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11 de jun de 2013

Gibis Disney em junho (parte 2)

Com 20 anos de atraso, uma lacuna será preenchida (uma só; a outra ainda nos ficarão devendo)! Explica-se: estranhamente, em out/92, alguns gibis Disney não circularam no Brasil (TIO PATINHAS, por exemplo, encerrou aquele ano com apenas 11 edições lançadas). Agora, a Abril eliminou o atraso: neste mês, os títulos mensais terão um segundo número distribuído no dia 20 (veja abaixo o conteúdo de cada um). Mas um buraco permanece: em set/93 a ausência nas bancas se repetiu! À parte a brincadeira, a duplicidade de lançamento de título Disney (mensal) num mês, apesar de inusitada, não constitui novidade.


TIO PATINHAS mesmo teve duas edições duplas nos meses de dezembro de dois anos seguidos, de 1981 e 1982 — no final do ano seguinte, contudo, a editora "oficializou" a edição dupla anual da revista do velho muquirana, intitulando-a TIO PATINHAS ESPECIAL (leia um pouquinho mais sobre isso aqui e, de quebra, reveja a imagem da edição de TIO PATINHAS ESPECIAL com a moedinha Número 1 de brinde, ainda presa à capa).

A possível explicação para o sumiço dos gibis Disney das bancas em out/92 talvez esteja ligada à implantação da tabela de preços de revistas da Abril. Quem viveu aquela época não deve ter se esquecido da inflação alucinante, que simplesmente inviabilizava a impressão de preços em que produto fosse, já que eles aumentavam a cada dia. As capas passaram a trazer um código cujo valor correspondente conhecia-se ao consultar uma tabela que era distribuída aos jornaleiros. ALMANAQUE DISNEY chegou a circular em out/92, mas não em setembro. Casos como os de MARGARIDA e URTIGÃO, então quinzenais, tiveram apenas uma edição em out/92.

Quanto a set/93, não temos informação, mas deve haver ligação com a dificílima fase por que passaram os gibis naquele início de década, marcado por inflação descontrolada e planos econômicos tão estapafúrdios quanto inúteis para por fim à crise sem fim. Foi ali que se destruiu boa parte da base de leitores de quadrinhos e, consequentemente, desapareceram das bancas diversos títulos tradicionais.



PATO DONALD #2420
Revista mensal, 20/jun/13, edição #1784, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Arild Midthun (D 26016).

Esta edição traz 5 HQs dinamarquesas. Na primeira, um Donald detetive particular é incumbido de encontrar um "cheiroso" queijo desaparecido! Roteiro de Knut Nærum e desenhos de Arild Midthun, que também providenciou a ilustração da capa, com o sabujo dos Escoteiros Mirins — criação de Carl Barks (D2012-098, 10 páginas, 2013).

Depois, um papagaio indiscreto coloca Donald em situação difícil perante Margarida. Roteiro de Stefan Petrucha e desenhos de José Maria Manrique (D2002-013, 6 páginas, 2005).

Noel van Horn produziu a seguinte, onde Donald tenta se "autodespachar" numa caixa para Tio Patinhas... Não parece mesmo o tipo de coisa que dê certo (D2012-034, 8 páginas, 2013).

E a revista fecha com uma HQ de Paul Halas & Marco Rota (D2007-403, 10 páginas, 2013) e outra de Peter Snejbjerg & Maximino Tortajada Aguilar (D2010-102, 12 páginas, 2010).


O PATO DONALD foi lançada em julho de 1950, sendo uma das mais antigas revistas brasileiras em circulação contínua. A Editora Abril a considera oficialmente como sua primeira publicação (antes, em maio daquele ano, o editor Victor Civita lançara RAIO VERMELHO, mas como Editora Primavera). O gibi estreou em formatão, tipo magazine. A partir do #22, adotou o formato de aproximadamente 13,5 x 21 cm, que acabou instituindo o jargão "formato Pato". Em jan/61, seu título na capa passou a alternar-se semanalmente entre O PATO DONALD e O PATO DONALD APRESENTA ZÉ CARIOCA — ainda naquela década simplicado para ZÉ CARIOCA, que ficava com a numeração ímpar. Na edição #1470, outro marco: a revista ganhou uma capa em papel couché e teve seu formato reduzido em 2 cm, inaugurando o popular "formatinho", logo adotado por outras publicações de quadrinhos, inclusive de outras editoras, como a RGE (hoje Globo). Em jun/85, no #1751, finalmente a revista voltou a ter numeração independente.


ZÉ CARIOCA #2385
Revista mensal, 20/jun/13, edição # 1271, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa de Fábio Figueiredo (BCZC2385).

Nas comemorações dos 40 anos do Morcego Vermelho, uma HQ inédita contrapõe o atrapalhadíssimo herói ao seu (um dia?) fã confesso, o Morcego Verde. Duelo de Titãs é mais uma inspirada produção de Arthur Faria Jr. e Carlos Edgard Herrero, colorida por Fernando Ventura (B2013-006, 12 páginas, inédita).

Marinheiro de Primeira Viagem (dos mestres Dick Kinney & Tony Strobl, S70135, 6 páginas, 1971), em seguida, mostra a aflição de Peninha em sua primeira viagem de avião. Publicada pela última vez aqui em 1997 (DISNEY ESPECIAL REEDIÇÃO #97).

Seguem-lhe 4 histórias com o papagaio, pelas mãos de Aluir Amancio (O Artista, B950199, 10 páginas, 1996), Arthur Faria Jr. & Luiz Podavin (Puuula! Puuula!, B920245, 9 páginas, 1993), Paulo de Paiva Lina & Canini (Amigos até Debaixo de Chuva, B760187b, 5 páginas, 1978) e de Raimundo Guimarães de Cerqueira Jr. & Eli Leon (Piscina Concorrida, B960250, 6 páginas, 1997).


ZÉ CARIOCA surgiu como um mero subtítulo da revista O PATO DONALD #479 (jan/61). E assim seguiu, alternando-se semanalmente com o PATO, por todas suas edições ímpares. No final da década de 1960, a menção ao gibi do amigo desapareceria da capa e de seu expediente, mas a numeração compartilhada seguiria até jun/85, quando ZÉ CARIOCA #1752 chegou às bancas — o primeiro número par da revista. A partir daí, o gibi manteve sua circulação independente.



MICKEY #850
Revista mensal, 20/jun/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Giorgio Cavazzano (IC GCD 264).

O gibi abre com uma história inédita desenhada inconfundivelmente pelo mestre Romano Scarpa, o Carl Barks da Itália. O Mini Safári Ecológico tem roteiro de outra lenda dos quadrinhos Disney italianos, Guido Martina, autor da HQ de origem do Superpato, O Diabólico Vingador, e do ultraclássico Mickey e o Duplo Segredo do Mancha Negra, simplesmente a 3ª aparição do vilão, também desenhada por Scarpa, e... ainda inédita no Brasil! (Mas não por muito tempo, disseram-me.) ITL 1203-B, 35 páginas, Itália, 1978.

Bem, depois... vejamos... ah, sim, ainda tem mais uma história. E bem divertida. Pateta enfrenta muitas goteiras em casa (de Noel van Horn, D/D2002-016, 10 páginas, 2003).


MICKEY foi lançado pela Editora Abril em out/52. Com mais de 60 anos, portanto, ocupa o honrado posto de segundo gibi brasileiro mais antigo em circulação (o primeiro é O PATO DONALD). Possui uma notável legião de colecionadores, atraída sobretudo pela mítica raridade das cem primeiras edições.



TIO PATINHAS #576
Revista mensal, 20/jun/13, formato 13,4 x 19 cm, 80+4 páginas, R$ 4,95, distribuição nacional.
Capa de Giorgio Cavazzano (ICTL2984).

Aparentemente fazendo referência a O Caso dos Dez Negrinhos, um dos mais aclamados e controversos romances de Agatha Christie, Turistas Espaciais traz Tio Patinhas, Donald e Prof. Pardal levando 10 "pequenos milionários" à Lua. Estranhos desaparecimentos ocorrerão... (I/D 2011-010, 30 páginas, co-produção Dinamarca-Itália, 2013, por Carol & Pat McGreal e Giorgio Cavazzano).

E olha quem está de volta: DonaldDuplo, numa aventura assinada por Teresa Radice & Stefano Turconi, dupla responsável pela série Pateta Repórter (ITL2871-3, 30 páginas, Itália, 2010).

Por fim, Tio Patinhas enfrenta Maga Patalójika e Metralhas em história escrita por Sune Troelstrup e desenhada pelo mestre Marco Rota (D2007-167, 16 páginas, Dinamarca, 2013).

Uma gag fecha a revista (de Marco Bosco & Alessia Martusciello, ITL2984-02, 2013).


TIO PATINHAS foi lançada pela Editora Abril em dez/63 com o título ALMANAQUE TIO PATINHAS. Esse prenome seria abandonado em out/70, na edição #64 — não por acaso, em seguida a Editora Abril lançaria o ALMANAQUE DISNEY, que viria a herdar seções clássicas da revista do velho muquirana, como Maravilhas da Natureza e Zoo Disney. Inicialmente com periodicidade irregular, somente em mai/66, na edição 10, TIO PATINHAS se tornou mensal — cabe registrar que, exatamente como ocorrido com ZÉ CARIOCA, TIO PATINHAS também era considerada uma edição avulsa de O PATO DONALD (como registrado no prefixo de capa de seus primeiros números e, mais claramente, em seus expedientes). Outra curiosidade é um fato ainda desconhecido por muitos: a edição #9 foi publicada com duas capas diferentes — uma delas foi recolhida e hoje é mais rara do que a própria #1.



PATETA #26
Revista mensal, 20/jun/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.
Capa: Alessandro Perina (IC TL 2990).

Edição caprichada de PATETA, com HQ a abertura escrita por Casty e desenhada por Massimo De Vita, duas feras dos quadrinhos Disney atuais (ITL2990-1, 31 páginas, Itália, 2013).

Superpateta dá as caras a seguir, ao lado de Supergilberto. HQ de Lars Jensen & Angel Rodriguez (D2009-011, 4 páginas, Dinamarca, 2013).

O mesmo Rodriguez desenha a história seguinte, que tem roteiro de Maya Åstrup: estranhas coincidências envolvem o blog de Pateta (D2008-405, 10 páginas, Dinamarca, 2013).

E ainda tem uma gag (por Carlo Panaro & Andrea Lucci, ITL2983-03, Itália, 2013).


PATETA teve sua terceira série lançada pela Editora Abril em jun/11. As série anteriores tiveram 56 edições (entre set/82 e out/84) e 26 edições (entre set/04 e dez/06).



MINNIE #26
Revista mensal, 20/jun/13, formato 13,4 x 19 cm, 48+4 páginas, R$ 3,20, distribuição nacional.

Normalmente pendendo para as grandes aventuras, também a HQ que abre esta edição de MINNIE não decepciona, trazendo-a numa emocionante competição com Indiana Pateta, Mickey e Clarabela. Produção de Diego Fasano e do mestre Cavazzano (ITL2251-1, 31 páginas, Itália, 1999).

Pluto, presença cativa neste título, estrela a HQ seguinte — onde será sequestrado por Bafo e Fuinha. Roteiro do casal McGreal e desenhos de Cèsar Pelaez (D2009-127, 10 páginas, Dinamarca, 2010).

Democraticamente, Fígaro protagoniza a história que fecha o gibi. Minnie deixará seu gatinho num hotel para felinos. Um deles, grande, folgado e mandão, quer se aproveitar dos outros. De Maya Åstrup e Daniel Perez (D2001-076, 6 páginas, Dinamarca, 2013).


MINNIE teve esta série lançada pela Editora Abril em jun/11. A série anterior teve apenas três edições, num interessante formatinho diferenciado, chamada MINNIE POCKET LOVE.


Editor: Paulo Maffia


Por Rivaldo Ribeiro & E. Rodrigues
Indexação auxiliar: Inducks


LEIA MAIS SOBRE OS GIBIS DISNEY DE JUNHO...

Aqui, a primeira parte deste post, sobre as edições lançadas no dia 5 de junho de PATO DONALD, MICKEY, ZÉ CARIOCA, TIO PATINHAS, PATETA e MINNIE; os especiais FUTEBOL DISNEY 2013 e O RESGATE DO VAPOR WILLIE (ambos saindo no dia 28/jun).

Aqui, conteúdo do gigantão GRANDES HISTÓRIAS DE FÉRIAS (sai dia 10/jun).

Aqui, conteúdo de DISNEY TEMÁTICO #21 LENDAS DA ANTIGUIDADE (sai dia 10/jun).

Aqui, índice de DISNEY BIG #21 (sai dia 14/jun), além de um histórico de Crocante.

Aqui, conteúdo de DISNEY TEMÁTICO #22 PIRATAS (sai dia 25/jun).

Aqui, o checklist Disney de junho (que lista outros títulos para este mês).

• Aqui, relembre estas e outras novidades dos quadrinhos Disney para 2013.

E nos próximos dias, conteúdo dos almanaques que saem no dia 20 e dos títulos mensais que saem no dia 5 de julho.


VEM AÍ
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E EM AGOSTO...
Planeta Gibi no Mercado de Pulgas do Guia dos Quadrinhos (São Paulo, Vila Mariana). Edson Diogo divulgou a palestra que haverá com feras dos quadrinhos Disney. Leia aqui.


9 comentários:

  1. "esteja ligada à implantação da tabela de preços de revistas da Abril"

    ^Hehehe...lembro destas época...que saco era olhar a tabela de preços!! xD

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  2. Títulos especiais em tempos de férias e copa, todo mundo já sabia, graças aos constantes posts do Planeta Gibi.

    Quadrinhos quinzenais espero que seja só este mês mesmo. Mas tenho a desconfiança que a Abril estuda voltar com as quizenais. Primeiro um teste, depois pode ser que volte.

    Quando as pessoas reclamam do excesso de títulos: primeiro, é porque nem todos são encontrados e, segundo, porque se sentem frustradas de não poder comprar todos. Não é uma simples questão de que "ninguém está te obrigando a comprar e tá cheio de loja on line".

    A Abril pretende faturar uma graninha a mais. A proliferação de revistas que havia nos anos 80 é porque vendia bem mesmo com inflação. O cenário não é exatamente o mesmo mas vamos ver se o retorno financeiro para a editora permanecerá incólume.

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  3. Bem, se esse é um teste da Abril para tornar os mensais em quinzenais, já adianto q prefiro mensal. Uma q meu tempo para ler é curto e outra q minha grana, também! Isso sem contar q aonde estou morando agora, estou tendo muita dificuldade de encontrar os titulos, esse mes, só chegou aki, MK e PT (se quinzenal, terei problemas em dobro para conseguir tais titulos, ja q nao tem um pacote de assinatura q se enquadre ao meu gosto)! Estou comentando isso, pq alguem já se perguntou a mesma coisa, se isso seria um teste para tornar os titulos quinzenais! Ja a seleçao de hqs agradou bastante: De Vita, Cavazzano e é claro, Casty! Pluto e Fígaro tb são bem vindos!!

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  4. >>Quanto a set/93...Foi ali que se destruiu boa parte da base de leitores de quadrinhos e, consequentemente, desapareceram das bancas diversos títulos tradicionais.<<
    Época triste de lembrar. Os gibis Disney estavam um lixo nessa época e o que me dói mais era que a Ed. Record tinha iniciado uma divisão de quadrinhos excelente e teve que desistir e ficar só com os livros. Até hoje tenho a coleção completa de Zagor e Martin Mystère da Record em formato italiano, capa em papel cartão plastificado e sem propagandas. Edições que deixam as atuais da Mythos no chinelo. Aquilo sim dava gosto de colecionar...
    Ainda bem que a Abril conseguiu sobreviver a essa fase de trevas!

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  5. No passado, eu tinha percebido que existiam algumas edições Disney duplas no mesmo mês, olhando as capas naquele site do "Vila Xurupita - Brazilian Covers". As vezes gosto de ficar por lá desfilando capas e mais capas.

    Esta postagem é mesmo muito interessante por tocar neste assunto, e acabou tirando algumas dúvidas.

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  6. Lembro bem da tabela. Antes dela, um amigo tinha uma tática, que era sempre deixar para comprar as revistas no fim do mês, quando elas estavam "mais baratas". Para mim, isso não funcionava, porque eu sempre queria ter as revistas comigo logo que elas saíssem.

    Até hoje, não sei bem por que parei de comprar as revistas Disney justamente em 1993. Pode até ter a ver com a qualidade, que, de fato, andava péssima, mas eu meio que parei de comprar sem perceber, apesar de, na época, fazer onze anos que eu colecionava o Mickey (desde os seis anos de idade, incentivado pelo meu pai). Simplesmente parei e só fui perceber uns meses depois, acho. Mas, aí, desanimei. Voltei a comprar em meados da década passada, mas para a coleção de um primo (descontada, claro, a coleção do Barks, que comprei sem pestanejar). E aí voltei a checar os lançamentos Disney com mais frequência, até começar a montar a coleção do Pato Donald para o meu filho.

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  7. 93... Foi mais ou menos nessa época q eu parei de comprar tb! Depois de mais de década lendo quase q exclusivamente Disney, as hqs da época estavam deixando a desejar.. eu nao gostava da impressão das cores tb.. fortes, como se o papel estivesse molhado! Simplesmente deixamos de comprar, eu, meu irmão e meu primo superviciado em Disney, q desde entao, deixou de vez! Apenas eu voltei a colecionar, há pouco mais de 2 anos, graças ao Casty, antes disso, só colecionei o Peninha de R$1 e metade da coleção Carl Barks, mas passei anos sem comprar um único título Disney, mesmo gastando rios de dinheiro todos os anos, com quadrinhos diversos!!

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  8. Estou desanimando com a Abril já, o Pato Donald especial de férias gigante não apareceu aqui em Ribeirão Preto cidade com 700 mil habitantes, Kingdon também nada, depois os aproveitadores, mercadões de gibi, e outros que compraram vendem por fortunas como fazem hoje com o Melhor da Disney, isso pra mim tem um nome sacanagem pura e federal da editora, lançam só meia duzia de edições, realmente estou desanimando, pois a gente quer comprar e quer colecionar mas desse jeito, dai eles falam compra da loja Abril que também nunca tem e quando tem o frete é aquelas coisas, vc paga 2 gibis, aqui no Planeta Gibi a mesma coisa, esfaqueiam sempre no frete, vira piada a coisa.

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  9. Seria completamente chato se os gibis voltassem a serem quinzenais,por mês só consigo comprar algumas por exemplo,este mes comprei o almanaque do mickey (que venho a colecionar há 6 messes)uma zé carioca e 2 mickey,venho ajuntando dinheiro pra comprar a Zé carioca do dia 20 (#2385) ela ainda não saiu em nenhuma banca aqui por perto nos ultimos meses só comprei umas 5 revistas (junto com especias) se os gibis virassem quinzenais estaria ferrado e isso causaria um buraco enorme na minha coleção!

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