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18 de dez de 2012

DISNEY JUMBO #4: confira o conteúdo

DISNEY JUMBO parece estar se firmando como uma publicação quadrimestral, apesar dessa periodicidade não ser informada pela editora. Em janeiro, chega às bancas a edição #4. Em suas 516 páginas, os destaques ficam para a íntegra da saga Os Mágicos de Mickey II (considerada por muitos ainda melhor do que a primeira), O Tesouro de Creso (uma das melhores HQs de Don Rosa, até então não republicada aqui) e uma superaventura com Superpato (vista uma única vez, há 19 anos). Havita e Quincas, personagens clássicos que andavam bem esquecidos, também dão as caras. Tudo a seguir.


DISNEY JUMBO #4
Editora Abril
Edição especial, 512+4 páginas cor, formato 13,4 x 19 cm, lombada quadrada, R$ 16,00, R$ 17,00
lançamento em 15 de janeiro, distribuição setorizada

Superpato em
Sonegou... Dançou!
I TL 1956-A, 43 páginas
Roteiro: Giorgio Pezzin
Desenho: Corrado Mastantuono

Publicada antes em ALMANAQUE DISNEY #270 (jan/94)

Urtigão em
Sertãozinho e Cororó
B 890111, 8 páginas
Roteiro: Elvira Castanov
Desenho: Eli Marcos M. Leon
Arte-final: Acácio Ramos

Publicada antes pela última vez em ALMANAQUE DISNEY #359 (jul/04)

Pena Kid em

Emocionantes Histórias do Oeste
B 850112, 8 páginas
Roteiro: Arthur Faria Jr.
Desenho: Eli Marcos M. Leon

Publicada antes pela última vez em AVENTURAS DISNEY #13 (ago/06)

Mickey em

Heróis Uniformizados
D 2002-060, 35 páginas
Roteiro: Andreas PihlDesenho: Xavier Vives Mateu
Publicada antes em MICKEY #774 (mar/07)


Donald em

As Tortas Perigosas 
D 2002-089, 10 páginas
Roteiro e desenho: William van Horn
Publicada antes em PATO DONALD #2320 (jun/05)


Havita em

A Confusão do Cinto de Cascavel 
W WDCD 30-03, 8 páginas
Desenho: Pete Alvarado
Publicada antes pela última vez em ALMANAQUE DISNEY #352 (mai/03)

Zé Carioca em

Loucura de Sonho
B 000176, 10 páginas
Roteiro: Arthur Faria Jr.
Desenho: Eli Marcos M. Leon
Publicada antes em ZÉ CARIOCA #2177 (abr/01)

Tio Patinhas, Donald e Sobrinhos em

O Tesouro de Creso
D 94012, 24 páginas
Roteiro e desenho: Don Rosa
Publicada antes em TIO PATINHAS #495 (out/06)

00-ZÉro e Pata Hari em

A Armadilha
B 780118, 7 páginas
Desenho: Carlos Edgard Herrero
Publicada antes pela última vez em AVENTURAS DISNEY #13 (ago/06)

Donald e Gastão em

Sorte no Armário
D 2001-119, 14 páginas
Roteiro: Andreas Pihl
Desenho: Vicar
Publicada antes em PATO DONALD #2271 (jul/03)

Quincas em

Lar, Doce Lar
D 94167, 6 páginas
Roteiro: Gorm Transgaard
Desenho: Jorge David Redo
Publicada antes em ALMANAQUE DISNEY #348 (set/02)


Donald e Peninha em

Modelos de Arte
I TL 2479-2, 20 páginas
Roteiro e Desenho: Enrico Faccini
Publicada antes em PATO DONALD #2296 (jul/04)

Urtigão e Peninha em

Vá Plantar Batata!
B 830107, 6 páginas
Desenho: Eli Marcos M. Leon
Publicada antes pela última vez em ALMANAQUE DISNEY #364 (dez/04)

Tio Patinhas em

O Dia D
D/D 2001-004, 26 páginas
Argumento: Carl Barks
Roteiro: Geoffrey Blum
Desenho: Carlos Mota

Publicada antes em TIO PATINHAS #454 (mai/03)

Mickey, Pateta e Pato Donald em

Os Mágicos de Mickey II — A Idade das Trevas
I TL 2680-1P, 288 páginas
Roteiro: Stefano Ambrosio
Desenho: Alessandro Pastrovicchio, Alessandro Perina, D’Ippolito, Lorenzo Pastrovicchio, Marco Palazzi, Roberto Vian, Vitale Mangiatordi 
Publicada antes em AVENTURAS DISNEY #31 a 35 (fev-jun/08)


Compre esta e outras edições de DISNEY JUMBO aqui, no Planeta Gibi Comic Shop


DISNEY JUMBO foi lançado pela Editora Abril em jan/12. Derivado de DISNEY BIG, o gibi provocou polêmica antes mesmo de chegar às bancas: sua capa original, desenhada por Carlos Mota e salpicada de personagens Disney, foi engavetada e substituída, de última hora, por outra, mais modesta (e que se tornou padrão tanto neste título. Suas 516 páginas lhe garantiram o título de maior gibi Disney brasileiro (e o de maior gibi da Editora Abril, e talvez até o maior gibi vendido em bancas de qualquer outra editora) de todos os tempos. Mas isso durou pouco: logo depois a Abril lançaria MEGA DISNEY, com nada menos que 804 páginas e o subtítulo "A Maior Revista em Quadrinhos Disney do Mundo".

Editor: Paulo Maffia


Por E. Rodrigues



E NO DIA 4:


80 comentários:

  1. Aqui em Teresina só chegou o Disney Jumbo nº 1. Os outros nunca chegaram... nem sei se um dia chegarão. Lamentável!

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  2. Frequento regularmente três Estados do NE. Aliás, tb a Cidade de Teresina (acima citada). Sei do que falam... A Abril NUNCA distribui essas edições por aqui. E, quando algo especial chega após até quatro/cinco meses, é em estado deplorável. Procure uma edição Mega ou Disney Olímpico em bom estado, por exemplo. Se encontrar, parabéns, foi muita sorte. Aproveite a maré de sorte e jogue na Loteria! É uma pena como a grande maioria do Brasil é esquecida pela Ed. Abril. Nunca vi uma editora tão ruim no setor de quadrinhos. E, na loja on line, cobram até R$ 50,00 pela postagem de um formatinho. Poderiam ao menos ter um pouco mais de respeito com os leitores fora do Sul-Sudeste e, ao menos quanto às edições especiais, acabarem com a "setorização" (ou seria "limitação"?).

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  3. Não falarei nem dessa capa horrível porque já é tradição da editora estragar as edições JUMBO com elas e com as chamadas enormes com o número de páginas.

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  4. Nas edições anteriores (1, 2 e 3) a capa foi desenhada com Donald, Pateta e Mickey. Até aqui tudo bem. Mas não entendo por que raios a edição 4 veio com o Donald novamente!

    Poderia ser o Patinhas, Peninha, Margarida, Minie, sei lá... até mesmo o Superpato ou o DD. Mas repetir na 4ª edição foi demais.

    Estão de parabéns as edições de Big, Jumbo e Mega, em termos de conteúdo. Mas, em termos de estética, infelizmente deixam muito a desejar.

    Quanto a questão da distribuição setorizada, aqui em Maceió também só chegam 4 meses depois. Inclusive chegou a Disney Olímpico semana passada.

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  5. É verdade que o Mega Disney foi cancelado ???

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  6. Essas capas...não sei não viu!! :p

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  7. Cadê as capas cheias de personagens e situações divertidas tipo 'Disney Especial' dos anos 70 e 80??? :o

    Essas SIM eram muito mais bonitas e divertidas!!!:p

    Poxá Dona.Abril!! :(

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  8. Bom ao inves de ficarem sempre destacando numero de paginas seria muito mais interessante destacar a saga que ocupa boa parte da revista, e uma capa com os Magicos de Mickey seria sim sensacional, mas em se tratando de Abril ne........

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  9. Eu também tenho reparado que há muito relaxamennto com as artes desses encadernados Disney, sem querer desmerecer os profissionais envolvidos em sua concepção... Sou da geração dos anos 80 que ia na banca e encontrava as saudosas Almanaque Disney, Disney Especial e Disney Especial Reedição com belas e divertidas capas, com programação visual caprichada, certinha, enfim, cuidadosa e carinhosamente concebidas, de dar gosto, capas geralmente com artes relacionadas com as histórias da própria revista... Hoje em dia é tudo muito frio, sem vida... Quanto a setorização, aqui em São Luís é lastimável, enquanto no Sudeste a edição 2 de 70 anos de Zé Caru=ioca já chegou, aqui ainda sequer apareceu o número 1... Triste...

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  10. É abril... vamos cuidar do setor gráfico e de distribuição! Estamos falando da maior editora da América Latina, não?! As reclamações são constantes, mas parece q a editora não está preocupada com a qualidade dos seus serviços!

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  11. Infelizmente estarei me mudando de SP para o PR. Na cidade aonde morarei, com 12 mil habitantes não tem nenhuma banca. A banca mais próxima fica ha meia hora de carro ou 40 min. de ônibus. Nessa cidade, com mais de 100 mil habitantes, existem 03 bancas, chega uma edição em uma (das mensais) e a outra edição na outra... a gente tem q ficar garimpando... se der sorte, acha todas as mensais! Qto às edições especiais, Mega, Jumbo, etc., nem sei se chegam lá!

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  12. Jefferson,

    é justamente por isso que acho mais democrática a venda em livrarias do que em bancas, no final das contas.

    Livrarias há em toda casa com um computador ligado à internet.

    Bancas, não. São poucos os sites que vendem edições de banca. Quando o fazem, faltam muitos títulos. Quando passa pouco tempo, já é agregado valor sobre a capa. E a política de frete grátis é constante em grande sites, aliás.

    Certamente, gibis formatinhos em papel cretino devem ser vendidos em bancas. É inconcebível acabar com o formatinho para publicações de histórias Disney e Turma da Mônica, por exemplo. Certamente, certas HQs, em razão de sua excelência gráfica ou literária, merecem tratamento mais luxuoso, assim como títulos comemorativos.

    Em resumo: você, editora, quer vender em bancas? Ok. Então faça um bom trabalho, ao menos. Não precisa fazer um excelente trabalho. Faça apenas um bom trabalho, faça com que seus gibis cheguem às bancas.

    É tão difícil assim?

    O mais interesse disso tudo é que a editora não está nem aí para os leitores. Praticamente, manda-os às favas.

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  13. "DISNEY JUMBO parece estar se firmando como uma publicação quadrimestral..."

    Isso é realmente importante: a regularidade. Legal ter uma publicação deste quilate para um público volátil miscigenado de adultos e crianças. DJ é mesmo marcante com suas 500 páginas, algo que só tínhamos com o Disney Big Italiano, e os leitores brasileiros nem sonhavam com algo do tipo até bem pouco tempo atrás. Quanto à capa? Realmente a capa deixa a desejar, e serve só para captar leitores eventuais, já o conteúdo, este sim interessa aos colecionadores.

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  14. O conteúdo está SEMPRE(pulando os personagens esquecidos que acho um saco,rs) legal(seleção do Maffia)...o chato mesmo é essas capas(isso sem falar da maldita setorização que nem falo mais)!!:p

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  15. Deixa eu dar meu pitaco aqui, sobre a venda em bancas: no Brasil há cerca de 25 mil bancas de revistas. Como funciona a coisa? As revistas saem da editora e vão para um distribuidor, que as leva para cada cidade. Nessa cidade há um comprador - intermediário - que traz as novas edições para a banca (o jornal é entregue pelo próprio distribuidor). A venda é consignada, a banca só paga por aquilo que vendeu.


    E aí chegamos no ponto crucial: "só paga pelo que vendeu". Se vc fizer uma rápida pesquisa nas bancas de sua cidade, verá que em todas elas, ou em 90% delas, existem revistas como Capricho ou Caras. O motivo é simples: elas estão lá porque vendem. O dono da banca recebe 10 exemplares e vende, digamos, sete dos dez. Ele vai pagar pelos sete e devolver os três de encalhe. As bancas incluídas nas 10% que não recebem a revista foram excluídas pq não vendiam.

    Essa conta não é aleatória: o distribuidor avalia e mede o desempenho da banca, porque ninguém quer perder dinheiro com encalhe. Nem a editora, nem o distribuidor e nem o dono da banca (encalhe significa ocupar espaço que poderia estar sendo usado por outro produto que venda mais). A regra é a mesma das gôndolas de supermercado: se o leite Parmalat não tem saída, ele perde o espaço dele no ponto de venda (o que aliás ocorreu).

    Se as revistas que você quer não se encontram nas bancas de sua cidade, é porque não vendiam, ou vendiam pouco, representando prejuízo financeiro para todas as partes envolvidas. Mas vc pode dizer "Ora, mas eu e meus quinze amigos ficamos sem as revistas que comprávamos religiosamente todos os meses". Muito provavelmente, essa quantidade de compradores não era suficiente para trazer lucro aos envolvidos na cadeia produtiva: editora, distribuidora e dono da banca.

    Então, o gibi chega à banca. Mas se ele não tiver a saída desejada e esperada, não chegará mais.

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  16. Acabo de ver uma postagem da página do facebook da Editora Abril em que ela diz que pode-se usar a própria página para fazer reclamações, elogios, etc. O post é este:

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=385923944829038&set=a.126879510733484.33385.126011650820270&type=1

    Taí, galera, acho que todo mundo poderia reclamar em peso sobre a setorização com este novo recurso, usando argumentos como "maior editora da américa latina" e "60 anos publicando Pato Donald e ainda não aprenderam a distribuir a revista no país inteiro?" e por aí vai :)

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  17. A banca da minha rua (centro de São Paulo) não tinha quase gibi nenhum.

    Depois que comecei a dar preferência a ela (e não a outras, da Paulista, por exemplo) o espaço virou quase que uma comic shop.

    Só as edições capa dura específicas de livraria é que ela não recebe (capas dura mais em conta, como a linha Noir da Marvel, recebe normalmente).

    Por que, isso? Está na explicação do Júlio: a Treelog foi entregando ali cada vez mais títulos, gradativamente, porque sua logística concluía que ali se vendia quadrinhos.

    E.Rodrigues

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  18. Realmente, os gibis setorizados já chegam aqui no NE bem detonados. Tem que se fazer uma peregrinação nas bancas pra ver onde acha a menos pior. Essas eds. especiais como Disney OlÍmpico, Jumbo e Mega deveriam vir plastificadas. Espero que tomem alguma providência em relação a isso. Aproveito pra divulgar minha hq GiBiographia que fiz sobre o Disney Futebol 2012, nesse link http://gibiarte.blogspot.com.br/2012/12/gibiographia-futebol-paixao-nacional.html.
    Abraço a todos.

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  19. Meu intuito aqui é de apenas tentar nivelar a informação, ao menos quanto aquilo que conheço. Acredito que, quanto mais informação, maior a consciência sobre as coisas, e na hora de reclamar ou de exigir seus direitos, pelo menos a pessoa tem um mínimo de conhecimento de causa.

    Por isso mais um toque, agora sobre os gibis da segunda fase: eles são o encalhe da distribuição na primeira fase.


    Pelo menos era assim que funcionava antes, e se a estratégia não mudou, é similar ao que explico abaixo:

    Todas as revistas geram um encalhe. Se assim não fosse, significaria que a "conta" foi mal feita e estão perdendo venda. Existe um encalhe "saudável", digamos assim, no exemplo que dei acima: se 70 ou 80% do reparte da banca foi vendido e esse índice se mantém, isso quer dizer que todos os compradores daquela banca estão sendo atingidos. Se o encalhe for menor que esse, significa que há mais compradores e que , provavelmente, será preciso aumentar o reparte até se chegar no nível "ideal". No exemplo acima, a banca recebia 10 exs. e vendia 7, encalhe de 3. Se o encalhe passa a ser de 1, o reparte é aumentado para, por ex., 12, de forma que o encalhe volte a ser de 3 exemplares.

    Se o encalhe for o inverso, de 80%, significa que ali não é o lugar certo pra se vender essa revista, é prejuízo.

    Existem revistas cujo encalhe não se pode aproveitar (as semanais de notícias, por ex), mas os gibis podem ser aproveitados, eles geralmente não têm um "prazo de validade". E é o encalhe desses gibis que segue para a segunda fase.

    O reparte é recolhido e vai para um depósito, onde é feita uma seleção em que se separa o gibi de capa rasgada, rabiscada, queimada pelo sol (durante o tempo em que ficou exposto na banca) e outros defeitos. Numa situação ideal, cerca de 6% do encalhe se perde totalmente (muitos jornaleiros amarram o pacote de encalhe com barbante e esse pacote é jogado do carro dele para o box na distribuidora, e de lá é jogado para a Kombi que leva ao depósito... Quem já viu como são tratadas as malas nos aeroportos entende o que estou dizendo). Isso significa que a revista que vai para a segunda fase seria aquela em melhor estado.

    Aquelas que estão muito estragadas vão para a reciclagem, e viram papel para se fazer blocos de anotações, cadernos, etc.

    Mas as revistas que vão para a segunda fase não são detonadas. Claro que não estão estalando de novas, como quando saíram da gráfica, mas não devem ser rasgadas, rabiscadas, amassadas etc.

    Quando isso acontecia, eram casos pontuais. Houve uma ocasião em que o que era pontual se generalizou em determinadas regiões, e depois de diversas reclamações e uma investigação por parte da distribuidora, foi apurada uma falha no sistema de seleção de revistas de certa empresa contratada, que logo foi corrigido.

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  20. Algumas considerações de um leigo:

    1 - Analisandos os NÚMEROS, vê-se que a perda no NE foi maior que o ganho em S/SE para os meses da setorização. Em grande parte dos meses, SP/RJ recebeu MAIS do que antes e vendeu menos.

    2 - Perfeito o raciocínio do "encalhe ótimo".

    3 - Duvido que haja essa seleção tão rigorosa, afinal, nos últimos 4 meses em 3 a editora Abril me mandou gibis RASGADOS no pacote de assinatura, e quando solicitei o reenvio primeiro n mandaram, depois mandaram rasgado (outubro) e depois dizeram que mandaram por sedex e ainda estou esperando (esse mês).

    4 - da mesma forma, acho o nível de 6% do encalhe perdido bem irreal Em todas as bancas que vou vejo quase todos os gibis amassados, alguns rasgados e outros tantos sujos. E falo de bancas pré-setorização. Antes a perda fosse no transporte apenas, mas existem perdas de qualidade tanto na própria banca (que às vezes amassa os seus gibis) como na própria distribuição (palavra de quem sempre recebe seus gibis amassados, rasgados e/ou sujos).

    5 - Hoje, como CONSUMIDOR, posso ter certeza que não é tão "caso raro" as revistas que CHEGAM nas bancas amassadas.

    Sobre o lance das regiões, interessante saber disso. Quem sabe o problema aqui no DF seja com a distribuidora...

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  21. Só um detalhezinho. Não sei como pode ser culpa apenas do distribuidor quando uma revista me chega com, sei lá, 10% da página rasgada, dentro do saquinho de assinatura e sem a parte rasgada estar dentro do saquinho. Ora, ela n pode ter caido se o saco estava fechado, então logicamente ela foi colocada rasgada dentro do saco.

    Quem quiser olhar:
    1 - a revista do Mickey do primeiro envio: http://imageshack.us/photo/my-images/96/89933957.jpg/

    2 - O disney big do segundo reenvio (o primeiro nunca chegou):
    http://imageshack.us/photo/my-images/40/capadb4.jpg/

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  22. Apenas complementando minhas reclamações, é muito fácil e cômodo pra quem estar em SP dizer que nós reclamamos, que isso que aquilo. Mas e aí, o que fariam em nosso lugar?

    1 - Quer assinar??? As revistas chegam rasgadas e n podemos assinar por exemplo os almanaques.

    2 - Quer comprar na loja da editora? Tem um erro enorme no cálculo do frete há meses e eles falam q n tem (por e-mail me responderam assim). A não ser que tenham consertado essa semana. Além do mais, n tem todas as revistas lá.

    3 - Quer comprar no PG? Nem sempre todas as revistas estão disponíveis ao mesmo tempo, ou seja, n se pode "aproveitar" um só frete, e às vezes temos que gastar sei lá, 8 reais de frete para uma revista que custa 10, pq se esperar o outro dia para comprar ela pode n estar mais disponível. Inclusive eu achei que eles n estavam vendendo mais Pateta e Minnie separadamente, mas vi no site que estão.

    4 - Se esperarmos as revistas setorizadas chegarem, elas simplesmente NÃO CHEGAM. às vezes chegam em saquinhos q n se pode, pasmem, visualizar o conteúdo. Outras vezes chegam todas amassadas, outras nem chegam. E n é em uma ou 2 bancas do Brasil. Não chegam em quase todo o lugar q se procura. N chegam em CIDADES, e não em bancas específicas.

    Enfim, é fácil falar que reclamamos, mas, sinceramente, é o único nicho de mercado que conheço que o consumidor diz "EU QUERO COMPRAR" e a empresa diz "EU NÃO QUERO VENDER".

    Já que eu e outros reclamamos demais, por favor, sulistas, proponham soluções para a gente. E ae, o que fariam no nosso lugar/

    (no meu caso, um colega compra e me manda mensalmente)

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  23. ERRATA - DESCULPEM.

    Onde se lê "Numa situação ideal, cerca de 6% do encalhe se perde totalmente..." leia-se "Numa situação ideal, cerca de 6% da TIRAGEM se perde totalmente...".

    Explico a diferença de conceito numa simulação:

    Tiragem de uma revista: 30.000, encalhe de 50%.

    6% da tiragem perdidos: 1.800 exs. (contra 900 exs se fosse do encalhe)



    (quando se calcula o break-even da revista, esse índice já está computado nas despesas).

    Isso dá razão à observação do Sérgio no ponto 4 de seu comentário; desculpem o erro de informação, novamente.

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  25. Acho que tudo que o Julio expôs só prova o quanto arcaico e defasado é o sistema de venda de quadrinhos no Brasil.

    A Editora, ainda mais do porte da Abril, não deveria ter como foco exclusivamente a Banca de Jornal. O modelo de banca está falido há mais de 10 anos, existe mas é um sistema zumbi, que não vai sair da merda nunca.

    Não haveria qualquer problema se a empresa que produz o produto disponibilizasse opções onde o comprador pudesse comprar o produto de alguma maneira.

    Cito por exemplos alguns titulos setorizados da própria Panini e JBC na linha de mangás. Você não escuta tanta reclamação da comunidade de leitores quanto se escuta da Abril com Disney.

    Porque, porque as editoras possuem acordos e opções que não discriminam as regiões setorizadas:

    1) Redes como Comix, Banca 2000 e até mesmo Animepró são constantemente abastecidas com as revistas da Panini e JBC. Sejam elas do mês ou até mesmo de meses anteriores, garantindo que o leitor não sobrecarregue, tento que comprar tudo de uma só vez dentro de um determinado mês.

    2) Assinaturas. As empregas possuem pacotes e várias opções de assinaturas. Turma da Mônica na Panini você pode assinar mensais e almanaques, tudo em pacotes distintos e separados. Na Abril o pacote disney é de dar vergonha, fora que a assinatura representa apenas um pequena parte da linha. almanaques e especiais você nã consegue assinar e o pacote completo com BIG é super caro e não se assina por 3 anos como o pacote classico.

    3) As editoras e lojas afiliados participam de eventos regularmente, levando seus produtos pra vendas. A galera de mangá se esbanda com Anime Friends e similares. Há basicamente um evento desse porte por mês, por todo o Brasil, e é grande a base que coleciona por ali.

    Então, parceiras, vendas online, eventos. Há muito que se fazer com uma revista.

    O Julio fala de tiragem e encalhe como se banca fosse a unica solução. Não é! Setorização não é solução, é discriminização.

    É como dizer que um lugar não vai mais receber pão e leite porque a maior parte da região só come bolacha e bebe café puro. Foda-se quem dali come pão e bebe leite.

    Não está certo isso. Se uma revista tem uma tiragem, porque não dividi-la em setores. 10% pra venda online, 30% pra lojas e afiliados especializados e o resto pra banca (em formato nacional).

    Pra mim a infraestrutura de distribução é que é falha. Vai dizer que há regiões dentro dos estados setorizados em que as revistas não podem vender mais do que cidades do interior de SP que são nacionais? Ora essa!

    Eu duvido que aqui em Jacareí, interior de SP, venda mais Disney do que se distribuisse numa capital setorizada como Salvador-BA.

    O fato é que a Editora Abril, em especial o setor Abril Jovem é um setor comandado por profissionais jurássicos, que não possuem qualquer competência para modernizar a filosofia do departamento. Não conseguem ter a visão e o jogo de cintura que editoras como Panini e JBC possuem ao trabalhar num país tão grande quanto o Brasil.

    Uma editora que não aposta em hotsites, que tem um trabalho de marketing virtual que dá vergonha. Talvez seja velhice. Com 60 anos, talvez esteja na hora de aposentar alguns profissionais ali e dar o bastão para novos profissionais, que entenda melhor do mercado moderno atual.

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  26. Thiago, inúmeras vezes você já leu aqui: a Abril Jovem não tem nada a ver com a distribuição. Isso é de competência da Dinap. Não sei por que você bate tanto nessa tecla.

    Parece-me que o grupo acabou de testar a venda nacional de gibis e voltou atrás. Por que será?

    E. Rodrigues

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  27. E eu acho mais do que justo que massivamente os leitores reclamem mesmo. Uma hora isso daí aparece na num Jornal ou Rede Globo da vida, como discriminação contra o consumidor e torço pra que dar uma belo efeito negativo na Abril!

    As empresas por aqui precisam parar de tratar os consumidores como trouxas e otários.

    Cadê aquela garantia de igualdade que nossa Constituição Federal (não é Constituição Setorizada) prega? A igualdade não é para todos? Acho um absurdo essa prática de mercado onde você discrimina regiões onde a demanda é baixa. Uma coisa é vender pouco (outra é não vender).

    Daqui a pouco a gente para de vender eletronicos, certos produtos alimentícios, remédios pro pessoal dos estados setorizados sobre o pretexto de que a venda é tão irrisória que ninguem vai dar falta.

    Vamos parar de criar livrarias e dar educação nos estados setorizados, porque eles não leem na mesma proporção que os estados de maior demanda.

    É ridículo, preconceituoso e um força de mostrar como o Brasil é um país de merda. A gente aqui não avança, só regride mesmo.

    Não é porque é quadrinhos que tem que ser tratado como produto de merda. Joga pros lugares que vende e pros locais que não tem a mesma demanda azar dos interessados.

    Não me agrada em nada esse pensamento que a Editora Abril prega.

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  28. E. Rodrigues parece que vcs são cegos mesmo. Vai colocar a culpa na Dinap, na distribuidora?

    Que bonito... a Editora então é refém do que a distribuidora quiser fazer.

    Dinap: "- Olha só Abril. Vocês produem o produto e a gente vai mandar pra onde NÓS quisermos, da forma que NÓS quisermos. Você não tem poder de mando aqui. Não importa se é você que produz, que o produto seja seu. A gente aqui é quem decido como, onde e de que forma vc vai vender seu produto".

    Fala sério! Quando eu compro um produto no Submarino ou qualquer loja online e ele não chega na minha casa um atrasa, não vou ligar nos correios ou na transportadora. Eu vou ligar na loja e dizer, "olha o produto não veio, falem com a transportadora e se virem". Se a loja não conseguir falar com a transportadora, é obrigação dela mandar outro produto ou me reembolsar! Não é a transportadora que vai devolver meu dinheiro!

    A Dinap é uma intermediária nessa relação empresa que produz e cliente que compra. Ela é apenas a ponte. Se é incompetente, falha e burra, não é pra ela que devo reclamar. É pra editora que usa seus serviços.

    Nessa caso é ainda pior porque é a Abril que é dona da Dinap (e não o contrário).

    E eu culpo sim o departamento da Abril Jovem porque é essa a linha que mais sofre de preconceito e politicas escrotas. Você não vê esses problemas na linha de revistas do departamento Abril Adulto (ou seja lá no nome). Playboy, Veja, Superinteressante.

    Anos atrás até os especiais da Super eram passíveis de assinatura. Pra se ver o absurdo que a linha infantil é dentro de uma editora como a abril.

    E até onde sei, cada departamento tem um editorial. Não são as mesmas pessoas que fazem a Veja e a revista do Tio Patinhas.

    Não adianta escrotizar a Dinap. A culpa é da Abril e do setor Abril Jovem que não tem visão e peito pra brigar com os departamentos de gente grande dentro da própria editora.

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  29. Thiago, em momento nenhum eu disse que banca de revistas é a solução, muito menos que é a única. Apenas toquei no tema por causa de alguns comentários que falavam de bancas de revistas e sua distribuição.

    Como mencionei, a ideia foi contribuir com informações para melhorar o debate.

    As bancas funcionam, e funcionarão sempre em um país com a extensão do Brasil, para revistas de altas tiragens. Foi por isso que elas foram criadas nos anos 1950, importando o modelo que existia na Argentina e na Europa, sem falar nos Estados Unidos. E o nome "banca" vem do fato que, antigamente, se vendiam jornais, e depois o Pato Donald, em tábuas apoiadas em caixotes, em "bancas".

    Quando as tiragens são pequenas, como hoje na maioria dos gibis, vc tem mesmo que procurar outros canais de distribuição além das bancas. As bancas não são um canal para publicações "especializadas", servem bem para publicações de massa.

    Quando eu estava na empresa, nós abrimos diversos canais alternativos além das bancas, e para uma série de produtos, inclusive gibis. Houve enorme resistência do status quo, e de todos os lados, dos jornaleiros que não queriam perder as revistas (embora não as vendessem), dos supermercados, por ex, que achavam muito trabalho ficar vendendo gibis nos caixas, das farmácias - até que fomos proibidos de vender lá - e as comic shops eram algo como meia-dúzia em todo o país. Na internet, o e-commerce e a logística ainda engatinhava (e parece que não melhorou muito de lá para cá).

    Então, como vê, não sou e nunca fui partidário da ideia de que banca é a única solução.

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  30. E Thiago, sobre seu comentário "Daqui a pouco a gente para de vender eletronicos, certos produtos alimentícios, remédios pro pessoal dos estados setorizados sobre o pretexto de que a venda é tão irrisória que ninguem vai dar falta." Isso já acontece e vou dar um exemplo apenas: existe um medicamento para diabetes chamado Victoza e que vc encontra em SP, capital, mas não encontra em muitas outras cidades do estado e do país justamente por isso, pq não tem venda suficiente nessas praças. Há demanda, há oferta.

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  31. É bom saber qual seu "partido" nessa história Julio. Só discordo de você quando diz que muito pouco se mudou desde sei lá quando vc estava se referindo. (fim dos anos 90?)

    É fato que Panini e JBC, duas editoras graúdas no Brasil em termo de quantidade de quadrinhos que vendem trabalham com uma logistica e infraestrutura muito melhor do que a velhona da Abril. São editoras que discriminam muito menos o leitor (sim, porque ainda rola falhas e gafes até nestas, elas não são perfeitas).

    Na Abril a gente se sente até mal, tipo de vendedor que vende aquilo por obrigação. de mau grado. enquanto na Panini e JBC a gente se sente bem, dando a impressão de que os caras realmente gostam daquilo que faz e do produto que trabalham.

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  32. Ué... você citou aí a Superinteressante... Pois essa revista (e seus filhotes, como a Mundo Estranho) são precisamente da mesmíssima diretoria que você critica virulentamente.

    Essa história de vende aqui não vende ali é uma piada: é óbvio que todo e qualquer produto só chega onde haja demanda que justifique o custo de distribuição. Não precisa nem mudar de cidade: no mercado da perifa vende a mesma coisa que na Casa Santa Luzia, dos Jardins?

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  33. é notável a diferença entre uma editora especilizada no ramo de quadrinhos e uma editora que só vende quadrinhos por obrigação (data a sua história de 60 anos atrás).

    é por essas e outras que eu gostaria muito de ver a linha Disney na Panini, que vem fazendo um trabalho lindíssimo com Turma da Mônica.

    A Abril infelizmente parou em seu tempo. Não presta mais como editora de quadrinhos e duvido muito que ela volte ao que foi um dia.

    Ano que vem meu ponto será provado, com o retorno da produção nacional (que já tivemos um vislumbre esse mês e... "méh")

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  34. E. Rodrigues, então meus parabéns pra abril jovem por fazer um serviço digno pra superinteressante e um de merda pra linha disney.

    inclusive vou comprar uma superinteressante e ler pra ver se o expediente da revista tem os mesmos responsáveis pela tio patinhas.

    ou seja. Não mais culpar a Abril Jovem e sim a Editora Abril como um todo.

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  35. Ninguém vende nada por obrigação. Vende porque dá dinheiro, óbvio. Abril, Disney (logo quem!), Mauricio, Panini, JBC... nenhuma delas é entidade filantrópica.

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  36. Havia 4 (tá bom, 5) títulos Disney cambaleando nas bancas (tradução: nas vendas) há 3 anos. Agora são trocentos, para todos os bolsos e gostos.

    E se não estou muito enganado, foi por causa dessa reviravolta bem sucedida nos quadrinhos Disney que o Dimas passou a dirigir também Superintessante e outras...

    É bem o contrário do que você diz. São fatos.

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  37. Certo E.Rodrigues... pra ti é tudo preto ou branco. Tá difícil entender as áreas cinzas, né?

    Tá certo. Pode defender a Abril com unhas e dentes. Não muda o fato que o trabalho dela na linha Disney em distribuir para seus leitores é um trabalho de merda.

    Não tira o fato que outras editoras no mercado trabalhem de forma muito superior que ela, seja em distrbuição, venda online, assinatura, logistica e até marketing.

    A Panini não tem nenhuma Veja, mas não cabe a ela ter. Mas é fato que o trabalho dela é muito melhor com Marvel e DC do que os muitos anos em que essa linha ficou nas mãos da Abril. Você vai alegar que os tempos eram outros... sim.

    Há editoras que sabem se adaptar e há editoras gagás, que não tem profissionais ou visão para conseguir mudar as coisas. Aí fica estagnada.

    Aí a gente tem que discutir formatinho, mercado de banca de jornal, papel de limpar bunda, gráfica porca...

    Sim, a Abril vende Disney porque ama os lucros que a linha dá... não é obrigação. Sei...

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  38. "Havia 4 (tá bom, 5) títulos Disney cambaleando nas bancas (tradução: nas vendas) há 3 anos. Agora são trocentos, para todos os bolsos e gostos. "

    - Certo e isso são méritos exclusivamente da Abril né? O próprio mercado de quadrinhos nacional não cresceu e se expandiu como um todo?

    A Panini e a JBC com o trabalho dentro desse mercado não tiveram qualquer credito nisso?

    Disney apenas seguiu a onda. Os editores escutaram os leitores, serviram aquilo que o publico pediu (ao contrário do que vinha acontecendo). Se vc for analizar, não é mérito nenhum da Abril.

    A linha Disney cresceu em 3 anos? Ora é só ver o quanto mais absurdamente a linha Mônica cresceu nas mãos da Panini no mesmo período. É só olhar quantos títulos de mangás existiam há 3 anso e quanto existem hoje (deve ter 4x mais).

    O mercado cresceu, o brasileiro passou a prestar atenção. Disney estava ali no canto, e por tabela cresceu junto, aproveitando os leitores que sabiam exatamente o que queriam. (afinal barks não está vindo aí em 2014 novamente por pura pressão dos leitores? pra mim é isso).

    O fato da Disney ter melhorado sua linha nestes ultimos 3 anos, não significa que ela não poderia ter feito MUITO mais, se estivesse nas mãos de outra empresa ou profissionais.

    Da mesma forma que poderia ter sido extinta de vez.

    O fato é que a Abril não foi responsável pela virada de jogo. O próprio mercado em si foi, com Panini e JBC especializando e incentivando massivamente o mesmo. Logistica em romper a mentalidade de banca de jornal, mentalidade que a Abril é um das poucas que ainda possui.

    Tradicionalismo arcaico ainda vai matar a linha Disney...

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  39. Não adianta nada a Abril melhorar seu produto e o consumidor, o cliente, não ter MEIOS para comprá-los. É o que acontece hj na maior parte do país:

    - Assinaturas chegam rasgadas
    - A loja da editora é uma pseudoloja, com frete inventado.
    - Não se vende gibis Disney online, com pouquíssimas exceções, como o PG
    - Os produtos n chegam nas bancas de mais de 50% do país.

    Já perguntei, para os q tanto defendem isso: o que fariam em meu lugar? Alguém tem coragem de responder?

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  40. Alias Sergio... tirando Abril, como é Panini e JBC na sua região. Como a concorrência se comporta por aí?

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  41. Não defendo nada com unhas e dentes. Só meu cachorro. Apenas faço contrapontos a seus argumentos com fatos. Que você despreza sistematicamente.

    A JBC é boa porque sua própria gestão enxergou problemas e nichos e agiu; a Abril é péssima, por acaso uma revista vende ou não, na levada da maré. Isso para mim é que é enxergar preto e branco e nada mais.

    Vamos ao que interessa, aí a discussão termina: quais setores da Abril estão dando lucro? Quanto a Panini ganha vendendo Marvel? E figurinha do campeonato brasileiro?

    Não sejamos tão ingênuos, meu caro.

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  42. Thiago, a distribuição da turma da mônica piorou muito de um tempo pra cá aqui tb. Certos tírulos só chegam em algumas bancas, qdo chegam

    Panini vejo constantemente as publicações DC/Marvel tb, e vejo muitíssimos mangás, n sei de quais editoras, pq n acompanho tal nicho.

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  43. Ora E.Rodrigues e eu lá quero saber quem tem o pinto maior? Abril ou Panini.

    Eu como consumidor quero o acesso o produto. Simples assim!

    Vc faz soar que a Panini e a JBC com um serviço melhor de distribuição que a Abril estão fazendo um favor ao leitor... como se não precisassem fazer assim.

    Fazer seu serviço na melhor qualidade possível não é um favor... é uma obrigação.

    Como consumidor é meu papel brigar por isso. Não é minha função passar a mão na empresa de dizer... faça de qualquer jeito, contanto que você lucre mais.

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  44. Eu apenas disse que obviamente o objetivo da empresa é o lucro (por menos que elas admitam isso em público).

    Para conseguir lucro, ela tem que vender o produto dela da maneira mais eficiente possível.

    Se a maior editora de revistas da América Latina age assim e assado, parece-me que é porque isso é bom para ela (unanimidade ela não vai encontrar nem em seus corredores, quanto mais aqui fora).

    Friamente, é isso.

    Não estou passando a mão na cabeça de ninguém (só do meu cachorro, que está aqui com fome). Só estou tratando o assunto desapaixonadamente.

    Quanto aos problemas enfrentados pelo Sergio, sou absolutamente solidário, mas não tenho o mínimo conhecimento técnico para dar palpite.

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  45. "Se a maior editora de revistas da América Latina age assim e assado, parece-me que é porque isso é bom para ela."


    - se a maior editora da américa Latina age dessa forma, prejudicando leitores, discriminando regiões em pró do lucro canibal, enquanto outras editoras menores possuem politicas mais justas para ambos os lados, com certeza tem coisa errada aí.

    quando a maior editora não dá a mínima pra suporte online, assinaturas, vendas em todo o país e revistas com boa qualidade.. e ela é a maior e a que mais lucra... fica impossível não pensar que a Abril só é o que é porque é um editora sacana, que dá a mínima atenção para a qualidade de seu produto.

    enquanto isso, editoras menores fazem um trabalho melhor, de maior qualidade e mesmo que não lucrem como a Abril, possuem muito mais o respeito do consumidor.

    é triste essa realidade onde as empresas mais sacanas prevalecem sobre as mais corretas. não vejo porque defende-las em casos como este.

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  46. Suas conclusões são absurdamente precipitadas. Ora, como assim "prejudica o leitor"? Se Disney é publicado ininterruptamente há 60 anos aqui, como você pode chegar a uma conclusão dessas? A maioria dos leitores está contemplada, amigo. É isso que importa. Quantas vezes, por exemplo, a linha Vertigo foi iniciada e interrompida no Brasil? Por editoras, que, por sua ótica, estariam fazendo um trabalho excelente e tal? E que tal a Pixel? E Sandman, que precisou da Devir ajudar a Globo (uma GIGANTE) para que fosse aqui concluído? E a Conrad, com suas edições inicialmente luxuosas? Seus argumentos não têm respaldo na realidade. O trabalho não basta ser bom, ele tem que durar. Eu quero que dure. Vc fala de Disney na Panini. Sei. Você viu o que aconteceu com a HB e Warner na Panini? Nada. Melancolicamente se resumem a títulos com obrigação contratual de publicação. Vamos ser realistas.

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  47. Minhas considerações (também de um leigo), parte 1/2...

    Sobre a setorização, até pouco tempo atrás eu reclamava vez ou outra sobre isso. Mas, entendo o lado da editora: é óbvio, lógico e aceitável que qualquer organização com fins lucrativos busque o lucro (redundância proposital :)).

    Partindo do ponto de vista da editora, e considerando as estratégias de mercado, não há muito o que contestar acerca da famigerada setorização. De tudo que vi nos comentários anteriores, posso resumir da seguinte forma:

    1. sem a setorização, a editora - por exemplo - produz 1.000.000 de exemplares da revista X e distribui proporcionalmente, conforme estimativa de vendas (creio que seja mais ou menos assim), em todo o Brasil e depois de um determinado tempo recolhe os encalhes (que naturalmente ocorrerão em todos os estados).

    2. com a setorização, a editora - por exemplo - produz uns 800.000 exemplares da mesma revista e distribui tudo nas regiões de maior circulação, deixando as demais para receber os encalhes. Então, se o encalhe for pequeno, a editora poderá rodar mais exemplares e, junto com os encalhes, enviar para as regiões que ficaram chupando dedo.

    No final das contas, a editora acumula menos encalhe e, consequentemente, tem um prejuízo menor. Ou seja, questão de eficiência (como citou anteriormente o PG)!

    Para nós, pobres mortais do N/NE, é chato ter que entrar na corrida do ouro, mas a editora está fazendo o que qualquer organização com fins lucrativos faria.

    Mas nem tudo é tristeza (pelo menos pra mim)!

    Eu vejo uma vantagem nisso tudo: quando se tratar de coleções, terei mais tempo para poupar o dinheiro que será gasto para comprá-las!!!

    Aqui em Maceió/AL (onde se frita ovos no asfalto, kkkk), até o mês de outubro, estava desesperado achando que as Bigs não chegariam mais, mas, para minha felicidade, a nº 14 chegou a uns dois meses e a nº 15 chegou no começo deste mês. Comprei essa semana a edição especial "Disney Olímpico". Espero que as próximas edições cheguem também em quantidade suficiente.

    Engraçado é que em TODAS as bancas que eu procurava a Big (de julho até outubro) ninguém sabia da setorização. Inclusive, em uma das bancas que eu frequento, a dona nem sabia que raios é setorização, aff.

    Quanto ao lance das capas amassadas/rasgadas/sujas e tal, só aconteceu uma vez (ontem, quando comprei a "Natal de Ouro #3).

    ...

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  48. Minhas considerações (também de um leigo), parte 2/2...

    ...


    Antes que eu esqueça, vou comentar sobre uma postagem do PG:

    " PLANETA GIBI disse...
    A banca da minha rua (centro de São Paulo) não tinha quase gibi nenhum.

    Depois que comecei a dar preferência a ela (e não a outras, da Paulista, por exemplo) o espaço virou quase que uma comic shop.

    Só as edições capa dura específicas de livraria é que ela não recebe (capas dura mais em conta, como a linha Noir da Marvel, recebe normalmente).

    Por que, isso? Está na explicação do Júlio: a Treelog foi entregando ali cada vez mais títulos, gradativamente, porque sua logística concluía que ali se vendia quadrinhos.

    E.Rodrigues

    20 de dezembro de 2012 12:49"


    Próximo à casa de minha sogra há uma pequena banca que recebia rigorosamente 2 exemplares da Big (até a edição nº9). Quando comecei a colecionar a Big (após a abril lançar a nº 08), passei a comprar na referida banca, até que certo dia a banca recebeu 4 exemplares (acho que foi na edição 11). Conversando com a dona da banca, ela me falou que tem um cara que sempre comprava 1 exemplar da Big, e sempre encalhava o outro. Depois que passei a comprar, segundo ela, não houve mais encalhe, então a distribuidora (Chinaglia) passou a enviar 4. Quando foi lançada a Jumbo e a Mega, a banca recebeu 2 exemplares de cada. Já no shopping Pátio Maceió, que fica a uns 800m de da banca, a Jumbo e a Mega chegaram em lotes de umas 10 ou mais, o que é perfeitamente compreensível. Quase sempre fico sabendo que chegou uma nova edição na banca do shopping, mas dou preferência à banca perto de casa, pois lá sou muito bem atendido e a dona da banca ainda reserva as minhas Bigs, hehehe.

    Com base nessa minha experiência, acredito que funciona assim mesmo como o E.Rodrigues comentou.


    Chega! Escrevi demais!!!

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  49. O exemplo do Alex esclarece de uma vez por todas os pontos debatidos aqui, sobre circulação, setorização, encalhes, seleção de encalhes e repartes.

    A questão toda se resume à constatação de que estamos em uma economia de mercado, ou seja, se há demanda, há oferta ("...uma pequena banca que recebia rigorosamente 2 exemplares da Big... Quando comecei a colecionar a Big (...)passei a comprar na referida banca, até que certo dia a banca recebeu 4 exemplares...").

    Isso serve para gibis, para medicamentos (o caso do Victoza a que me referi noutro post mais acima)e a qualquer outro produto. Onde houver demanda, haverá oferta.

    Pode parecer injusto, mas essa é a regra do livre mercado.

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  50. Este comentário foi removido pelo autor.

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  51. Muito triste com tudo isso que li aqui. Mas não vou escrever o que penso aqui, não. Tenho meu próprio blog, escreverei lá, mais tarde!

    Chega de dar ibope aos que me ignoram.

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  52. Ainda não vi nenhum argumento plausível para:

    - Impossibilidades de compra via Loja Abril
    - Gibis distribuidos em estado lamentável para as regiões setorizadas.
    - Gibis rasgados para os assinantes
    - Falta de venda em comic books

    Quem vende mais? SC ou BA??? DF ou ES???

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  53. Sérgio, acho que nenhum de nós aqui tem qualquer coisa a dizer sobre seus pontos.
    Pq a compra pela loja Abril é complicada, ou sobre a qualidade das revistas que chegam às bancas em certas praças ou pq não se encontram as revistas Disney em comic shops. Ou se vendem mais revistas Disney na Bahia do que em Santa Catarina.

    Qualquer coisa que alguém disser sobre isso será mera especulação, já que não temos acesso aos dados ou conhecimento sobre esses assuntos.

    São perguntas que só podem ser respondidas pela própria editora.

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  54. Este é um espaço que uma loja virtual abre para discussão dos fãs e que, quando algum de nós tem conhecimento de alguma coisa, procura compartilhar.

    Talvez alguém da editora um dia pudesse vir aqui e esclarecer alguns dos pontos que não fossem confidenciais (vendas é confidencial), como aconteceu durante um tempo numa página do falecido Orkut, se não me engano.

    Ou usar sua página no Facebook para esclarecer esse tipo de dúvidas.

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  55. Achei interessante este trecho e quero discordar:

    "Qualquer coisa que alguém disser sobre isso será mera especulação, já que não temos acesso aos dados ou conhecimento sobre esses assuntos."

    Não é especulação. Vou às bancas e não encontro nada de edições especiais, sendo que as mensais chegam com até cinco meses de atraso (quando chegam e não pulam números). Quando encontro especiais, estão em estado de ir pro lixo. Tenho DEZENOVE números de Essencial Disney. E o vigésimo? Nunca chegou em NENHUMA banca conhecida. A Abril (ou Dinap?) não quis mandar. Ferrei-me, e sem cuspe. Na loja da Abril, com o frete, esse formatinho fica por mais de R$ 50,00.

    Isso é especulação, talvez, para você. Mas para mais da metade do Brasil é realidade notória.

    A postagem agora é sobre a nova edição Jumbo. E estamos justamente falando sobre ela (como gostaríamos de tê-la), e sem fugir do tema: ela não chegará onde moro; se chegar, é em estado podre, rasgada etc.; se eu quiser comprar na loja da Abril, talvez desembolse uns R$ 60,00 e, como leitor, sinto-me desprestigiado.

    A conversa foi oportuna.

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  56. Kleiton

    Vou repetir dois trechos do meu post:

    "Sérgio, acho que nenhum de nós aqui tem qualquer coisa a dizer sobre seus pontos".

    E o segundo trecho:

    "Qualquer coisa que alguém disser sobre isso será mera especulação, já que não temos acesso aos dados ou conhecimento sobre esses assuntos".

    Espero que, destacando os dois trechos, vc compreenda o que eu dizer sobre "especulação". E complemento:

    Quem de nós sabe "Pq a compra pela loja Abril é complicada, ou sobre a qualidade das revistas que chegam às bancas em certas praças ou pq não se encontram as revistas Disney em comic shops. Ou se vendem mais revistas Disney na Bahia do que em Santa Catarina".

    Só a editora pode responder.

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  57. Este comentário foi removido pelo autor.

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  58. Júlio,

    li bem seu post anterior e o compreendi. E ratifico: discordo.

    Este espaço se presta à discussão sobre os títulos Disney. É o que estamos fazendo, comentando, discutindo, trocando informações etc.

    Quem sabe no meio de tantas perguntas não apareça uma luz, uma resposta? Aqui mesmo já vimos comentários de Editor da Abril, não foi?

    Vale a pena conversar sobre os infortúnios que passamos ao querer comprar gibis Disney.

    Já pensei que o problema eram as bancas onde eu andava, ou do Estado onde resido há uns anos. Foi em espaços como este que descobri que o problema é maior, que vários leitores em - não apenas noutros Estados, mas noutras Regiões do Brasil - passam pelo mesmo que eu.

    Você pode não se interessar pelos questionamentos acima, pois talvez não seja atingido pelos problemas descritos. Sorte a sua. Mas, da mesma forma que Editor já apareceu aqui para comentar "coisa pequena", poderia aparecer para falar sobre os pontos acima:

    - Impossibilidades de compra via Loja Abril
    - Gibis distribuidos em estado lamentável para as regiões setorizadas.
    - Gibis rasgados para os assinantes
    - Falta de venda em comic books

    Interesso-me muito pelos pontos acima e acredito que, em ambientes virtuais, possa conseguir alguma informação. E já estou satisfeito apenas em compartilhar com outros colegas de infortúnio as agruras que passamos.

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  59. Saindo um pouco da discussão sobre setorização e voltando a questão das capas e afins.

    Pessoal... vocês, mais experientes do que eu no assunto, saberiam me responder (ou pelo menos opinar) o que foi que motivou a Abril a mudar a capa da DJ#1 (aquela cheia de personagens) para uma que tem apenas o Donald?

    Na época em que vi a primeira versão da capa, senti uma sensação nostálgica (lembrando as inigualáveis "Disney Especial") e, posteriormente, fiquei sem entender a mudança.

    Eu coloco essas questões aqui porque acredito que nossas opiniões possam, de certa forma, contribuir para possíveis mudanças. Depois da época de ouro de Disney Especial e Almanaque Disney, não imaginava que as HQs Disney (com muitas páginas) pudessem ressurgir novamente. Quando a Big chegou eu não acreditava que fosse dar certo. Pensei que seria apenas mais uma mal sucedida tentativa, assim como foi com Novo Disney Especial. Mas, pra felicidade de todos nós, a DB emplacou.

    Mas, voltando ao tema, queria deixar aqui "minha gota d'água no incêndio da floresta":

    Na minha opinião, a Abril poderia adotar um estilo de capa mais "vivo" para a DJ. Algo tipo a DB (que também poderia ser um pouco mais caprichada), com personagens variados: sem ser apenas um.

    A capa da DJ#4 poderia ter o esquecido Professor Pardal, o Zé Carioca, Peninha, Gastão, Horácio... sem esquecer das personagens femininas como: Margarida, Clarabela, Minie... ainda que sejam personagens pouco "expressivos", mas pelo menos ficaria variado. Sinceramente, enche o saco ver as capas da Big com o Donald, Pateta, Mickey e Patinhas revezando todas as edições.

    Fora a questão estética, o modelo com 300 e 500 páginas com a periodicidade em que vêm sendo lançados está de bom tamanho. Embora alguns reclamem (com razão) de ser republicações, ainda assim gosto da série.

    E por último, vou deixar meu apelo: mudem essa capa sem graça enquanto é tempo!

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  60. Vou dar talvez meus últimos comentários aqui:

    - Eu, por incrível que pareça, não sou contra a setorização, se necessária, mas acredito que a setorização n deva se restringir a regiões geográficas, mas sim regiões "interessantes para a editora" Ora, não é muito inteligente não ter gibis em Brasília (sei lá, pelo menos nas rodoviárias e aeroporto) mas ter no interior do RS, que é MAIS LONGE e VENDE BEM MENOS (pelo menos segundo o IVC)... assim como salvador é mais LUCRATIVO que Vitória...

    - Acho sim que a empresa tem que visar o lucro, claro, evidente, e por isso sempre fui meio que reticente com a ideia de volta da produção nacional. Acho os custos altos e os lucros marginais devido a isso baixos. Mas a editora deve ter feito sua análise para saber disso.

    - Como o próprio Júlio falou, em tiragens pequenas outros locais devem ser acessíveis para que os consumidores possam comprar seus produtos. Isso, com a Abril/DINAP, não acontece.

    - Respeito o Edenilson, mas ele afirmar que "Para conseguir lucro, ela tem que vender o produto dela da maneira mais eficiente possível." é correto, mas ela o faz da maneira mais eficiente possível??? CLARO, E EVIDENTE Q NÃO. Se tem centenas de compradores que QUEREM MAS N PODEM comprar seus produtos pq ela N OFERECE a eles, claro q isso não é eficiência...

    Ele ainda afirma que "Se a maior editora de revistas da América Latina age assim e assado, parece-me que é porque isso é bom para ela (unanimidade ela não vai encontrar nem em seus corredores, quanto mais aqui fora)." Se ele tem essa opinião, tem seus motivos, pois sempre foi muito bem servido de gibis em sua localidade. Agora, NUNCA mandar gibis rasgados para as bancas e assinantes e não deixá-los comprar, em minha opinião, vai ser "bom para ela". Ou eu sou um jumento e não entendo porcaria nenhuma ou para mim ela mandar um gibis em estado perfeito para o assinante e propiciar ao leitor que possa comprar seus gibis é "fazer melhor"

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  61. Mais alguns pontos:

    - Eu sou, no momento, CONTRA uma eventual ida da Disney para outra editora. Acho que a Abril ainda é a melhor editora de revistas da América Latina.

    - Eu compro da Abril, então quem ela celebra contratos para assumir sua loja ou entregar os produtos é responsabilidade dela. Se não chega, tenho que reclamar da empresa que assinei/comprei o produto, não de quem entrega. Ela que vá se ver com ele. Da mesma forma, quando gibis chegam com páginas viradas, o consumidor n tem q reclamar com quem imprimiu, mas com A Abril. Isso qualquer um, mesmo o presidente Lula, q nunca sabe de nada,sabe.

    Quando o consumidor questiona, vejam como agem...

    "Boa tarde

    Creio que há algum erro no cálculo do frete da loja Abril.

    Pus no carrinho agora 4 gibis Disney fininhos (32 pgs), 2 finos (50 pgs cada), 2 almanaques (80 pgs cada) e 1 disney horror (300 pgs) e o frete ficou em 121 reais, como podem ver no anexo.

    É erro, não é?

    Grato"

    RESPOSTA
    "Sergio,

    Esclarecemos que as entregas são efetuadas através de nossas transportadoras, ou através dos correios dependendo da região.

    O valor do frete é calculado de acordo com a região de entrega da compra e de acordo com o peso do produto.

    Continue contando conosco para qualquer esclarecimento."

    É assim que a empresa age, infelizmente... Tirei um gibi(DISNEY HORROR) e pus 2 revistas PLACAR e o frete foi pra 11 reais. Ou seja, era um erro claro do sistema (sei lá, 2 zeros a mais no peso do produto disney horror), mas que não me responderam adequadamente ou consertaram. E dei a eles o toque... mas eles são acima de tudo e de todos, e não cometem erros, como tantos defendem.

    Enfim, parece q no fim é tudo como falaram aí: "A maioria dos leitores está contemplada, amigo. É isso que importa." Em outras palavras: SÃO PAULO RECEBE, OS OUTROS QUE SE EXPLODAM, EU NÃO QUERO VENDER PRA ELES.

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  62. Caro Kleiton,

    Quando o Julio se refere à "especulação" está querendo dizer "especulação em termos de análise que apontariam para soluções" uma vez que os dados que norteiam a política da distribuição são de exclusividade da Abril. Caberia a ela, de posse das constantes reclamações dos leitores, reestruturar seus métodos de distribuição se utilizando de comic shops, loja on line decente e pacotes de assinatura dignos.

    Setorização não vai acabar nunca porque é a forma mais sensata economicamente de distribuição. Porém resulta nos problemas conhecidos: revistas rasgadas, sujas, etc.. Particularmente, eu estranhei quando a distribuição retornou a ser nacional. Tanto é que não durou muito.

    A única solução para isso é a própria Abril e suas empresas correlatas se reestruturarem. Não adianta citar que o Maffia poderia aparecer aqui para falar sobre isso porque o negócio dele é, prioritariamente, editar. Ele não virá aqui pra passar vergonha. Falaria o que? "O setores da Abril responsável pela Dinap e distribuição não se mexeram ainda e não sei se um dia pretendem se mexer".

    Embora eu não sofra desse problema de distribuição, o mais ideal é que continuem infestando os canais de atendimento ao leitor com reclamações. Mas se as vendas tem aumentado tanto quanto dizem, a tendência é a Abril pensar que está no caminho certo. No quesito edição melhorou muito e isso se refletiu nas vendas. Falta o que vem depois disso. A logística.

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  63. É curioso como um mesmo texto pode ser lido de tantas maneiras diferentes, pinçando-se uma frase aqui, uma palavra ali, atribuindo-lhes significados não colocados pelo autor, concluindo numa mescla entre o texto original e as ideias do leitor.

    Lá no início dos anos 1990, nas primeiras aulas de Ciência Política que tive com André Singer na USP, lembro-me da dificuldade que alunos tínhamos para ler um texto sem deturpar os conceitos do autor (por atribuição indevida de significados que o autor não pretendeu, mas que permeiam nosso próprio conhecimento).

    Dada essa notória dificuldade de todos nós em relação aos textos alheios, registro: eu não disse que concordo com setorização, com entrega de revistas rasgadas, com páginas viradas, com capas desse ou aquele estilo, com a maneira como a tal Loja Abril trata e deixa de tratar seus clientes. Quem leu isso no meu texto, leu mal.

    Eu apenas expliquei o que sei sobre o funcionamento das coisas (o que sei, repito; Júlio, com sua gigantesca experiência, fez isso muito mais e melhor).

    Minha formação inclui a livre discussão de ideias. Ponto. Que isso não se confunda com o vale-tudo em que esses espaços na Internet acabam por vezes se transformando.

    E. Rodrigues

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  65. Ruptured Duck,

    "No quesito edição melhorou muito e isso se refletiu nas vendas. Falta o que vem depois disso. A logística."

    Logística!

    Deve ser aí que se localiza o "epicentro" da setorização. Como eu faço parte da "segunda classe" da setorização, não sou suspeito em defender o ponto de vista da Abril. Ressalte-se: defendo o ponto de vista, sei que é fundamental para as estratégias mercadológicas da editora; mas também reconheço que, na qualidade de consumidor, sou desfavorecido e desprestigiado pela editora com tal medida. Resumo isso com o seguinte pensamento: "é um mal necessário"!

    E a setorização é necessária para que, com a otimização dos lucros da editora, as revistas continuem sendo do interesse dela, e assim, por tabela, TODOS serão contemplados com o produto.

    O problema (que todos nós sentimos na pele), como todos aqui já perceberam e comentaram, é a qualidade (ou falta de) com a qual o serviço de distribuição/vendas é feito, resultando em alguns pontos negativos para a relação de consumo: material amassado, rasgado e sujo; incerteza quanto à chegada ou não do produto; e péssimo atendimento no serviço de vendas online.

    Como já disse anteriormente, aqui em Maceió ainda não tive problemas com a oferta de revistas, pois elas estão chegando com o atraso regular de 4 meses em média. O problema que constatei até aqui foi a questão das capas amassadas/rasgadas, mas isso eu vi na razão de 1:5 (aproximadamente). E isso deixa claro que se tratam de encalhes que, antes da setorização, não percebíamos muito pois tais revistas eram recolhidas.

    Continua...

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  66. Continuando...

    Agora, caro Sergio, vou compartilhar as mágoas contigo no tocante ao que você falou:

    "Enfim, parece q no fim é tudo como falaram aí: "A maioria dos leitores está contemplada, amigo. É isso que importa." Em outras palavras: SÃO PAULO RECEBE, OS OUTROS QUE SE EXPLODAM, EU NÃO QUERO VENDER PRA ELES."


    Pode até não ser esse o pensamento deles, mas a impressão que fica é exatamente essa!

    Então vou contar uma história (um fato) que, se não ilustra com fidelidade a forma como a empresa age, pelo menos na minha cabeça uma coisa lembra a outra...

    No bairro onde moro, uns 4 anos atrás um sujeito abriu uma pequena lanchonete. No início "tudo eram flores": entrega em domicílio rápida e sem complicações; preços um pouco abaixo da média; o molho dos sanduíches era de um sabor impecável; atendimento com sorriso estampado na cara; e tudo mais que qualquer cliente merece.

    Mas o tempo foi passando e o negócio foi crescendo meteoricamente (nada contra a prosperidade alheia). O espaço físico foi ampliado e surgiram funcionários contratados (antes era a família que fazia de tudo). Até aqui tudo bem. O problema é que depois disso o atendimento passou a priorizar apenas as vendas no local. O serviço de atendimento por telefone ficou deplorável. E ouvi coisas do tipo: "não estamos fazendo entrega hoje (quarta-feira) porque temos muitos clientes aqui. Se quiser venha comprar na lanchonete!". Putz!!! Se o serviço de entrega em domicílio não é lucrativo, acabe com ele. Simples! Agora se vai oferecer o serviço, que o faça com respeito ao cliente.

    Além disso, o sabor dos molhos caiu muito do padrão: tratando visivelmente de estratégias de redução de custos, embora os preços passaram a ficar acima da média.

    Pode ser bobagem minha, mas o primeiro pensamento que vem na minha cabeça é: "conseguiu uma grande clientela e está faturando bem, então danem-se os clientes (que gastam menos)!

    É isso... desabafei...

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  67. Alguém sabe se existem planos de republicar os Mickey X que já foram publicados e depois lançar os inéditos?
    Se não me engano só foram publicados 2 edições e ainda faltam 23 publicações inéditas.
    Como elas eram de 84 páginas, com cerca de 7 especiais de 300 páginas se publicaria toda a coleção.
    Seria uma boa entrar em contato com a Abril, o que acham?

    Já que vão retomar Superpato novas aventuras, Mágicos de Mickey, A espada de gelo, a chance é ótima, o mercado está consumindo tudo que a Abril está lançando.

    O que me dizem?

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  68. Eu digo: vai sonhando que a Abril publicará 2.100 páginas de Mickey X...

    Se, ao menos, for publicado Mickey Mouse Mistery Magazine, aí sim é pra não botar defeito!

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  69. Poxa eles já publicaram e republicaram quase 600 de Mágicos de Mickey e vão vir as 500 inéditas em breve.

    Também publicaram umas 600 páginas pra mais de Donald Duplo.

    Porquê não poderiam publicar o Mickey X que é quase todo inédito?

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  70. realmente eu tenho um Mickey X la em casa e e' sensacional, mas so que deveria ser publicado em papel especial e em edicao maior(formato americano), e' uma serie que merece este acabamento, agora publicar naquele papel de bunda de sempre dai e' ruim heimmm.

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  71. Saindo a publicação pra mim já está bom, nem que venha em papel higiênico e sem capa, hhehehe.

    Acho que eles são muito conservadores com edições especiais porque se não vender o prejuízo é muito maior já que o custo é mais elevado.

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  72. "Saindo a publicação pra mim já está bom, nem que venha em papel higiênico e sem capa, hhehehe.

    Acho que eles são muito conservadores com edições especiais porque se não vender o prejuízo é muito maior já que o custo é mais elevado."

    O MSP nao e' conservador e por isso esta o imperio que esta hoje ele arriscou sem medo de ser feliz, e a Abril com esse conservadorismo deles continua com esse papel higienico ai o resto da vida, se ta vendendo ja ta bom ne, vejam o exemplo da graphic novell do astronauta magnetar que beleza ficou, e o preco de 19 reais em banca esta otimo para o papel de primeira e a qualidade, quando a Abril vai fazer algo assim????, dia de sao nunca meus amigos...

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  73. A Abril sempre desconversa quando o assunto é republicação de Mickey X.

    As edições em formato americano são realmente bonitas mas parece que a Abril não dará continuidade já que as últimas que tivemos foram História e Glória e Epic Mickey...

    Mas se não vende tanto, bastaria publicar em tiragem menor, a meu ver.

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  74. Só tive a chance de ver o "thread" de comentários agora... Como sempre, quem odeia odeia tudo... Nosso ranço ditatorial faz com que não se aceite que uma empresa vise o lucro como primeiro objetivo... Uma pena.
    Fui aos Estados Unidos no ano passado e resolvi aproveitar para comprar algumas revistas Disney... Encontrei 1 (um) exemplar em 4 lugares que fui. Simplesmente porque não vende.
    Se o preço a ser pago pela existência das publicações na variedade, quantidade e qualidade que vemos nos dias de hoje é a setorização, que se faça a setorização.
    Ao Júlio, muito obrigado pela paciência e gentileza em fornecer as informações apesar de sofrer contrapontos nem sempre dos mais elegantes.
    Abraços a todos e um feliz ano novo. (apesar de ser post antigo :) )

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  75. Obrigado, Cesar. Feliz Ano Novo para você também.

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  76. Obrigado, Cesar, e um feliz ano novo, para todos nós!

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  77. Comprei a minha hoje. A Abril subiu o preço de última hora, agora está R$17,00.

    Espero que isso também não reflita nos próximos especiais.

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  78. Não entendo porque ficam mudando o preço do JUMBO. A edição 1 custava 15,95 e agora já estamos com 17,00???? Sem falar que a edição 1 foi muito melhor que todas as outras. Como não sou muito fã do Mickey, acho que ocupar metade de um gibi como o JUMBO, se mostra um desperdício de ideias. Preferia muito mais se tivessem colocado mais HQ's ao invés dos Mágicos de Mickey. Também acho que com mais histórias essa edição venderia bem mais. Desculpem caros fãs do Mickey, mas é o que eu acho.

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  79. Também não gostei nem um pouco dessa capa. A Abril podia ter caprichado um pouco mais em relação a isso.

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  80. A Confusão do Cinto de Cascavel é protagonizado pelo indiozinho Havita/Hiawatha. E foi desenhada por outro artista da Hanna-Babera (após o falecimento do Harvey Eisenberg [que desenhou boa parte das estórias do personagem] em 65): Pete Alvarado.
    E agora, imaginem se o Harvey Eisenberg (ou o Pete Alvarado) fizesse uma ilustração cross-over (envolvendo Disney & Hanna-Barbera), mostrando um encontro envolvendo Havita/Hiawatha e sua companheira Pão-de-Mel com Zé Colméia, Catatau e o "Gualda" Smith. Qual seria a surpresa disso tudo?

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