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26 de mai de 2015

65 Anos Bem Contados: 1971-1980 (Parte 1 de 3)

Continuando nossa série... começamos falando de O PATO DONALD #1000 e de suas possibilidades numéricas. 

Depois, temos os Manuais Disney, as estreias de DISNEY ESPECIAL e da (depois intitulada) EDIÇÃO EXTRA

As propagandas em ZÉ CARIOCA O PATO DONALD começam a repercutir o volume crescente de títulos de quadrinhos da Abril, como CEBOLINHA, a ultracult DIVERSÕES JUVENIS, CRÁSO PICA-PAUA PANTERA COR-DE-ROSA, PERNALONGA... 

Apresentaremos esta década em 3 partes. Aqui, vamos até abril de 1974

O próprio Donald anunciou a edição #1000 de sua revista (em PD #998, 25/dez/1970). Mas se fôssemos descontar os números ímpares entre o #479 e o 999, todos com o nome ZÉ CARIOCA na capa, aquela milésima edição teria sido, de fato, a #739! A "verdadeira" edição #1000 seria aquela que veio com o #1522 impresso na capa, dez anos depois, em 2/jan/1981. 

E, se insistíssemos nessa renumeração, veríamos que a modestíssima edição comemorativa #2000, de jan/1993, seria de fato a #1364. E que a genuína edição #2000 será, um dia, a que trouxer o #2636 impresso na capa. Ou seja, permanecendo o PATO DONALD com periodicidade mensal, isso se dará em jul/2031, exatamente quando a revista estiver comemorando 81 anos. 

Ah, sim: a edição que chegará às bancas em jul/2015, com um remake da capa do #1, será a #1809


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Presente de grego: a criança manda um cupom para a Editora Abril "assumindo um compromisso" para que seu pai pague por uma assinatura de Veja que ele nem sabia que queria! Tudo para ganhar, junto, outra assinatura (de O PATO DONALD, ZÉ CARIOCA, MICKEY ou MÔNICA). Há uns 40 e poucos anos, parece que ninguém seria preso ou processado por isso. Hoje, tal promoção (ou armadilha, dependendo do ponto de vista) seria impensável. O encarte, em papel offset impresso em frente e verso, veio em ZÉ CARIOCA #1029 (30/jul/1971) e no PD da semana seguinte


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O Manual do Escoteiro Mirim, replicado do original italiano, foi um sucesso retumbante. Tanto que ganhou mais duas edições, além de um 2º Manual do Escoteiro Mirim e do Supermanual do Escoteiro Mirim — este, uma compilação do material publicado nos dois primeiros, com capa em tecido jeans e cadeado. 

Na esteira, vieram diversos outros manuais Disney, inclusive alguns 100% brasileiros. Fizeram história e foram copiados. A Idéia Editorial lançou o Manual dos Super-Heróis; a RGE, o do Mandrake. E a própria Abril publicou, entre outros, o Manual do Zé Colmeia e o Manual da Mônica (que vinha com uma camiseta Sulfabril de brinde, branca e com a inscrição "A Ordem É Brincar"). Voltemos aos manuais oportunamente. (O anúncio acima saiu em O PATO DONALD #1026, de 9/jul/1971.)



Anúncio em ZÉ CARIOCA #1033 (de 27/ago/1971)


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Quadrinhos ou historinhas ilustradas? A dúvida que persegue os colecionadores de HQs Disney persiste! Anúncio do lançamento de DISNEYLÂNDIA em O PATO DONALD #1038 (1/out/1971). Antes disso, houve teasers, como aquele publicado em PD #1032



O PATO DONALD #1078 (de 7/jul/1972) divulgou assim o lançamento de DISNEY ESPECIAL, o 6º título clássico Disney. E só perderia o posto de gibi periódico Disney brasileiro com maior quantidade de páginas mais de 36 anos depois, com a chegada de DISNEY BIG (com 308 páginas)



O PATO DONALD #1084 (18/ago/1972) assim anunciou a estreia do 7º gibi clássico Disney, EDIÇÃO EXTRA. No entanto, essa coleção só passou a ter esse nome muito tempo depois, por convenção da Editora Abril/Dinap. 

No final de 1978, a editora decidiu reunir sob este título tudo o que já havia lançado de especial Disney em formato Pato até então (edições extras de MICKEY, MICKEY ESPECIAL, um volumão avulso similar a DISNEY ESPECIAL publicado por ocasião do espetáculo Disney on Parade e, claro, os números anteriores da própria EDIÇÃO EXTRA). 

Naquele mês de dezembro, o título então se chamava formalmente "EDIÇÃO EXTRA DE ALMANAQUE DISNEY", como registrado no Instituto Verificador de Circulação (IVC) e em suas próprias lombadas. Como o ALMANAQUE DISNEY de nov/1978 era o #90, colocou-se na capa da EDIÇÃO EXTRA que sairia em seguida exatamente esse número. E todas as 38 edições anteriores foram numeradas retroativamente. 

Assim, recaiu sobre esse Pateta Olímpico aí de cima precisamente o #52. Não existe, portanto, um "número 1" formal de EDIÇÃO EXTRA



Da época em que TV em cores era coisa de rico (O PATO DONALD #1098, 24/nov/1972). Para se ter uma ideia, a primeira novela em cores ainda nem tinha estreado!

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Aqui, uma lacuna: não há registro nas páginas de PD ou ZC, mas em dez/1972 a Abril lançou OS FLINTSTONES E "OUTROS BICHOS", de Hanna-Barbera. Até então a editora paulista só publicava quadrinhos Disney e MÔNICA. Como veremos a partir daqui, a Abril começa a apostar forte em gibis das mais diversas produtoras
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Estreia CEBOLINHA. E ZÉ CARIOCA #1107 anuncia, em 26/jan/1973



A distribuição de brindes em gibis, sobretudo pôsteres, era expediente comum. Anúncio em O PATO DONALD #1122 (11/mai/1973)



O Morcego Vermelho dá as caras pela segunda vez nos quadrinhos, agora em sua própria revista — um especial depois considerado EDIÇÃO EXTRA, como explicado acima. O personagem viraria uma febre e ganharia outros especiais, além de ter presença constante nos outros gibis Disney. 

Este anúncio, publicado na 4ª capa de O PATO DONALD #1124 (25/mai/1973), tem uma grande curiosidade: o sobrinho rindo do Peninha fantasiado é uma citação explícita à ilustração do Mestre Disney italiano Carpi para a Enciclopédia Disney original, do final da década de 1960, e que acabou inspirando os artistas da Abril a desenvolvê-la no personagem



Mickey anuncia o espetáculo Disney on Parade (PD #1126, 8/jun/1973). No mês seguinte, a Abril lançaria uma espécie de DISNEY ESPECIAL extra, chamado de FESTIVAL DISNEY. Como explicamos acima, a Abril decidiu tempos depois que tal especial seria considerado um mero número de EDIÇÃO EXTRA (leia mais sobre o espetáculo e sobre o FESTIVAL DISNEY aqui)



Aqui começa a enxurrada de novos títulos: DIVERSÕES JUVENIS vinha para testar os bons vendedores — que, consequentemente, ganhavam títulos independentes. Pois O GORDO E O MAGRO foi um dos bem sucedidos: teve 32 edições, até 1981. Acima, página de PD #1138 (31/ago/1973)



A PANTERA COR-DE-ROSA (DIVERSÕES JUVENIS #2) se deu melhor ainda: circulou até 1988, com exatamente cem edições entre título regular e especiais — sem contar os quatro números do spinoff O INSPETOR. E esses personagens ainda tiveram um breve revival entre 1992 e 93, mas por apenas seis edições e um almanaque. Nunca mais a Pantera ganharia título no Brasil. Ou seja, a Abril foi a única editora que a publicou. Mais do que isso, seus estúdios chegaram a produzir HQs com os personagens para suprir a demanda por inéditas. Outros tempos, definitivamente. O anúncio acima saiu em ZÉ CARIOCA #1141 (de 21/set/1973)



Três livros ilustrados. E talvez os primeiros Disney pela Abril com créditos explícitos de roteiro (Ivan Saidenberg) e desenhos (Carlos Edgard Herrero, Carlos Gomes de Freitas, Izomar C. Guilherme e Jorge Kato). Visto em O PATO DONALD #1144 (12/out/1973)



O PICA-PAU mal foi testado em DIVERSÕES JUVENIS: bastou um número para que a Abril já o lançasse como título independente. E durou bastante: depois de 93 edições e 17 almanaques, publicados até 1988, fez uma pausa de 3 anos e voltou para mais 101 números da série O MELHOR DO PICA-PAU e mais 5 almanaques (o calhau acima saiu em ZC #1153, de 14/dez/1973). Depois de breve passagem pela também efêmera Editora Atlantis (onde teve 7 edições com HQs contemporâneas e inéditas), o passarinho maluco voltou para a Abril, onde ganhou mais de uma dezena de edições em formato magazine de PICA-PAU QUADRINHOS E PASSATEMPOS (isso, até 2003). Em 2008, a pequena Deomar Editora passou a publicar um gibi com quadrinhos decalcados dos fotogramas do desenho animado (durou 70 números e mais algumas edições extras)



O PATO DONALD #1154 (de 21/dez/1973) anunciou assim o lançamento de CINQUENTENÁRIO DISNEY, em formato magazine, que abriu a série dos 4 especiais DISNEY CAPA BRANCA e privilegiou as HQs de origem de vários personagens


Teaser da memorável CRÁS!produzida por variados talentos brasileiros, de Canini a Jayme Cortez, em O PATO DONALD #1158 (18/jan/1974). E,...



...um mês depois, o anúncio definitivo do número de estreia da revista — uma das incontáveis "Edição Especial de Diversões Juvenis". De início, saiu em formato magazine; depois, foi reduzida a fomato Pato.  E acabou cancelada porque "só" estava vendendo uns 100 mil exemplares!



A morníssima (para a seleção brasileira) Copa da Alemanha de 1974 foi precedida pelo lançamento do Manual do Zé Carioca, cujo conteúdo seria atualizado e relançado na Copa seguinte e, com outros títulos, sucessivamente, a cada novo campeonato. O anúncio publicado em O PATO DONALD #1166 (15/mar/1974) traz essa gag exclusiva com o Zé



A Warner Bros. estreou na Abril com esta DIVERSÕES JUVENIS (#8) Frajola e Piupiu (anúncio em PD #1170, 12/abr/1974), que logo em seguida viraria título independente. 

O medalhão PERNALONGA só estrearia na editora no ano seguinte, em outubro — porém, já com título próprio. Ainda teríamos PATOLINO, GAGUINHO e até BIP-BIP. Esta primeira incursão de Looney Tunes na Abril durou até junho de 1980, totalizando 117 edições. 

Depois, a turma se mudaria para a RGE. A volta à Abril ocorreu em 1990, com o modesto O MELHOR DE PERNALONGA, todo feito de republicações, e o volumoso PERNALONGA SUPERESPECIAL. Também houve duas edições de LOUCADEMIA DE POLÍCIA

Já no final dos anos 1990, houve uma reestreia, mas diferenciada: formato americano e histórias inéditas distribuídas entre alguns títulos. Terminou junto com o ano de 1999. 

Depois de brevíssima passagem pela Tipo, esses personagens da Warner (proprietária da DC Comics, bom lembrar) foram parar na Panini e na On Line, onde não repetiram os sucessos anteriores



SATANÉSIO acabou se destacando em CRÁS! e ganhou um breve título (apenas 4 números) no ano seguinte (anúncio em PD #1170, 12/abr/1974). Quando acabou, seu criador, Ruy Perotti, deu início ao gibi do GABOLA — que veremos na sequência


Por E. Rodrigues & Rivaldo Ribeiro
Publicado originalmente em 6/jan/2011



21 comentários:

  1. Tá legal demais essa série,parabéns...muito show ver essas propagandas/raridades!:D

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  2. O que virou hit aqui foi o tal Patograma! A criança mandava o cupom ("não precisa selar nem pagar nada, Tio Patinhas paga tudo"!), o pai recebia a revista e, só depois, a conta! O que deve ter tido de reclamação...

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  3. Realmente de parabéns por esta série. Eu já conhecia boa parte dos anúncios, especialmente os dos anos 1960 para a frentem, mas fazia MUITO tempo que não os via.

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  4. Ai que saudades. Tempos maravilhosos!

    Parabéns a dupla pela insistencia em querer manter viva a memória dos quadrinhos Disney no Brasil.
    Mas confesso que a contagem da numeração de Pato Donald ficou meio confusa, meu filho me ligou aqui no trabalho só para perguntar.

    Ele disse: Pai se a edição 1000 seria a 1522, como a 2000 poderia ser a 1364?

    Eu expliquei o que eu entendi.

    Se fossem contadas normalmente (sem Zé Carioca), uma a uma, a milésima revista (o real nº1000) do Pato Donald seria na verdade o nº1522.

    E se contássemos, uma a uma, as revistas do Pato Donald (ignorando a numeração, só contando) quando chegássemos na edição nº 2000 de jan/93, teriamos contado 1364 gibis.

    Aí meu filho entendeu!

    O QUE COMPLICOU FOI:
    "E, se insistíssemos nessa "recontagem", veríamos que a modestíssima edição comemorativa #2000, de jan/93, teria sido "na verdade" a edição #1364"

    Veja, seu texto está correto, mas de fato, ao ler, leitor imagina:
    Se o nº 1000 seria o nº1522, como o nº 2000 (que é bem mais alto) poderia ser o nº1364?

    Abraços

    Vinicius

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  5. Simples:

    nº 1000 da ed. Abril ==> nº 739 real
    nº 1522 da ed. Abril ==> nº 1000 real
    nº 2000 da ed. Abril ==> nº 1364 real
    nº 2636 da ed. Abril ==> nº 2000 real

    Foi assim q eu entendi...

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  6. Hmm. Vejamos:
    "Se o nº 1000 seria o nº1522, como o nº 2000 (que é bem mais alto) poderia ser o nº1364?"

    Porque o citado 1000 é a edição de fato, e não o número de capa, e o 2000 é o número de capa, e não a edição expurgada de Zé Carioca!

    Piorou, né?

    Ou ainda:
    capa = 1000; de fato = 739
    capa = 1522; de fato = 1000
    capa = 2000; de fato = 1364
    capa = 2636; de fato = 2000
    .
    Abraços.
    E.Rodrigues

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  7. (puxa, a curiosa já estava dando conta do recado enquanto eu estava aqui digitando!)

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  8. Agora ficou bem melhor...

    Então tá. eu comprei o meu pato hoje na banca o verdadeiro 1754 com o 2390 estampado na capa.

    É f... mas o outro 1754 (o verdadeiro?) de set/85 justamente eu não tenho.

    O jeito é ver se a entrevista com o Dominó saiu na 1754 deste mês!

    kkkkkkkkkkkkkk

    Olhem, eu vou contar um segredo bem baixinho.

    Adoro o gibi do Pato e coleciono Zé Carioca 479 a 1749 só para fechar as lacunas impares.
    Acho terrível essa coisa de contarem um numero que não existe.

    Mas fazer o que!

    Quero que minha coleção tenha 2000 gibis no número 2000 de jan/91.

    Eu não me conformo.

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  9. Vinicius

    Assim como você, uma época eu também intercalava o ZC em PD para ficar uma numeração certinha.
    Acabei desistindo da ideia em pouco tempo.
    Mas não se preocupe, você não está só!
    Eu pelo menos conheço mais duas pessoas que colecionam ZC antigos, só para 'por ordem' à coleção do PD.
    Grande Abraço

    Rivaldo

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  10. Meu pai sempre manteve ZC e PD juntos, embora a ele interessasse apenas o Pato na gigantesca maioria das edições. Inclusive, ao encadernar ele manteve a numeração, não a separação das revistas. Quando eu comecei a perceber que revistas tinham numeração, bem pequeno, eu peguei uns PDs e ZCs do início dos anos 1970 que meu pai tinha repetidos. Já eram meio antigos naquela época, pois estou falando da primeira metade dos anos 1980. Eu achei que era uma grande coincidência que os PDs tivessem os números 1002 e 1004, enquanto os ZCs tinham os números 1003 e 1005 (não sei se eram exatamente esses números, mas lembro que eram próximos do 1000. Quando fui mostrar ao meu pai a "grande" descoberta da "coincidência", ele me explicou como funcionava.

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  11. Excelente série! Planeta Gibi mais uma vez de parabéns!

    Mas que confusão essa numeração do PD, hein! E se fossemos contar o ZC real, em que número estaria? =P

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  12. Aí é fácil: no checklist mensal sempre colocamos o número de fato da edição! Pode ver lá (não só Disney, como também Mauricio)

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  13. Pôxa pessoal do Planeta Gibi, quase chorei ao ver e ler esse maravilhoso post. Até o Kactus Kid, vcs me fizeram lembrar. Dá vontade de emoldurar e pendurar na parede do quarto. Meus sinceros parabéns e obrigado por essa gostosa recordação. Quanto às questões técnicas de numeração, acho que é uma tafefa hercúlea entender essas sequencias, mas vcs foram muito competentes e esclarecedores. Abs.

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  14. Amigos,

    A campanha de lançamento da revista Os Flintstones e Outros "Bichos" foi veiculada em outras revistas da Abril no finzinho de 72 (menos Pato Donald e Zé Carioca): foi veiculada nas revistas Mickey, Tio Patinhas, Almanaque Disney, Mônica, e até mesmo na revista Realidade!
    Esta mesma campanha trazia uma montagem quadriculada, envolvendo os personagens clássicos (com "C" maiúsculo) da Hanna-Barbera (Flintstones, Jetsons, Zé Colméia, Dom Pixote, Pepe Legal, Manda Chuva, Wally Gator e tantos outros). E, no meio desta motagem quadriculada, encontramos um detalhe inusitado: Zé Colméia e o Guarda Chico/Guarda Smith (Seu "Gualda" para os íntimos) cara a cara!

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  15. Que tal incluir aí no blog do Planeta Gibi, aquela campanha de lançamento da revista Flintstones e Outros Bichos pela Abril no final de 72, que traz aquela montagem quadriculada envolvendo os Flintstones, os Jetsons e toda aquela plêiade de personagens clássicos da Hanna-Barbera (entre eles, Zé Colméia, Dom Pixote, Pepe Legal, Manda-Chuva, Leão da Montanha, Wally Gator e tantos outros)?

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  16. O anúncio não saiu em Pato ou Zé. Por isso é que colocamos apenas uma menção a isso neste post.
    E. Rodrigues

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  17. Até 72, as revistas em quadrinhos da Hanna-Barbera eram editadas aqui no Brasil pelo Cruzeiro.

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  18. Até 74, as revistas em quadrinhos dos personagens da Warner eram editados aqui no Brasil pela saudosa EBAL.

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  19. Alguém aí se lembra da Bruguera Brasil (hoje Cedibra)?
    Pois bem. Nos anos 60 (na mesma época em que o Cruzeiro estava editando inúmeros títulos da Hanna-Barbera em quadrinhos), a Bruguera também chegou a editar vários livros em quadrinhos com os personagens da Hanna-Barbera.

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  20. Uma coisa me encucou nesta segunda leitura do artigo. Se o número 1000 (de capa) era, na verdade, o 739, como o número 2000 (de capa) pode ter um número par? Não deveria ser ímpar também? Pensei que talvez tivesse a ver com o ponto onde as numerações se separaram, porém isso não ocorreu na correlação 1522/1000 e 2636/2000, que também tem uma edição anterior à sepaçaõa.

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  21. Eba, graças a essa postagem descobri que tenho a Pantera Cor-de-Rosa nº 1! hehehe

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