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3 de jul de 2015

65 Anos Bem Contados: 2001-2010 (Parte 2 de 2)

MESTRES DISNEY, fim de linha para ALMANAQUE DISNEY, o início e o fim da setorização, AVENTURAS DISNEY, HISTÓRIA E GLÓRIA DA DINASTIA PATO, especiais com DuckTales, Mickey e Superpato, DISNEY BIG, edições boas e baratas de férias e extras, CLÁSSICOS DA LITERATURA DISNEY, a volta da série ALMANAQUE e de NATAL DE OURO DISNEY, o aniversário de 60 anos de PATO DONALD. Tudo isso e mais um pouco aqui.


MESTRES DISNEY durou apenas 6 volumes (anúncio em PD #2313, mar/2005). Reproduziu a ideia do título italiano I MAESTRI DISNEY, que em 12 anos teve 37 edições lançadas, todas dedicadas a artistas italianos, à exceção de Paul Murry e Floyd Gottfredson. A versão brasileira foi mais plural: Don Rosa (2 volumes), Cavazzano, Gottfredson, Canini e Romano Scarpa.

Ao lado de ALMANAQUE DISNEY, é dos títulos mais lembrados e de retorno mais requisitado pelos colecionadores. O editor Paulo Maffia afirmou que a coleção ocupa, provavelmente, o incômodo posto de pior vendagem da história da Editora Abril. Impressionante, pois ali tivemos, só para citar dois exemplos, HQs de Don Rosa publicadas pela primeira vez no Brasil (e em formato americano, e em papel de qualidade), como sua estreia, O Filho do Sol, e nada menos que uma HQ inédita e exclusiva de Renato Canini — por sinal, a última desse grande Mestre Disney com o papagaio (e a última produção nacional, até a retomada, em 2012)


O que deu errado com PATO DONALD EXTRA? O sucesso de O MELHOR DA DISNEY apenas confirmou para a editora que muitos dos leitores de quadrinhos Disney eram adultos. Ora, então lancemos um gibi mensal para este público, em formato americano e papel melhor.

Erro crasso nº 1: o título, que durou apenas 2 (d-u-a-s) edições, vinha envelopado com um brinde para lá de infantil, que além de deformar a revista (o terror absoluto dos colecionadores; e, por favor, não confundir colecionador com nerd), elevava seu preço à estratosfera.

Erro crasso nº 2: apesar de anunciar textualmente que se tratavam de quadrinhos inéditos (como acima, em PD #2313, mar/2005), logo a primeira edição era fechada (inadvertidamente, estamos certos) com uma republicação: Tio Patinhas, o Filme


O lançamento de PRINCESAS foi assim anunciado em PD #2317 (mai/2005). Uma produção da Disney Global com atividades e (eventualmente) quadrinhos, a revista teve antes uma série publicada pela obscura Moving Editora, com pelo pelos 39 edições


Essa OS INCRÍVEIS tem uma curiosidade: saíram 5 edições (como a acima, mostrada em PD #2319, jun/2005). E, mais de 3 anos depois, o #1 foi reimpresso e vendido junto com o DVD duplo do filme — a propósito, pelo que sabemos, foi a última oportunidade para adquiri-lo com a dublagem original, já que nos lançamentos posteriores, inclusive na TV, a animação surgiu redublada. Cabe destacar que a reimpressão de OS INCRÍVEIS #1 deve ser contada como uma 2ª edição pelos colecionadores, pois guarda diferenças editorias consideráveis


W.I.T.C.H., uma criação italiana, teve 95 edições lançadas no Brasil (entre mar/2002 e dez/2009). E mais 15 especiais, um especial grandão somente com quadrinhos (set/2006), uma minissérie em 7 edições (W.I.T.C.H. COLLECTION, mar-set/2005) e essa, acima, anunciada em PD #2321 (jul/2005). No final de 2010, a On Line Editora publicou o mangá das personagens, em 2s edições encadernadas. Na Itália, a publicação foi até o #139 (out/2012). 

Ah, sim: o "Todos estes Mundos São Seus" do anúncio é uma alusão direta, para quem não sabe, à mensagem que os alienígenas enviam aos terráqueos quando transformam Júpiter na segunda estrela do Sistema Solar e seus satélites em miniplanetas ("exceto Europa. Não ousem se aproximar dele."). By Arthur C. Clarke, in 2010


SPAWN, a criação do controverso Todd McFarlane, teve 150 números na Abril, entre mar/1996 e dez/2005, além de mais de 30 outros volumes (one-shots e de coleções diversas). Arrebanhou uma legião de fãs, novamente abandonados quando a Pixel descontinuou a publicação no #178 (nov/2008) — a editora retomara SPAWN de onde a Abril havia parado e seguiu sua numeração. Mais tarde, a HQM Editora anunciaria o retorno da série. No entanto, acabou lançando apenas um encadernado (em 2012).

SPAWN detém o título de última publicação de quadrinhos "adultos" editada pela Abril (por ora). O anúncio acima saiu muito curiosamente em ZC #2286 (jul/2005)


A propaganda que vemos acima, publicada em PD #2325 (ago/2005), é histórica. Contemple ali as capas dos primeiros gibis Disney periódicos setorizados do Brasil. E por mais que os diretamente afetados critiquem a setorização, foi aqui que a casa começou a ser arrumada e que se começou a pavimentar a pista que permitiu os voos mais altos que foram dados, sobretudo desde o final de 2009.

ZÉ CARIOCA, MICKEY e PATO DONALD passavam aqui de quinzenais para mensais, de 36 para 52 páginas — ZÉ CARIOCA, marcando bem a passagem, trouxe uma HQ inédita de Don Rosa. MINNIE passava de "gibi de 1 real" para uma estrutura de maior prestígio (interrompida no final de 2006, como mostrado no post anterior desta série, mas depois reiniciada).

Na operação em que ALMANAQUE DISNEY seria reduzido de 132 para 84 páginas, com lombada canoa, o paciente acabou não resistindo. Qual a graça de se chamar de almanaque um gibi com uma estrutura assim modesta, perguntaria alguém. Em seu lugar, um humilde AVENTURAS DISNEY estreou (acima, capa provisória do #1). E ainda que eventualmente criticado, seu espaço foi brilhantemente preenchido com sagas inéditas de excelente qualidade e com reedições relevantes, restauradas. Seu cancelamento, quatro anos depois, mereceu um recap integral do Planeta Gibi. E, tempos depois, uma consideração lúcida de Paulo Maffia, também neste site: "Pense que se ela não tivesse sido cancelada, a Dinastia Pato nunca teria saído como saiu. Talvez não tivesse ocorrido o especial do Superpato, nem do Mickey, que depois foram a base da decisão de se voltar com os almanaques, por exemplo". Outra baixa ocorreu em TIO PATINHAS, que perderia dois cadernos, reduzindo de 100 para 84 suas páginas e reduzindo também as chances de uma volta à lombada quadrada.

O fim da setorização começou a ser testado em 2010, quando algumas praças começaram a receber normalmente os gibis mensais. Em mai/2011, foi oficialmente sepultada. Depois, novamente adotada. Há tempos, por fim, os gibis Disney tradicionais voltaram a ter distribuição nacional


O volume dedicado a Canini, anunciado em PD #2326 (set/2005)


A primeira propaganda "solo" de AVENTURAS DISNEY (em ZC #2293, nov/2005). A saga Dragonlords depois estrearia a coleção DISNEY CAPA DURA, em 2014


O GALINHO CHICKEN LITTLE, a primeira animação Disney integralmente produzida em CGI, e suas revistas especiais. Dentre elas, a tal SUPER-REVISTA, com quadrinhos e passatempos (anúncio em ZC #2293, nov/2005)


MINNIE, a segunda revista-solo da namorada do Mickey, seria cancelada no #29. No final de 2010, ganharia um gibi trimestral com muitas páginas e lombada quadrada, o MINNIE POCKET LOVE, logo substituído pelo retorno do título mensal (com numeração reiniciada). O calhau acima também saiu em ZC #2293


Copa Disney ganhou repeteco aqui. E sairia de novo em 2010. Já em 2011, no entanto, o Planeta Gibi anunciava que em 2014 a Abril produziria um álbum inédito, novinho em folha (e que o álbum oficial da Copa seria mesmo da Panini, que tinha contrato assinado com a Fifa para esse fim, apesar de a Abril ter assinado com a entidade para ser a chamada editora oficial da Copa no Brasil). O anúncio acima, de ZC #2299 (mai/2006), também destacou o gibi homônimo, com capa cartonada, lombada quadrada e 244 páginas


TIO PATINHAS #500 foi a mais recente ocasião em que o gibi teve lombada quadrada (visto em PD #2345, abr/2007). Além da comemoração do gibi, aproveitou-se para lembrar os 60 anos do próprio tio — duplamente celebrado, por sinal, já que a republicação um mês depois de A SAGA DO TIO PATINHAS também serviria para esse propósito


A Disney ainda não havia comprado a Marvel quando a Abril lançou este álbum de figurinhas Wolverine e os X-Men (visto em ZC #2336, de jun/2009). A Disney anunciaria a compra da Casa das Ideias em 31/ago/2009, como registrado aqui no Planeta Gibi.

No post em que falamos do álbum, escrevemos: "A ironia fica por conta dos elementos envolvidos: Marvel, Abril, Panini, figurinhas... Explica-se: a Abril publicava os gibis da Marvel como licenciada da Panini, detentora dos direitos de publicação da Casa das Ideias em vários países do mundo. Ao mesmo tempo, em associação com a Abril, a Panini distribuía figurinhas. Um desentendimento entre as duas editoras quanto a essa distribuição levou-as ao rompimento, que resultou na saída das revistas Marvel da Editora Abril em dez/2001, já que a Panini não quis renovar o contrato de licenciamento, passando a publicar ela mesma os gibis, a partir de jan/2002".

A bem da verdade, o motivo específico do desentendimento entre Abril e Panini, por conta de distribuição de cards e figurinhas, nem foi tão romântico assim, mas não vem mais ao caso. Sobretudo quando as editoras voltaram a $e entender, em 2010, para possibilitar o lançamento de um álbum do Brasileirão com todos os times (Corinthians tinha contrato com a Abril; São Paulo, com a Panini — para ficar em somente dois exemplos)


Power Rangers ERA da Disney. A pedra de salvação para os colecionadores desesperados era aquela linha vertical, ali na lateral esquerda do anúncio publicado em ZC #2337 (jul/2009): "Trademark e Copyright de BVS Entertainment". Ufa, escapamos por pouco de ter que sair correndo atrás dos 33 números de POWER RANGERS A REVISTA, lançados pela Abril entre abr/2006 e dez/2008. A Disney se desfaria, depois, dessa produtora


HISTÓRIA E GLÓRIA DA DINASTIA PATO foi dos mais comemorados lançamentos da Abril nestas eras de internet. Não à toa: pela primeira vez veríamos a saga tal qual fora concebida pelos italianos (em nossas edições anteriores, houve muitos cortes e remontagens de quadros) e com um capítulo extra inédito. O sucesso só não foi unânime porque a distribuição foi deveras caótica (anúncio em ZC #2340, out/2009). Como colecionador não sossega nunca, hoje solicita-se que a saga, com todos seus capítulos extras, incluindo o brasileiro, desemboquem num especial DISNEY CAPA DURA


A Abril aproveitou que a Globo estava reprisando DuckTales na TV Globinho para lançar esse especial (anúncio em ZC #2340, out/2009): 196 páginas em offset, lombada quadrada e capa cartonada. O Planeta Gibi considera este o primeiro volume da coleção DISNEY TEMÁTICO


O padrão de acabamento usado em DUCKTALES OS CAÇADORES DE AVENTURA A ODISSEIA DO OURO foi repetido aqui, em AS GRANDES AVENTURAS DO MICKEY (lembrando os 20 anos da morte do mestre Paul Murry) e em... 


SUPERPATO 40 ANOS, que mostrou ao Brasil, pela primeira vez de forma integral, a origem do (então) anti-herói alterego de Donald. Os gibis saíram no final de 2009, e quando foram assim anunciados em PD #2379 (fev/2010) já estavam há muito esgotados


Em dez/2009, quando o Planeta Gibi atiçou que os 60 anos do gibi do PATO DONALD seriam comemorados com uma coleção, só não se esperava que fosse em tão alto estilo. No final, foram 40 volumes mais ou menos semanais (periodicidade atrapalhada, em grande parte, pelo veto da Disney a alguns temas), que já se inscreveram na história dos quadrinhos no Brasil. O formato agradou e foi repetido, como veremos adiante. A propaganda acima é de PD #2383 (jun/2010). A coleção saiu entre 20/mai/2010 e 8/abr/2011. Junto com o primeiro número, um fac-símile de O PATO DONALD #1, pela primeira vez em tamanho correspondente ao do original


Não existe anúncio das edições inaugurais de DISNEY BIG nem de FÉRIAS (tampouco da série ALMANAQUE ou da volta de NATAL DE OURO DISNEY) nas páginas de ZÉ CARIOCA ou de PATO DONALD. Acima, uma página de PD #2383 (jun/2010).

DISNEY BIG começou como edição única, em dez/2008. Depois foi anunciado como semestral, depois trimestral, depois bimestral. 

Também no final de 2008, saíram as edições de FÉRIAS de PATO DONALD, ZÉ CARIOCA, MICKEY e TIO PATINHAS. Semestrais, ganharam um EXTRA! em seguida. ZÉ CARIOCA foi descontinuado. E PATETA, mesmo não tendo um título regular à época, ganhou uma edição extra! (com ponto de interrogação, bem apropriado). Enfim, esses gibis de 36 páginas, baixo custo e seleções de histórias em geral muito boas acabaram se tornando trimestrais e duraram até 2013.

Já a série ALMANAQUE retornou no final de 2010 como uma avalanche: dez títulos de uma vez. Pararam de cicular entre o final de 2012 e o início de 2013, com exceção de ALMANAQUE DO PATO DONALD, ALMANAQUE DO ZÉ CARIOCA, ALMANAQUE DO MICKEY e de ALMANAQUE DO TIO PATINHAS.

Também no final de 2010 um velho pedido dos leitores e colecionadores foi atendido: a volta do NATAL DE OURO DISNEY, depois de 12 anos.

Coroando a boa fase, as assinaturas dos gibis voltaram a ser vendidas, depois de 10 anos


Página de abertura de PATO DONALD #2383, de junho de 2010


Por E. Rodrigues & Rivaldo Ribeiro
Publicado originalmente em 22/abr/2011




15 comentários:

  1. Puxa! Li atentamente a postagem... Quanta coisa legal foi feita nesse período. Como o competente trabalho de restruturação feito pelo nosso editor Paulo Maffia, foi galgando o patamar do sucesso. Certo que muitas dessas edições agradaram em cheio os fãs, outras ainda estão por vir na sequência e prometem continuar nessa linha de excelência. Os gibis não são apenas para divertir, como pensam alguns, mas, são verdadeiros termômetros de nossa capacidade operacional, enquanto produtores e consumidores da arte dos quadrinhos. Isso tudo, com humanidade, pois acertamos e erramos nesse período. Muito completa a postagem, falando inclusive dos álbuns de figurinhas (que eu adoro colecionar). Parabéns ao Planeta Gibi Blog, e muito obrigado por prepararem essa matéria tão interessante. Penso que esse blog deveria ter uma revista impressa e distribuída pela Abril, algo como uma "revista sobre as revistas em quadrinhos". Eu seria um leitor interessado... Estou muito feliz com as melhorias das publicações de quadrinhos Disney, e as boas notícias dos últimos tempos. Consegui fazer minha assinatura Disney por dois anos (um sonho de criança), e agora é só curtir as maravilhosas publicações. Que venham muitos especiais. Novamente, parabéns, e muito obrigado. Paulo

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  2. Depois dos famigerados anos 2000, o novo sopro de revitalização dos quadrinhos Disney anunciados recentemente é mais que uma boa notícia. É a quase certeza que mais e mais novos potenciais leitores serão alcançados, e nunca mais deixarão, o fantástico mundo dos gibis.

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  3. Será que "esta história não acaba aqui" tem haver com as 3 semanas que faltam... Escritas no canto superior esquerdo do blog?
    Que suspense!!!
    Será a volta do almanaque disney?

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  4. Tomara que seja a volta do Almanaque Disney.Estou torcendo pela volta do Almanaque Disney.

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  5. Tenho trauma com História e Glória... até hoje não consegui a edição 2 dessa bendita... e esse Donald Extra pecou exatamente no que foi comentado... uma pena, pois gostei muito da revista.
    Que venham novidades e mais novidades...
    Estou sempre de olho no blog para saber o que teremos de novo... Fantástico trabalho de vôces, Parabéns novamente.

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  6. mais uma vez excelente materia, agora estou curioso pra saber da tal novidade.

    a abril ta de parabens por essa nova fase...o fim da setorizaçao foi um alivio pra mim que tinha que matar a saudade pela internet...agora posso usar a internet so pra comprar os numeros antigos.

    e que venha muito mais novidades por ai

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  7. Essa história não para aqui quer dizer que a Disney vai continuar fazendo coissas

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  8. A Editora Abril, apesar de tudo, é uma ótima editora, acho que o Maurício de Sousa nunca deveria ter saído da Abril, apesar da enrolação que a emissora estava fazendo, a Globo cresceu por causa da turminha e acho que uma revista que deve crescer na editora, além disso a Turma da Mônica nunca teria recomeçado sua contagem, abandonado as aulas de piano, violão, o horóscopo. Fiquem atentos em 2020 a Revista da Mônica completará 50 anos, provavelmente terá comemoração, posteriormente em 2023, 2032 e 2039, as revista do Cebolinha, Cascão e Chico Bento, e Magali, respectivamente também completarão 50 anos de revista. Sou fã da Turma da Mônica, infelizmente não acompanho a Disney pois a distribuição aqui em Contagem (MG) é muito irregular, mesmo assim adoro todos os personagens da Disney e possuo uma edição de natal de Zé Carioca, muito legal.

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  9. Não Sei Quanto a Vocês... Mas Acho que o momento é mais do que propício para o relançamento da coleção MESTRES DISNEY. Seria legal vê-la em versão capa dura no mesmo formato daquelas coleções da MARVEL e de STAR WARS,publicadas pela Salvat e Planeta DeAgostini,respectivamente.
    Não Concordam Comigo? Uma Onda de Mensagens para a redação Disney/Abril pode ser uma boa saída...

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  10. Estranho mesmo q mestres Disney tenha vendido tão mal... Até eu q não comprava quadrinhos Disney desde a primeira metade dos anos 90, comprei mestres Disney (este e metade da coleção de Carl barks)... Depois disso, só comprei a coleção do Peninha de R$ 1 em 19 edições até q voltasse a colecionar quadrinhos Disney mensalmente apenas no final de 2010.

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  13. A Editora poderia voltar com o Almanaque Disney sendo trimestral e por no lugar dos almanaques do Mickey, Donald, Zé Carioca e Patinhas. Estas revistinas finas EXTRA! e Férias eram ótimas. Lamentável terem terminado. Pode não parecer mas tenho gostado bastante dos gibis da Disney. Tanto que dsde 2007 venho comprando alguns e hoje tenho uma gaveta grande da cômoda cheia delas. E quero mais. Só tenho a agradecer. E as críticas são chatas, mas feitas com admiração pelo quadrinhos Disney.

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  14. Sobre ver turma da Monica de novo na Abril, sinceramente, não gostaria a menos que a supervisão dis roteiros volte a serda Abril. Mas manter um grupo eempresarial como a MSP hoje em dia fica quase inviável pra Abril. Além do mais, apesar de gostar da Abril, a qualidade gráfica da Panini para as revista da turma da Mônica está muito boa. Dá pra comprar de olhos fechados.

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  15. Também acho que Mestres Disney poderia fazer muito sucesso se fosse relançado hoje em dia. Quando saiu foi justamente na pior fase dos quadrinhos Disney, bem quando parecia que ia ser tudo cancelado. Tudo bem que "O Melhor da Disney" já estava sendo editado e vendendo (acredito) mais, mas creio que não era o suficiente para alavancar o MD...
    Aliás, eu mesmo recordo que "O Melhor da Disney" demorou pra esgotar. Sempre ficavam vários volumes acumulados nas bancas e depois ainda se achavam números antigos em supermercados por vários meses. Se fosse hoje duvido que seria assim...

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