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11 de ago de 2013

Gibis Disney em agosto e setembro 2013

Denise Ortega volta à produção de HQs Disney, juntando-se ao time já composto por Ventura, Herrero, Podavin e Arthur. Denise roteirizou algumas HQs Disney desde meados da década de 1990 até início dos anos 2000. A Abril informa que ela também trabalhava em histórias de outros universos produzidas em seus estúdios, como Luluzinha e As Aventuras dos Trapalhões. Bem, quanto aos gibis deste mês, já nas bancas e na loja do Planeta Gibi, confira abaixo seus destaques. E antecipamos o que teremos nas edições de setembro.


PATO DONALD #2422
Revista mensal, 5/ago/13, edição #1786, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Francisco Rodriguez Peinado (D25973).

A arte exuberante do brasileiro Carlos Mota abre a edição. Com roteiro de Olaf Moriarty Solstrand, a produção dinamarquesa leva nossos amigos patos ao futuro, em busca da cura para o sono profundo que acomete Tio Patinhas após a picada de um inseto. Mas eles irão encontrar uma Patópolis bem diferente por lá...

O mestre Disney Vicar desenha as 2 HQs seguintes.

E completando  a edição, a dupla Terje Nordberg e Arild Midthun apresenta mais um truque sujo de Pão-Duro MacMônei contra Tio Patinhas. Curiosidade: o Prof. Kid Abólico, criação de Carl Barks para Os Caçadores da Borboleta Perdida (1948), faz aqui sua 3ª aparição nas HQs Disney. 



PATO DONALD #2423
Revista mensal, 5/set/13, edição #1787, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Arild Midthun (D25787).

Edição com quatro produções dinamarquesas, assinadas pelos artistas medalhões Wanda Gattino (num Donald vs. Gastão), Arild Midthun e Daan Jippes (em duas histórias). Nada menos.


O PATO DONALD foi lançada em julho de 1950, sendo uma das mais antigas revistas brasileiras em circulação contínua. A Editora Abril a considera oficialmente como sua primeira publicação (antes, em maio daquele ano, o editor Victor Civita lançara RAIO VERMELHO, mas como Editora Primavera). O gibi estreou em formatão, tipo magazine. A partir do #22, adotou o formato de aproximadamente 13,5 x 21 cm, que acabou instituindo o jargão "formato Pato". Em jan/61, seu título na capa passou a alternar-se semanalmente entre O PATO DONALD e O PATO DONALD APRESENTA ZÉ CARIOCA — ainda naquela década simplicado para ZÉ CARIOCA, que ficava com a numeração ímpar. Na edição #1470, outro marco: a revista ganhou uma capa em papel couché e teve seu formato reduzido em 2 cm, inaugurando o popular "formatinho", logo adotado por outras publicações de quadrinhos, inclusive de outras editoras, como a RGE (hoje Globo). Em jun/85, no #1751, finalmente a revista voltou a ter numeração independente.



ZÉ CARIOCA #2387
Revista mensal, 5/ago/13, edição # 1273, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa de Carlos Mota, colorida por Noriatsu Yoshikawa (BCZC2387).

A ANACOZECA (Associação Nacional dos Cobradores do Zé Carioca) solta robôs-zumbis na Vila Xurupita, à cata do papagaio. Em ação, o Morcego Verde! História inédita com argumento e desenhos de Herrero, roteiro de Arthur Faria Jr. e arte-final de José Wilson Magalhães.

Depois, Urtigão e Cão recebem ajuda de Donald e Peninha para descobrirem um ladrão no sítio. HQ dos anos 1980, de Saidenberg e Verci de Mello.

Verci também desenha a história em que Biquinho pensa que basta vestir um uniforme de herói para ganhar superpoderes e acaba desmascarando o... Morcego Vermelho?! Publicada antes em 1995.

O gibi traz ainda mais 3 histórias ambientadas na Vila Xurupita, desenhadas por Eli Leon, Aparecido Norberto e Átila de Carvalho, todas sendo republicadas aqui pela primeira vez.


ZÉ CARIOCA #2388
Revista mensal, 5/set/13, edição # 1274, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa de Luiz Podavin (BCZC2388).

A HQ brasileira inédita desta edição, Ratos-Vapor, tem roteiro de Arthur Faria Jr., desenhos de Luiz Podavin e cores de Fernando Ventura.

E tem mais Vila Xurupita em Por que É que Eu Rolo na Cama? (1989, desenhos de Eli Leon), Tem Louco pra Tudo (1993, desenhos de Rogério Soud) e Pintando e Bordando (1995, roteiro de Raimundo Guimarães de Cerqueira Júnior, desenhos de Eli Leon e arte-final de José Wilson Magalhães).

Completam a edição A Música Não Pode Parar, com Pena Kid (1990, desenhos de Verci de Mello), e O Dorminhoco, com Peninha, Donald e Tio Patinhas na redação da Patada (1974, desenhos de Tony Strobl).


ZÉ CARIOCA surgiu como um mero subtítulo da revista O PATO DONALD #479 (jan/61). E assim seguiu, alternando-se semanalmente com o PATO, por todas suas edições ímpares. No final da década de 1960, a menção ao gibi do amigo desapareceria da capa e de seu expediente, mas a numeração compartilhada seguiria até jun/85, quando ZÉ CARIOCA #1752 chegou às bancas — o primeiro número par da revista. A partir daí, o gibi manteve sua circulação independente.



MICKEY #852
Revista mensal, 5/ago/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Alessandro Perina (ICDCX26).

Mickey e Minnie estão passeando pela Itália. O camundongo acabará se envolvendo com Salvo Ratalbano numa trama detetivesca, em convincente tom noir. Com roteiro de Francesco Artibani e desenhos do mestre Cavazzano, a HQ referencia o comissário Montalbano, personagem de romances policiais de Andrea Camilleri

Curiosidade: esta história teve seu roteiro supervisionado pelo próprio Camilleri. Sua criação virou série de televisão na Itália, onde Il Commissario Montalbano é produzida desde 1999. 

A HQ seguinte, apesar de curtinha, tem premissa interessante (e divertida): o que costuma acontecer enquanto Bafo já está imobilizado e aguarda, vigiado por Mickey, a chegada da polícia? Produção dinamarquesa recente, de Maya Åstrup (roteiro) e Joaquín Cañizares Sanchez (desenhos).


MICKEY #853
Revista mensal, 5/ago/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Casty & Enrico Faccini, com arte-final de Casty & Michelle Mazzon e cores de Casty (ICTL2998).

O destaque deste número é mais uma produção de Casty, desta vez co-roteirizada por Enrico Faccini. Mickey, Esquálidus e Pflip se deparam com uma estranha máquina que rejuvenesce seres vivos — criação de um menino. O artefato, roubado por um misterioso dr. Tic-Toc, gera um sinistro efeito colateral.

Depois, sinal dos tempos, Mickey enfrenta um ladrão... cheio de tietes! Por Stefan Petrucha (roteiro) e Xavier Vives Mateu (desenhos).


MICKEY foi lançado pela Editora Abril em out/52. Com mais de 60 anos, portanto, ocupa o honrado posto de segundo gibi brasileiro mais antigo em circulação (o primeiro é O PATO DONALD). Possui uma notável legião de colecionadores, atraída sobretudo pela mítica raridade das cem primeiras edições.



TIO PATINHAS #578
Revista mensal, 5/ago/13, formato 13,4 x 19 cm, 80+4 páginas, R$ 4,95, distribuição nacional.
Capa de Andrea Freccero (ICTL2993).

Esta edição marca a volta de DonaldDuplo. Desta vez, o agente terá que ir a uma exposição no Rio de Janeiro recuperar uma arma altamente letal que está escondida numa obra de arte. Por Marco Bosco (roteiro) e Alessandro Perina (desenhos).

Antes, Tio Patinhas disputa popularidade com Patacôncio no Faceduck, após se convencer de que a rede social poderia, enfim, trazer-lhe algum lucro. Mas os bandidos virtuais estão à espreita. Por Gabriele Mazzoleni (roteiro) e Andrea Freccero (desenhos).

Por fim, Tio Patinhas perde toda sua fortuna e vai parar debaixo da ponte. Margarida, que pretende escrever um livro contando as aventuras do tio, irá ajudá-lo a superar o diabólico plano de Maga Patalójika. Por Jens Hansegård (roteiro) e Francisco Rodriguez Peinado (desenhos).


TIO PATINHAS #579
Revista mensal, 5/set/13, formato 13,4 x 19 cm, 80+4 páginas, R$ 4,95, distribuição nacional.
Capa de Daan Jippes (D21975).

Continuam as aventuras de DonaldDuplo. Agora, o agente terá que recuperar uma microcâmera em Roma. Esta é a 12ª história da série (veja lista completa abaixo). Por Marco Bosco (roteiro) e Marco Mazzarello (desenhos).

A edição tem ainda três produções dinamarquesas, como a de abertura — uma aventura com Tio Patinhas, Donald e sobrinhos contra os Irmãos Metralha. Por Per Hedman (roteiro) e Massimo Fecchi (desenhos). E a de fechamento, desenhada pelo mestre Vicar.

TODO DONALDDUPLO:
1- Donald Duplo — Missão Final, 142 páginas. Em AVENTURAS DISNEY #44-46, mar-mai/09
2- Prima della Prima, 37 páginas. Inédita no Brasil
3- Souvenir de Paris, 34 páginas. Inédita no Brasil
4- Botão de Apagão Total, 36 pág. Em AS NOVAS AVENTURAS DE DONALD DUPLO #1, abr/11
5- Missão Coração Térmico, 120 pág. Em AS NOVAS AVENTURAS DE DONALD DUPLO #1, abr/11
6- Caçadores e Presas, 100 pág. Em AS NOVAS AVENTURAS DE DONALD DUPLO #2, mai/11
7- A Ilha. 30 pág, Em AS NOVAS AVENTURAS DE DONALD DUPLO #2, mai/11
8- Bonde, James Bonde, 30 pág. Em AS NOVAS AVENTURAS DE DONALD DUPLO #2, mai/11
9- Uma Missão de Três Dias, 103 pág. Em TIO PATINHAS #565-568, ago-nov/12
10- Uma Cilada para DonaldDuplo, 30 pág. Em TIO PATINHAS #576, jun/13
11- O Ovo do Rio, 30 pág. Em TIO PATINHAS #578, ago/13
12- Delirio su tela, 30 pág. Em TIO PATINHAS #579, set/13
13- Il trionfo dell'amore, 30 páginas. Inédita no Brasil
14- DoubleDuck Agente Zero, 85 páginas. Inédita no Brasil
15- Il convitato di gesso, 32 páginas. Inédita no Brasil
16- The Cloud Machine, 120 páginas. Inédita no Brasil
17- Codice Olimpo, 30 páginas. Inédita no Brasil
18- Pole Position, 30 páginas. Inédita no Brasil
19- Calcio d'inizio, 30 páginas. Inédita no Brasil


TIO PATINHAS foi lançada pela Editora Abril em dez/63 com o título ALMANAQUE TIO PATINHAS. Esse prenome seria abandonado em out/70, na edição #64 — não por acaso, em seguida a Editora Abril lançaria o ALMANAQUE DISNEY, que viria a herdar seções clássicas da revista do velho muquirana, como Maravilhas da Natureza e Zoo Disney. Inicialmente com periodicidade irregular, somente em mai/66, na edição 10, TIO PATINHAS se tornou mensal — cabe registrar que, exatamente como ocorrido com ZÉ CARIOCA, TIO PATINHAS também era considerada uma edição avulsa de O PATO DONALD (como registrado no prefixo de capa de seus primeiros números e, mais claramente, em seus expedientes). Outra curiosidade é um fato ainda desconhecido por muitos: a edição #9 foi publicada com duas capas diferentes — uma delas foi recolhida e hoje é mais rara que a própria #1.




PATETA #28
Revista mensal, 5/ago/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.

Numa viagem turística para a Índia, Pateta e Mickey acabam pegando o trem errado, que é atacado no meio do caminho. Estranhamente sozinhos, são resgatados pela tropa do marajá local. Produção dinamarquesa de Paul Halas (roteiro) e Joaquín Cañizares Sanchez (desenhos).

Na história seguinte, nossos amigos também estão a passeio, agora pelo centro-oeste americano. Com o carro enguiçado, Pateta e Mickey acabam ajudando o pessoal local a se livrar de meliantes. De Paul Halas (roteiro) e José Antonio González (desenhos).

Por fim, com os desenhos sempre agradáveis de Jorge David Redo, Pateta e Butch vão a Perusópolis buscar um vestido para Clarabela. Tentando economizar a grana do hotel, acabam se envolvendo numa enrascada. Roteiro de Lars Jensen. Curiosidade: Butch, criado pelo mestre Floyd Gottfredson, é um pilantra regenerado que em meados dos anos 1990 voltou às HQs nos roteiros assinados por David Gerstein (um dos maiores especialistas em HQs Disney).


PATETA #29
Revista mensal, 5/set/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Giorgio Cavazzano (ICGCD318).

O Professor Gavião ataca novamente. Isto é um trabalho, portanto, para o Superpateta! Aventura italiana de Francesco Artibani (roteiro) e Ettore Gula (desenhos).

Depois, noutra produção italiana, Esquálidus relata a Pateta que o conforto do futuro terá uma indesejável consequência. Por Augusto Macchetto (roteiro) e Giampaolo Soldati (desenhos).


PATETA teve sua terceira série lançada pela Editora Abril em jun/11. As série anteriores tiveram 56 edições (entre set/82 e out/84) e 26 edições (entre set/04 e dez/06).



MINNIE #28
Revista mensal, 5/ago/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Carlos Mota (BC MI2 28).

Arte estupenda de Lucio Leoni na história principal desta edição, passada na Era Vitoriana. O roteiro é de Matteo Venerus, que também assinou as 2 aventuras anteriores desta série: a primeira saiu em MINNIE #22 (mar/13) e a segunda, no #24 (mai/13).

Depois, Pluto vira um... jóquei?! Produção dinamarquesa de Carol & Pat McGreal (roteiro) e Fabrizio Petrossi (desenhos).

Fecha o gibi outra produção dinamarquesa. Ao perceber como as pessoas se interessam por vídeos supostamente reais de fantasmas postados no "Uitube", Horácio resolve produzir um e pregar uma peça. Por Stefan Petrucha (roteiro) e José Antonio González (desenhos).


MINNIE #29
Revista mensal, 5/set/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.

A HQ principal é a primeira de uma série de seis, segundo o Inducks. Todas com roteiro de Nino Russo e, as cinco primeiras, com desenhos de Alessia Martusciello. Aqui, Minnie e Mickey investigam o sumiço de registros de pesquisas sobre inteligência e órgãos artificiais.

Pluto é o astro da história seguinte, onde ganha novos vizinhos. Uma produção dinamarquesa de Sarah Kinney (roteiro) e Xavier Vives Mateu (desenhos).

Depois, Minnie e Mickey se engajam numa ação de caridade para crianças. Por Sarah Kinney (roteiro) e Joaquín Cañizares Sanchez (desenhos).


MINNIE teve esta série lançada pela Editora Abril em jun/11. A série anterior teve apenas três edições, num interessante formatinho diferenciado, chamada MINNIE POCKET LOVE.



DISNEY BIG #22
Revista bimestral, 15/ago/13, formato 13,4 x 19 cm, 304+4 páginas cor, lombada quadrada, capa cartonada, R$ 13,00, distribuição nacional.
Capa: Fabio Pochet (cores de Giuseppe Fontana).

Veja o índice completo desta edição e saiba mais sobre a republicação, pela primeira vez no Brasil, da origem do Morcego Vermelho aqui.


DISNEY BIG foi lançado pela Editora Abril em dez/08. Meio desacreditado de início (era para ser uma edição única), o gibizão surpreendeu e passou a circular semestralmente. Em seguida, diminuiu a periodicidade para trimestral e, em 2011, para bimestral. Seleção impecável de HQs Disney, sempre com grandes mestres americanos, brasileiros e europeus. Seu sucesso gerou em 2012 os "filhotões" DISNEY JUMBO (com mais de 500 páginas) e MEGA DISNEY (mais de 800 — o maior gibi Disney do mundo).


Editor: Paulo Maffia
Indexação auxiliar: Inducks


Por E. Rodrigues



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6 comentários:

  1. Daan Jippes possui ótimas HQs, eu só vou torcer muito para que os desenhos não tragam os patos adultos com biquinhos tão pequeninos que me causam claustrofobia.

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  2. Todas as demais edições aparentam estar muito boas! E quanto a artista que voltou, antigamente as publicações não davam créditos às histórias, portanto, não faço a menor ideia de como é o trabalho dela. Isso é bom porque assim vou conhecendo o que vem por aí, dela, sem preconceitos.

    Uma boa semana a todos.

    Fabiano Caldeira.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  4. Não era mais facil a Abril fazer um novo especial do DonaldDuplo , colocando as historias inéditas no Brasil? Ficaria bem melhor acho eu :)

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  5. Foram umas 50 páginas do Morcego Vermelho nessa edição da Big, mais não sei quantas na Jumbo, e o especial do personagem ficou todo retalhado. Uma pena, pois ficaria bem mais bonito se esse material tivesse tido um encadernado único.

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  6. Edição de Agosto tá mal assombrada pela Abril, teve um monte de falhas com a entrega das assinaturas e até hoje não entregaram, fiz várias reclamações e me entregaram as revistas erradas (Julho) que eu já tinha.... desisti de recebê-las! :(

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