' '

16 de mai de 2014

Pato Donald 80 Anos — I

O Pato Donald faz 80 anos no próximo dia 9. Pois foi em 9 de junho de 1934 que estreou o curta metragem animado A Galinha Sábia, da série Silly Symphonies

Antes disso, porém, o personagem já se esboçava em outros produtos Disney. Sua personalidade e seu visual foram amadurecendo ao mesmo tempo em que cresciam suas participações nos cartoons da série Mickey Mouse

Até que em janeiro de 1937 passou a ter sua série própria. E acabou por estrelar mais curtas do que qualquer outro astro Disney. E ganhou revistas em quadrinhos que circulam há décadas ininterruptamente em vários países. 

Aqui, em ordem cronológica, o primeiro quarto desta série semanal que mostrará, em 80 descompromissadas figurinhas, um pouco da história, as curiosidades e conquistas de Donald. Talvez o mais interessante e cativante personagem já criado. 


   

   

   

   

   

   

   

   

   

   




Por E. Rodrigues
PLANETA GIBI COMIC SHOP

Comprar seus gibis aqui é muito mais gostoso!

16 comentários:

  1. Muito legal! Boa mesmo a matéria. Fugindo da mesmice de apenas anunciar as novidades na linha de quadrinhos Disney. Parabéns.

    Agora a pergunta que deixo é: a Editora Abril vai lançar o que em comemoração a essa data? Nada?

    ResponderExcluir
  2. Pois é, parabéns ao Pato Donald, um personagem fantástico.

    Nove de junho está aí, ele completa 80 anos. Muito bom.

    Tá faltando o especial comemorativo. Será que a Abril não val lançar nada?

    Se for para fazer um especial com papel jornal, é melhor deixar quieto.

    ResponderExcluir
  3. Muito legal este histórico visual do Planeta Gibi

    ResponderExcluir
  4. Essa data merece algo bem especial mesmo! Não inventem de lançar um gibizinho aos moldes do Tio Patinhas 50 anos, esse pato merece algo ainda melhor. Uma edição maior com uns brindes legais ou uma edc. em capa dura seria muito legal. Vamos esperar pra ver o q vai ser.

    ResponderExcluir
  5. pois acho que vão mesmo é lançar esses furrequinhas de sempre ao invés de um capa dura de luxo e com brinde, mas brinde eles inventam mil desculpas pois não tem vontade nenhuma de fazer, gera custos pra eles e aqui no Brasilzão véio de guerra querem só ganhar cada vez mais e menos gastos então podemos esquecer pela eternidade que nunca mais vem brinde em lugar nenhum aqui nessa joça.

    ResponderExcluir
  6. Parabéns pela matéria! Adorei!

    ResponderExcluir
  7. Acho bem mais fácil sair alguma coisa digna no Topolino, lá na Itália.

    ResponderExcluir
  8. Excelente artigo! À altura deste marco da história do pato.

    ResponderExcluir
  9. Todo esse material poderia ser compilado em um especial em formatinho, aos moldes de Jumbo e Mega, mas apenas com as melhores HQs do Donald de todos os tempos. Seria uma seleção impecável, digna de qualquer coleção. E sem aquelas frescuras dispensáveis, tipo capa dura e coisas do gênero.

    ResponderExcluir
  10. Muito bom. Só acho que tem que ser feita uma ressalva quanto à personagem Mexicana Donna, que não é tratada como sendo a Margarida desde que a dupla Karp & Taliaferro a introduziu no 'Universo dos Patos' como um antigo caso do Donald em tiras subsequenciais publicadas em 1951 e 1962. Segue link abaixo.

    http://coa.inducks.org/comp2.php?default_o=1&code=Y&acceptUnsure=1&xapp=Donna+Duck+from+1951&induckscodesonly=on

    Inclusive, ela apareceu recentemente como sendo namorada do Zeca Pato, embora ainda 'xonada' pelo Donald (http://coa.inducks.org/story.php?c=D+2011-022).

    ResponderExcluir
  11. Uma ilustração em WALT DISNEY'S COMICS AND STORIES #1 (EUA, out/40) mostra Margarida com visual exatamente com o conhecemos hoje, mas chama-a de Donna.

    Em meados de 1938, rascunhos do curta Mr. Duck Steps Out chamava a personagem de Margarida.

    Aparição da personagem nos curtas de Donald do final da fase clássica tem visual tão distante da Margarida que conhecemos como esta dista de Donna (ou mais).

    Por fim, a Disney considera oficialmente que Donna é Margarida (assim registrado em sua enciclopédia oficial).

    Então, da mesma forma que consideramos que Donald surgiu em 9/jul/1934; Mickey, só com Steamboat Willie; Colimério, num curta de Pateta; entre outros eventos polêmicos, seguimos o que a empresa oficialmente considera (assim como a Abril registra que surgiu com O PATO DONALD, e não com RAIO VERMELHO, dois meses antes — então sob a alcunha de Editora Primavera).

    Abs.

    E. Rodrigues


    ResponderExcluir
  12. Uma observação, Chabacano, é que o Inducks identifica essa Donna como sendo outra personagem ("Donna de 1951").

    Entendo que nem o Inducks, portanto, a considera aquela Donna de 1937 — e aparentemente tampouco considera que Donna e Margarida sejam a mesma personagem. Mas aí já se trata de licença poética do Inducks. Porque é a Disney que está dizendo que são. E ela é a dona da personagem.

    Abs.

    ResponderExcluir
  13. Ok, Edenilson. Entendi seus válidos argumentos, mas a mesma Disney autorizou que se escrevam hqs onde a Donna é uma personagem Mexicana que namorou o Donald antes da Margarida, e por isso que eu achei importante fazer aquela ressalva.

    Abraços,

    Fábio

    ResponderExcluir
  14. Não acho que a Disney controle os personagens que são criados ou retomados nos quadrinhos.

    Se não, Donald não teria uma penca de avôs diferentes, por exemplo.

    E o único que ela considera (de novo: em sua enciclopédia) é este que citamos aqui, que surgiu no curta No Hunting.

    Aliás, por falar em Família Pato, Don Rosa inexiste na Enciclopédia Disney (diferentemente de seu desafeto, Peninha — adoro lembrar disso! Ah, polêmicas, polêmicas... que graça teria a vida sem elas?)

    E não pense que não apreciei suas observações. Muito ao contrário.

    Abs.

    E. Rodrigues

    ResponderExcluir
  15. [Não acho que a Disney controle os personagens que são criados ou retomados nos quadrinhos.]

    Já li em algum lugar que os figurões da Disney realmente estão pouquíssimos interessados no que ocorre nos quadrinhos, justamente por estes não serem 'a galinha dos ovos de ouro' da empresa.


    [Se não, Donald não teria uma penca de avôs diferentes, por exemplo. E o único que ela considera (de novo: em sua enciclopédia) é este que citamos aqui, que surgiu no curta No Hunting.]

    Que absurdo! Que falta de consideração com o Vovô Pato tão bem retratado pelo Tony Strobl em "O Direito às Tortas"! Isso só confirma que os figurões realmente não entendem nada das hqs Disney. Aliás, o Patinhas também tem dois vovôs oficiais. Um chamado Titus, desenhado também pelo Strobl, e outro chamado Dingus, desenhado pelo Don Rosa, como você certamente sabe. Isso é muito louco! Mas, enfim, é assim que funciona. Eu, pessoalmente, dou preferência a informação que veio primeiro nas hqs, especialmente se essa hq foi desenhada por alguém como o Tony. Não desconsidero o que está no desenho e nem o que o Don Rosa apronta, digo, faz, mas encaro como visões alternativas.


    [Aliás, por falar em Família Pato, Don Rosa inexiste na Enciclopédia Disney (diferentemente de seu desafeto, Peninha — adoro lembrar disso! Ah, polêmicas, polêmicas... que graça teria a vida sem elas?)]

    Muito surpreendente essa informação! Excelente saber que o Peninha é de fato oficial para os figurões da Disney. Pergunto-me se o Don Rosa tem essa enciclopédia em uma de suas estantes...


    [E não pense que não apreciei suas observações. Muito ao contrário.]

    É muito bom trocar informações e opiniões com quem gosta muito e entende do que acontece nos quadrinhos Disney.


    Calorosas saudações,

    Fábio

    ResponderExcluir
  16. Em tempo: Importante informar que o Dingus se chama Chico Mac Quack no Brasil.

    ResponderExcluir

ANTES DE COMENTAR, POR FAVOR, LEIA:

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de quem os escreve e não refletem necessariamente a opinião do Planeta Gibi.

Não publicamos comentários que:
• Incluam quaisquer e-mails ou links;
• Mencionem outro estabelecimento que comercialize quadrinhos;
• Incluam ofensas e palavrões; fujam do tema em questão.

Atenção:
Os comentários aqui postados podem ser encaminhados para os editores que, eventualmente, poderão publicá-los nas revistas; caso não concorde com isso, explicite sua negativa no próprio comentário. Obrigado.