCA, que não cita Canini e Saidenberg na capa). Tal atitude foi um dos fatores que levou a editora a engavetar o lançamento da 4ª coleção semanal (que seria um marco nas publicações Disney no Brasil, em minha opinião).

      Quanto a Abril ser a única no mundo, discordo: a Itália, com quantidade e variedade muito maior de títulos Disney parece ignorar solenemente Rosa. Nem a Saga do Tio Patinhas mereceu uma edição de luxo por lá, que eu saiba.

      E. Rodrigues

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    3. Mas, se é só isso, então a Abril poderia fazer o mesmo do Zé Carioca e lançar com outro título... Por que não o fez?

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    4. Eu lançaria assim ONTEM.

      E. Rodrigues

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    5. Apesar de considerar Don Rosa um bom artista, tanto quanto Willian Van Horn, Daniel Branca, Arild Midthun e muitos outros bons Mestres Disney, penso que ia arrancar nenhum pedaço da editora em colocar o nome dele em uma capa no caso de ser um lançamento especial ou temático. A infantilidade, eu penso, vem tanto da parte dele quanto da editora.

      Fabiano Caldeira.

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  26. Graças a Deus, o Maffia já afirmou que não existe qualquer possibilidade de um "Obras Completas" do Rosa.

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