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30 de out de 2012

MAD completa 60 anos e ganha capa da Ilustrada

Lembrando os 60 anos da MAD, a Folha de S.Paulo dedicou hoje a capa de seu caderno de cultura e variedades à revista, seminal da linha debochada e sem limites — onde depois beberiam produtos tão díspares como as sátiras cinematográficas do trio ZAZ (como Apertem os Cintos... O Piloto Sumiu!) e a renovação do humor na televisão (como TV Pirata). No Brasil, MAD foi primeiro levada às bancas pela Vecchi, em 1974. E ali viveu sua fase de ouro, que perdurou por certo tempo também na Editora Record. Seus períodos seguintes, na Mythos e (atualmente) na Panini, registram um melancólico declínio criativo da produção nacional. 

3 comentários:

  1. A produção nacional de humor, em HQ, é boa. A MAD é uma boa revista, ainda. O problema é que ninguém mais compra! Ao menos, falo isso baseado no que vejo, em boatos e informações de jornaleiros. Uma pena.

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  2. Nunca fui fã da revista Mad, apesar dos grandes nomes presentes no editorial.Comprei uma edição que tinha na capa o programa global Sai de Baixo,grande suceso televisivo dos anos 90.Se não me engano o ano era 1998, na realidade 1996 em julho.Seja como for vender revista em quadrinhos no Brasil é muito dificil.

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  3. Sou fanático por esta revista desde que ela estreou aqui no Brasil, em 74.
    Era editada pela Vecchi.

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