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12 de jun de 2015

65 Anos Bem Contados: 1981-1990 (Parte 3 de 4)

URTIGÃO chega para ocupar a vaga de CHICO BENTO, assim como lançamentos de diversos títulos e almanaques buscam engrossar a lista de gibis esvaziada com a saída da Turma da Mônica... O Casamento do Pato Donald tem grande repercussão na imprensa... A Abril Video põe nas locadoras as primeiras fitas VHS seladas da Disney (Dumbo e Tron incluídos)... E ainda: OS TRAPALHÕESDUCKTALESROGER RABBIT, os 50 anos de Branca de Neve... 


Em jan/1987, Urtigão estreou no título de um gibi com esse almanaque, anunciado em ZÉ CARIOCA #1798 (12/mar). Pouco adiante, o caipira ganharia seu título quinzenal. E, talvez por isso, demoraria mais de 3 anos para estrelar outro almanaque. 

Curiosamente, o gibi acima anunciou um gibi da MSP, que já havia se mudado para a RGE (então renomeada Editora Globo): AS MELHORES PIADAS #18 PENADINHO. No final do capítulo anterior desta série, mencionamos que a própria MÔNICA #200 igualmente chegou a ser anunciada num gibi de janeiro da Abril


A mesma edição de ZC divulgou esse TIO PATINHAS ESPECIAL #4, compilando a saga brasileira A História de Patópolis, publicada alguns anos antes nos gibis de linha, mas aqui precedida por capítulos inéditos. Tal obra foi republicada num DISNEY TEMÁTICO em abr/2012 (veja mais aqui)


FOFÃO foi o primeiro dos muitos (então) astros brasileiros da televisão a ganhar títulos na Abril nos anos 1980 e 90. Foi assim anunciado em PATO DONALD #1786 (mai/1987). Durou dois anos e um almanaque.

Os outros foram:

GUGU (20 edições entre set/1988 e mar/1990, mais 4 almanaques)
SERGIO MALLANDRO (20 edições e 1 almanaque, out/1988 a out/1990)
FAUSTÃO (8 edições, de mar a out/1991)
OS TRAPALHÕES (vide adiante)
TV COLOSSO (16 edições, nov/1994 a fev/1996)


Quem já viu o kit completo da edição comemorativa dos 50 anos do 1º Clássico Disney, Branca de Neve e os Sete Anões? Simples, mas muito caprichado. Além do teaser acima (ZC #1804, 4/jun/1987)...


Clique para ampliar

...a divulgação do relançamento do filme nos cinemas ocupou três páginas de PD #1788 (5/jun/1987)


MISTO QUENTE ou salada russa? Quadrinhos, textos, entrevistas, álbum de figurinhas encartado... Alegria, Disney, Fábio Júnior, Murphy (aquele gorila da Estrela que fez o maior sucesso, ganhou várias versões e até uma namorada)... A revista, cuja edição de lançamento foi anunciada em PD #1788 (5/jun/1987), já mereceu um post aqui


Na propaganda do lançamento de sua revista, publicada em PD #1788 (5/jun/1987), Urtigão está se referindo ao almanaque que havia ganho no começo daquele ano. Seu gibi sairia quinzenalmente até jan/1994, por 169 edições. Com a debandada dos títulos de Mauricio, a Abril apostou em nomes para substituí-los. URTIGÃO claramente veio para ocupar a vaga de CHICO BENTO, enquanto que...


...A TURMA DA FOFURA (PD #1789, 19/jun/1987),...


...O GORDO (PD #1791, 17/jul/1987) e PATRÍCIA vieram para ajudar a restabelecer a lista de revistas em quadrinhos infantis da editora. Depois de pouco mais dois anos nas bancas, os três títulos foram fundidos em TURMA DA FOFURA, numa 2ª série com mais páginas e periodicidade mensal. Mas que só durou 4 números. 

Esses personagens são criações de Ely Barbosa, o irmão do novelista Benedito Ruy Barbosa que já havia posto nas bancas CACÁ E SUA TURMA (pela Abril e pela RGE) e 3 especiais com OS TUTTI-FRUTTIS e OS INCRÍVEIS AMENDOINS (pela RGE, no início da década de 1980)


Ao lado do expediente de ZC #1800 (26/abr/1987) já havia sido colocado um teaser: "Em maio, o casamento mais inacreditável acontece em Patópolis! Aguarde!"

Bem, teve-se mesmo que aguardar, pois o casório não saiu em maio, mês das noivas, como anunciado. E quando a página acima saiu em ZC #1807 (16/jul/1987), até quem não lia Disney já sabia do que se tratava. Pois a (nova) SÉRIE OURO DISNEY — e particularmente esse O Casamento do Pato Donald — teve extensa cobertura da imprensa.


Quando a HQ foi publicada nos Estados Unidos, no início de 2010, fizemos um post sobre ela (com direito a comentário de seu roteirista e então diretor de redação Júlio de Andrade — não deixe de ler!). 

E, antes disso, disséramos no texto sobre a polêmica (e detestável) ilustração de Don Rosa: "Os estúdios da Editora Abril somente obtiveram aprovação da Disney para sua produção e publicação quando aceitou as regras do jogo: a HQ não só teria que deixar bem claro que tudo se tratava de um sonho, como teria que incluir recursos gráficos para que o leitor não se esquecesse disso durante a história: as bordas das páginas eram coloridas e o estilo de desenho mudava drasticamente entre os capítulos!"



Você viu a foto do gibi acima, ainda com a moeda ensacada e colada na capa (intocada desde seu lançamento), no post sobre as 600 edições de TIO PATINHAS? Anúncio  publicado em PD #1801 (dez/1987)


Os modelos dos Trapalhões-crianças foram criados por Cesar Sandoval (A TURMA DO ARREPIO) e suas HQs foram produzidas pelo pessoal dos Estúdios da Abril por muitas e muitas edições e títulos:

OS TRAPALHÕES teve 77 edições — entre jan/1988 e fev/1993 (o número 74 não existe!) — e seu almanaque, 5. 

AS AVENTURAS DOS TRAPALHÕES circulou entre set/1989 e mar/1994 por 51 números, 6 almanaques, 1 especial e 2 AS AVENTURAS...RPG

E ainda houve o GRANDE ALMANAQUE DOS TRAPALHÕES 25 ANOS (que trouxe um fac-símile de OS TRAPALHÕES #1), a impagável GRAFIC TRAPA DIDI VOLTA PRO FUTURO e a revista mix OS TRAPALHÕES EM UMA ESCOLA ATRAPALHADA


Olha aí... a primeiríssima seção de cartas de um gibi do ZÉ CARIOCA (edição #1820, de jan/1988). A novidade havia sido prenunciada 4 edições antes, ao lado do expediente


DUCKTALES — OS CAÇADORES DE AVENTURAS foi anunciada (em PD #1809, mar/1988) como uma "Série especial em quadrinhos — 7 edições mensais". Mas seu sucesso a levou até o #25, em nov/1991




Quem tem mania de guardar tudo o que vem com o gibi talvez se lembre (ou até mesmo ainda tenha): ANOS DE OURO DO PATO DONALD vinha lacrado e com um adesivo na diagonal inferior direita do plástico informando quais edições aquele volume continha. 

Repare que se repete a incorreta informação de que as revistas vinham "no formato daquela época". Na verdade, O PATO DONALD só ganhou um fac-símile no tamanho do original em 2010, quando distribuído junto com CLÁSSICOS DA LITERATURA DISNEY #1 (e, novamente, em dez/2014, quando vendido em tiragem limitadíssima com um colecionável do Mickey na CCXP). Os anúncios acima são de PD #1810, 1813 e 1816 (abr, mai e jul/1988, respectivamente)


Uma das duas páginas da promoção Você Faz a Capa publicadas em PD #1813 (mai/1988). Seria melhor se alguns dos vencedores não tivessem se apropriado das ideias de capas já publicadas nos anos 1950 e 60. Enfim...


Fase "paupérrima edition" de LULUZINHA e BOLINHA: além de capa em papel jornal, redução de páginas, infindáveis republicações, apenas 1 (HUM) grampo prendendo a revista! Isso é que é crise! Quanto custa um grampo, gente?! Foi uma decepção chegar em agosto de 1988 nas bancas e ver o que tinham feito com esses gibis. Se não bastasse, ainda mudaram (sacrilégio!) os logotipos, usados desde as primeiras edições pela editora O Cruzeiro e inspirados nos originais americanos. A página acima é de PD #1822 (set/1988). 

A primeira pergunta que o Planeta Gibi fez para o editor Daniel Stycer, da Ediouro, quando de nossa reunião de pré-relançamento de LULUZINHA, no prédio da Abril, em dez/2010: Mas você vai botar o logotipo clássico, né?


Essa coleção, por assim dizer, tomou o lugar de um "Anos de Ouro do Mickey". Anúncio publicado em PD #1822 (set/1988)


CINE DISNEY se resumiu a dois volumes especiais (o primeiro, com Pateta satirizando o agente 007). Em 2010, a Disney privou-nos de ver republicada ...E O Vento Levou em CLÁSSICOS DA LITERATURA DISNEY (ainda por cima, provavelmente a teríamos pela primeira vez com seu layout original). Calhau em PD #1823 (out/1988)



Os anúncios acima são históricos: mostram exatamente os primeiros lançamentos em VHS da Disney no Brasil. A Abril Vídeo, um braço da editora, teve que assegurar à Disney que em nenhuma hipótese a produção das fitas Disney se misturaria às da linha Playboy, também sob sua licença. Seria literalmente uma sacanagem a criança por um Dumbo no seu videocassete Panasonic G-21 e constatar que o conteúdo havia sido trocado inadvertidamente pelo das coelhinhas...

Naquela época, pouquíssimos títulos eram vendidos diretamente ao consumidor, e em lojas selecionadas (em São Paulo, por exemplo, na Brenno Rossi e na Bruno Blois, ambas na 24 de Maio, perto da Mesbla). Esses aqui, anunciados em ZC #1844 (dez/1988), foram disponibilizados apenas para locação


Uma Cilada para Roger Rabbit pode ser comparado a Jurassic Park: ambos usaram conceitos e efeitos especiais já existentes e vistos em outros filmes. Porém, nunca até então de forma tão perfeita e arrebatadora. Na adaptação para os quadrinhos (anúncio em PD #1832, jan/1989), Patolino (da Warner) foi substituído por um polvo genérico


"Lançamento simultâneo em vídeo", informava a página de ZC #1848 (fev/1989). Claro, a editora pegava carona na repercussão obtida pelas fitas da Abril Vídeo e lançava novamente um título com as adaptações das animações Disney. Apesar de anunciar 12 edições, saíram 13. Ou será que foram 12-A?!... veremos isso no próximo e derradeiro post dos anos 1980


Por E. Rodrigues & Rivaldo Ribeiro
Publicado originalmente em 19/jan/2011




18 comentários:

  1. 1) Essa época das seções de cartas dos quadrinho da Abril era péssima!

    2) No formulário do "Você faz a capa", o espaço para o número (do endereço) é do mesmo tamanho que o para o nome da rua. O do telefone é igual ao da idade. Obviamente, quem criava (e cria ainda, basta acessar vários formulários na Internet) tal tipo de formulário nunca os preenchia...

    3) Sobre os sessenta anos do Mickey, na época o Estadão publicou, na capa do Caderno 2, uma bela matéria de Ruy Castro contando a "verdadeira" história do Mickey, com causos que punham em xeque a conduta, até ética, da Disney. Um excelente artigo. Esse eu tenho guardado até hoje.

    4) Meu filho tem dois anos, e adora vários DVD, incluindo vários da Disney. Mas o curioso é que, em pleno 2011, ele tem, assiste e adora dois dos VHSs listados aqui, "O Natal do Mickey Mouse" e "Alô, Amigos" (anunciado acima sem a vírgula obrigatória para separar o vocativo). E não fui eu ue guardei, não. Eles foram "herdados" dos primos dele, que hoje tê, 18 e 13 anos.

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  2. ["Os estúdios da Editora Abril somente obtiveram aprovação da Disney para sua produção e publicação quando aceitou as regras do jogo: a HQ não só teria que deixar bem claro que tudo se tratava de um sonho, como teria que incluir recursos gráficos para que o leitor não se esquecesse disso durante a história: as bordas das páginas eram coloridas e o estilo de desenho mudava drasticamente entre os capítulos!"]

    Eu não sabia que os nossos estúdios sofriam este tipo de interferência drástica por parte da matriz. Tudo bem que eles são os donos dos personagens, mas daí a obrigar os nossos talentos a conceber uma idéia do jeito deles vai uma grande diferença.

    [a Disney privou-nos de ver republicada (talvez) pela primeira vez com seu layout original, no final do ano passado, quando vetou algumas edições de Clássicos da Literatura Disney especialmente editadas por Paulo Maffia.]

    Já soube desta história. Eles obrigaram a Abril a publicar os próximos 10 CLDs acompanhando as edições Italianas. E o Tio Sam levou... Buááá! Aliás, a xenofobia americana é tanta que nem mesmo este clássico italiano inspirado em uma obra literária americana e em um filme hollywoodiano foi publicado lá até hoje. E olha que a história se passa durante a Guerra de Secessão. Chega a ser nauseante esta atitude xenófoba exagerada...

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  3. [Urtigão, na propaganda do lançamento de sua revista, publicada em Pato Donald #1788 (5/jun/87), está se referindo ao almanaque que havia ganho no começo daquele ano. Seu gibi sairia quinzenalmente até jan/94, por 169 edições. Com a debandada dos títulos de Mauricio, a Abril apostou em nomes para substituí-los. Urtigão claramente veio para ocupar a vaga deixada por Chico Bento]

    Esqueci de comentar sobre o lançamento do gibi quizenal do Urtigão. Este personagem de pavio muito curto já era popular por causa das histórias de "A Patada" onde ele aparecia com frequência, mas ao ganhar um título próprio com ótimas histórias nacionais e que durou por muitos anos ele ganhou o direito de figurar entre os grandes personagens Disney, ao lado de Donald, Peninha e Patinhas. Sem falar na inesquecível figura chamada Firmina. Uma das melhores criações dos Estúdios Disney da Abril!

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  4. Ah...adorava as revistinhas de Os Trapalhões na época!;)

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  5. Lembro vagamente do gibi dos Trapalhões. Eles faziam muitas sátiras 'trash' de enlatados americanos. Lembro da Nêga Maravilha, que era o alter-ego do Mussum. Bons tempos onde os quadrinistas de histórias infantis sabiam que histórias para criança não tem que ser 'certinhas' ao extremo.

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  6. Ué? Não entendi. Achei um link onde consta que "E O Vento Levou" na versão 'pato' foi publicado em "I Classici della Letteratura Disney". Foi no volume 18, chamado "Paperino e il vento del Sud" http://www.cartonionline.com/libri/fumetti/i_classici_della_letteratura_disney.htm

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  7. Mas não saiu na versão espanhola! (O que uma coisa tem a ver com outra, também não entendemos até agora!)
    Abraço.
    E.Rodrigues

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  8. Ah, sim. Fomos obrigados a acompanhar a versão espanhola e não a italiana. Mas acontece que a colonização já acabou faz tempo. Pelo menos no livro do Aquino... Abraço com catinga.

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  9. Muita coisa legal nessa época. O gibi do Urtigão sempre agradou. Bons tempos de produção nacional... Abs. Paulo

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  10. Dá pra reparar que os brindes eram comuns nessa época, o manualzinho do Velho Urtiga (ara!) foi até a edição #3.
    Mas a moedinha foi o melhor de todos!

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  11. Consegui comprar o gibi Nº 1 do urtigão, mas o seu almanaque não...
    Tô gostando muito desta série de anúncios antigos!! Parabéns pela dedicação e ótimas fontes de pesquisa!!

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  12. D@anil.B, ficamos felizes que tenha gostado. As fontes de pesquisa são as próprias revistas, nossas coleções e, claro, muitas memórias. Abraço.

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  13. Este VHS de Dumbo, por sinal, foi o único lançamento do filme em home video no Brasil até hoje a preservar a dublagem original de cinema, realizada na década de 1940. Todos os lançamentos seguintes do filme foram lançados com uma redublagem feita na década de 1990, o que torna essa fita uma raridade valiosíssima.

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  14. Opa, corrigindo um erro de digitação: a dublagem de Dumbo atualmente distribuída pela Disney foi realizada em 1986. A dublagem da década de 1990 foi veiculada exclusivamente em televisão, nas exibições de Dumbo pelo SBT.

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  15. Este comentário foi removido pelo autor.

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  16. Esses Trapalhões-crianças eram muito ruinzinhos. Antes havia os gibis dos "Trapalhões-adultos" editados pela Bloch (Os Trapalhões e Aventuras do Didi), que eram de rachar de rir. Politicamente incorretos (como era quase tudo nos bons anos 80) e com situações muito hilariantes. Tinha HQs com desenhos bem ruinzinhos sim, mas de longe muuuuito melhores que essa fase besta que veio com os personagens infantis...
    De qualquer forma, acho que nem teria como a Abril ter publicado isso, já que ficava longe do padrão de qualidade da editora, principalmente para quadrinhos dedicados ao público infanto-juvenil... rs...
    E quando saiu o primeiro volume do Anos de Ouro do Pato Donald eu estava com caxumba e fiquei vários dias sem ir pra escola, jogava um colchão no chão da sala e os dias se resumiam a ler o Anos de Ouro e assistir Sérgio Malandro e Mara Maravilha no SBT... Eita tempo bom!!!

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  17. Parabenizo os criadores do blog pela "viagem" que estou fazendo aos anos 80. Gostaria de fornecer minha pequena contribuição e grande provocação (positiva).

    1) Em plena era do videocassete, substituto caseiro do cinema e dinossauro dos DVDs players, tivemos um belo presente: Arthur Faria Jr (roteiro) & Irineu Soares Rodrigues (desenhos), em PATO DONALD 1758: http://coa.inducks.org/issue.php?c=br/PD+1758. Vale a pena conferir, um clássico.

    2) HALLEY, no ano de 1986 havia uma expectativa da passagem deste cometa o que gerou uma revista do tema. Lembremos também o TIO PATINHAS ESPECIAL 03, em cuja capa o quaquilionário tenta pegar um pedaço do cometa, tema da primeira história. (de quebra nos informou que o astro era composto de gelo).

    3) Merece também um destaque ainda maior, a era a informática com as revistas VÍDEO DISNEY (acredito que foram 04 edições), onde mostrava que o computador seria muito mais do que uma máquina de escrever / calcular. Antes do lançamento de VÍDEO DISNEY, saiu uma edição com LUDOVICO sobre os computadores, destacando um intrigante computador pré-histórico, o mecanismo ANTIKYTHERA. Uma contribuição menor foi o DISNEY ESPECIAL nº 87 - os computadores, que pouco acrescentou ao tema.

    Na revista PATO DONALD 1763, http://coa.inducks.org/issue.php?c=br/PD+1763, (a exceção do pato) o cenário foi feito por computação gráfica. Era o melhor que se podia fazer naquela época. Nessa mesma edição há um história do PROF. PARDAL, em que ele entra no computador para formatá-lo e lá encontra defesas criadas pelo próprio terminal. Qualquer semelhança com 2015, não é mera coincidência.

    4) Um destaque menor, mas não pode passar despercebido a promoção do ano de 1985: VÁ A DISNEYLÂNDIA COM O PATO DONALD, quando cortamos as capas de nossas revistas favoritas para juntar os selos à uma cartela para colorir. (não ganhei)

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  18. Boas lembranças, Kennedy.

    Esse A HISTÓRIA DO COMPUTADOR, com Prof.Ludovico, é hoje um gibi raríssimo, por sinal.

    VIDEO DISNEY, curiosamente, mudou drasticamente de formato na última edição, #4.

    Abs.

    E. Rodrigues

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