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16 de set de 2012

Gibis Disney: vêm aí...

Superpato Novas Aventuras: a origem, finalmente. Paul Murry não republicado há décadas no mundo. A Espada de Gelo em NATAL DE OURO (e continuação em 2013). HQs raras na redação de A Patada. Viagem ao Centro da Folha. Luiz Podavin na nova produção de Zé Carioca (cujas páginas dominicais recuperadas poderão ganhar especial de luxo). Mágicos de Mickey: os episódios inéditos. E muito mais. Depois de sua palestra, neste sábado, em evento promovido pelo Guia dos Quadrinhos, o editor Paulo Maffia falou ao Planeta Gibi. Tome fôlego, tome nota, escreva para a editora comentando, sugerindo, criticando.

SUPERPATO NOVAS AVENTURAS
Em 1998, a Abril apostou no fôlego que teria um Superpato futurista, criado há alguns meses na Itália, para sustentar um título mensal em formato americano com mais de 80 páginas em papel de qualidade. Proposta então inédita no Brasil para uma revista em quadrinhos Disney periódica.

Na Itália, o original PK PAPERINIK NEW ADVENTURES durou algumas boas dezenas de edições. No Brasil, apenas meia dúzia. Seu fracasso por aqui é muitas vezes atribuído ao fato de que o leitor brasileiro simplesmente não entendeu nada daquele novo universo. 

Com razão: SUPERPATO NOVAS AVENTURAS suprimiu as quase 200 páginas introdutórias e iniciais, começando aqui pelo conteúdo exibido na quarta edição do original italiano.

Antes tarde do que nunca, em dezembro a Abril retomará a saga, começando com um especial de 308 páginas inéditas, incluindo os três episódios iniciais, mais o quinto. O episódio 4, justamente o que abriu o título brasileiro em 1998, será republicado em DISNEY BIG #18, a ser lançado naquele mesmo mês.

A edição seguirá a mesma estrutura dos especiais 2012, em formatinho e capa em relevo, com hot stamp. Na série, foi/será precedido por A HISTÓRIA DE PATÓPOLIS (abr), DISNEY FUTEBOL 2012 (mai), DISNEY OLÍMPICO (jun), DISNEY VELHO OESTE (jul), DISNEY HORROR (ago), DISNEY AGENTE SECRETO (set), ZÉ CARIOCA 70 ANOS vol. 1 (out) e 2 (nov/12).

NATAL DE OURO #3
Um dos maiores sucessos de vendas dentre os quadrinhos da Abril, NATAL DE OURO DISNEY tem sua terceira edição desta segunda série programada para meados de novembro.

A edição abrirá com A Espada de Gelo, considerada uma das melhores HQs Disney de todos os tempos, nada menos. Produzida por Massimo De Vita e lançada originalmente na Itália no final de 1982, a história só havia saído no Brasil uma vez, em NATAL DE OURO #7 (1ª série; em 1985).

Transportados para outra dimensão, Mickey e Pateta encontram-se às voltas com um tirano. Seus escravos acreditam que Pateta seja seu salvador.

A história sairá com suas 101 páginas originais. Na vez anterior, saiu aqui com algumas páginas a menos. CORREÇÃO: a HQ sairá com a mesma configuração antes exibida aqui, em 96 páginas. [E. Rodrigues, em 14/nov/12]

NATAL DE OURO DISNEY #3 manterá exatamente a estrutura dos números precedentes: 228 páginas, capa cartonada, formatinho.

"OS INESQUECÍVEIS"
Se Lobão, Lobinho e Zé Grandão, depois de longa ausência dos gibis brasileiros, voltam em DISNEY BIG #17 (como falamos aqui), Maffia garante que esses e outros personagens (inesquecíveis para os leitores "clássicos" Disney) têm presença garantida nos almanacões da Abril a partir de agora. Em NATAL DE OURO DISNEY #3, dentre patos e ratos também encontraremos Lobão e Peter Pan, por exemplo.

A ESPADA DE GELO: TRILOGIA
Nos anos seguintes ao da publicação de A Espada de Gelo, Massimo De Vita produziu duas continuações. Ambas também já lançadas no Brasil. 

Pois O Torneio de Argaar e A Volta do Príncipe das Névoas, que completam essa excelente trilogia, também ganharão republicação em seguida (à de NATAL DE OURO DISNEY #3), em edição de DISNEY BIG ou DISNEY JUMBO a ser anunciada.

Detalhe importante: O Torneio de Argaar sairá com suas 81 páginas originais. Na única vez em que foi publicada por aqui antes, teve apenas 60 páginas (GRANDE ALMANAQUE DE NATAL #5, 1986).

VIAGEM AO CENTRO DA FOLHA E ALÉM
Outra HQ memorável estará em DISNEY BIG #18, em dezembro. Viagem ao Centro da Folha tem desenhos do mestre Cavazzano e marca a estreia do roteirista Fabio Michelini nos quadrinhos Disney.

O autor criaria, depois, as sensacionais Superpato e o Retorno à Vila Rosa — vista aqui em AVENTURAS DISNEY #22, mai/07 — e O Cubo de Ludovicok, a mega aventura de mais de 200 páginas com meio Universo Disney, que só saiu antes no Brasil em TIO PATINHAS ESPECIAL #13, em 1995.

Viagem ao Centro da Folha foi publicada primeiro em 1983. No Brasil, ganhou republicação pela última vez em DISNEY ESPECIAL #133 (1992).

A programação da HQ para dezembro é motivada, sobretudo, pela publicação de sua continuação em TIO PATINHAS #570 (jan/13). Com roteiro do próprio Michelini e desenhos de Valerio Held, a nova aventura foi lançada em março deste ano na Itália.

ALMANAQUES BIMESTRAIS
Os artistas clássicos americanos também têm destaque nos próximos meses. Histórias raríssimas de Paul Murry, que não são republicadas há cerca de 30 anos em nenhuma parte do mundo, foram recuperadas e estarão em outubro no ALMANAQUE DO MICKEY #10.

No mesmo mês, ALMANAQUE DO PATO DONALD #10 estará recheado de HQs raras passadas na redação do jornal A Patada, incluindo produções de Tony Strobl.

ALMANAQUE DO ZÉ CARIOCA #10 virá mais contemporâneo, com produções do final dos anos 1990 que nunca haviam sido republicadas.  

OS MÁGICOS DE MICKEY: SAGAS INÉDITAS
A primeira saga de Os Mágicos de Mickey acabou de ser republicada na íntegra, com suas mais de 260 páginas, em DISNEY JUMBO #3 (que será distribuído nos próximos dias). 

O segundo arco, com 288 páginas (visto em capítulos em AVENTURAS DISNEY), igualmente ganhará reedição integral em algum almanacão em 2013.

Tudo para deixar o terreno pronto para as aventuras inéditas da série, que já somam mais de 500 páginas e voltarão a ser publicadas por aqui no ano que vem. 

DONALD DUPLO
Recapitulando: a primeira saga do agente DonaldDuplo teve 142 páginas e saiu aqui em AVENTURAS DISNEY #44-46 (2009).

Seguiram-lhe Prima della Prima (37 páginas) e Souvenir de Paris (34 páginas), que permanecem inéditas no Brasil.

Depois, a dupla de especiais AS NOVAS AVENTURAS DE DONALDUPLO trouxe, seguindo a cronologia, Botão de Apagão Total (36 páginas), Missão Coração Térmico (120), Caçadores e Presas (100), A Ilha (30) e Bonde, James Bonde (30).

Atualmente, Uma Missão de Três Dias  (103 páginas) vem saindo em capítulos em TIO PATINHAS (#565-8, de agosto a novembro de 2012).

A Abril vai continuar publicando as HQs do agente em TIO PATINHAS. Com exceção de Agente Zero, com 85 páginas, essas histórias passaram a ser produzidas em episódios com cerca de 30 páginas cada — há uma dúzia de inéditas da série.

Para 2013, estuda-se republicar a primeira saga na íntegra em um dos almanacões, e as duas aventuras ainda inéditas que originalmente lhe seguiam — numa solução que, afinal, será interessante aos leitores.

OLIMPÍADAS DE LONDRES, A POLÊMICA
Desde dezembro do ano passado, a Abril informou à Disney Itália seu interesse em adquirir a minissérie que lá seria produzida tendo como pano de fundo as Olimpíadas de Londres. A editora, assim, programou-a como atração principal de DISNEY OLÍMPICO.

O especial — o primeiro da série de 308 páginas inéditas — saiu no final de junho e, como se constatou, sem a tal minissérie: em maio, dez dias antes do fechamento de DISNEY OLÍMPICO, a Itália alertou a Abril que a produção vinha sofrendo um atraso considerável (acabou saindo no país da bota no final de junho e início de julho, e somente a Holanda, ao que consta, conseguiu também publicá-la no período de realização dos jogos).

Com roteiro de Roberto Gagnor e desenhos de Marco Mazzarello, a aventura de quase 100 páginas, finalmente, deverá sair por aqui em 2013, em um dos especiais com temática esportiva.

DISNEY DIGITAL COMICS
Inquirido sobre a disponibilização de quadrinhos Disney no formato digital, Paulo Maffia saiu-se com um "nada a declarar". Ok.

GIBICON CURITIBA
A programação do Gibicon #1, evento que ocorre em Curitiba entre 25 e 28 de outubro próximo, inclui palestra de Paulo Maffia sobre quadrinhos Disney e os 70 anos de Zé Carioca.

O Planeta Gibi esteve na convenção de quadrinhos curitibana do ano passado e afirma, sem medo de errar, que foi a mais interessante e bem organizada dentre as visitadas no Brasil nos últimos anos. 

Na edição anterior, da recepção no aeroporto aos pontos de ônibus no centro, respirava-se ali quadrinhos, com cartazes e divulgação por todos os lados, num eficiente trabalho de apoio da prefeitura da cidade, conclui-se.

Para este ano, dezenas de convidados são anunciados no site do evento, dentre artistas (como Jean Galvão, Laudo Ferreira, Fabio Civitelli e Watson Portela), editores (como Sidney Gusman, Maffia e Cassius Medauar) e jornalistas especializados (como Paulo Ramos e Gonçalo Júnior). 

ZÉ CARIOCA INÉDITO
A estreia das HQs inéditas no gibi mensal do papagaio deve mesmo ocorrer no início de 2013. Maffia diz que está-se finalizando a formação da equipe criadora.

A pergunta inevitável: o personagem terá qual visual nessa retomada? O clássico, de paletó e gravata? O clássico brasileiro, de camiseta branca e calça azul, usado por Canini nos anos 1970 e mantido no auge do sucesso da revista? Ou o controverso visual moderninho, de tênis e boné virado para trás? (Sobre este último, aliás, Júlio de Andrade, em entrevista ao Planeta Gibi, afirmou ter sido uma criação da Disney Brasil visando a venda de licenciamento; a Abril acabou adotando o estilo nos quadrinhos, com a promessa de receber muitas propagandas dos novos produtos nos gibis, o que acabou não ocorrendo.)

O Planeta Gibi acredita que prevalecerá o (bom senso e o) visual eternizado por Canini e outros grandes artistas brasileiros dos anos 1970 e 80. Cartas para a redação, fãs do papagaio!

PALESTRA NO 5º MERCADO DE PULGAS
Por fim, vale registrar que o 5º Mercado de Pulgas promovido pelo Guia dos Quadrinhos foi uma virada excelente na história do evento.

Agora alocado ao lado do metrô, o espaço esteve tomado por fãs e leitores de quadrinhos (ao menos visualmente, a frequência foi bastante superior à das edições anteriores).

A variedade de revistas oferecidas para troca e venda, aliás, só aumentou. Havia desde bancas tocadas por colecionadores até por editoras (como a Devir, apresentando ali, em primeira mão, uma desejosa agenda 2013 do Níquel Náusea, em capa dura, espiral de aço, e páginas ilustradas com as tiras premiadas de Fernando Gonsales). Podia-se, assim, fazer ali muitos bons negócios. Ou seja, o evento cresceu mas não perdeu sua atmosfera de camaradagem e descontração.

Atração inédita foi a organização de palestras, em espaço contíguo ao da área das bancas — o que, se a princípio poderia parecer confuso, mostrou-se afinal interessante, pois quem estava comprando conseguia também acompanhar as discussões.

Em sua vez, Paulo Maffia falou do interesse da Abril em investir mais em mangás de linha underground, a exemplo de GEN, que lançou mês passado — ou seja, descartou a possibilidade da editora gigante pretender disputar mercado com JBC e Panini.

Maffia discorreu sobre o trabalho de recuperação das 104 páginas dominicais de Zé Carioca (de que tratamos longamente aqui) e revelou que Luiz Podavin, histórico desenhista dos Estúdios Abril, está encarregado das capas dos dois volumes de ZÉ CARIOCA 70 ANOS e também da segunda HQ inédita da obra, que terá roteiro de Arthur Faria Jr. Esta dupla, aliás, produziu dezenas de HQs Disney — inclusive coisas de Clube da Aventura, divertida minissérie lançada em MARGARIDA no anos 1990 e que merece republicação urgente.

O editor também disse que a repercussão da recuperação e publicação na íntegra, pela primeira vez no mundo, dessas páginas chegou até leitores e entusiastas Disney no exterior, abrindo a possibilidade de repasse do material para outros países e a compilação disso em uma edição de luxo e capa dura, no formato original deitado (para o ano que vem).

COMENTÁRIOS, CRÍTICAS, SUGESTÕES
Não deixe de se expressar, além daqui, também diretamente à Abril: atleitor@abril.com.br. A redação poderá publicá-los e respondê-los nas seções de cartas das próprias revistas mensais.


Por Rivaldo Ribeiro & E. Rodrigues




29 comentários:

  1. E "O Mistério dos Signos"??? Acho que está mais que na hora de colocar num especial...

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  2. Muito boa, eu que não li nenhuma das séries vou comprar tudo.
    E o Paulo Gibi está mais que certo, tá na hora de por Mistério dos Signos também, estou louco para acompanhar essa série Disney!!
    Mas a Abril está de parabens, principalmente pelos mangás underground, só tendo que melhorar no conceito de páginas soltas no mangá.

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  3. SENSACIONAL! ESTUPENDO! ADRENALINA PURA! Não acredito que a Abril vai republicar "A Espada de Gelo", para mim uma das melhores histórias Disney da história (perdão pelo trocadilho). E qual não foi minha surpresa ao saber que, segundo informa o PG, o mundo também considera essa HQ como tal. É justo o reconhecimento. E olhem que não foi publicada na íntegra aqui no Brasil. A propósito, o Príncipe das Névoas é o personagem que jamais sairá da minha cabeça. Sem dúvida da mesma estirpe de Darth Vader: ambos maus e adeptos das máscaras metálicas (ainda vou mandar fazer um pôster com ele). Ei, cabe aqui uma correção e uma "exigência". Sei que, originalmente, "A Espada de Gelo" foi uma trilogia, publicada nos anos de 1982, 1983 e 1984. Acontece que, depois, em 1993, Massimo de Vita acrescentou um quarto episódio, "A Bela Adormecida do Cosmo" (publicada aqui em Almanaque Disney 309). A série, assim, foi transformada em uma quadrilogia. Já que a Abril vai republicar, tem de fazê-lo também quanto ao quarto episódio. Por favor, né. Convenhamos; se é para republicar tem de ser a série toda, com os 4 episódios, na íntegra, até por respeito ao trabalho de Massimo. Um abraço e obrigado a vcs do PG pelas maravilhosas novidades. Estou rindo sozinho! Nem sei se vou conseguir dormir. Huá, huá, huá.

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  4. Quantas novidades e coisas boa nos aguardam...Viva os Quadrinhos Disney!!:D

    Parabéns a E.Abril(Paulo Maffia e aquipe) e ao Planeta Gibi Blog(Rivaldo & Rodrigues)!;)

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  5. Ops, isso mesmo Paulo Gibi muito bem lembrado...poxá cadê a HQ(luxo/livro)"O Mistério dos Signos" em E.Abril??:o

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  6. A Espada de Gelo e Viagem ao Centro da Folha marcaram minha infância...acho que são as melhores histórias que li até hoje. Que bom que os novos leitores terão a oportunidade de reler estes dois deliciosos clássicos! Puxa, estive no Mercado de Pulgas mas infelizmente não via a palestra do Maffia...

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  7. poxa sensacional, para eu serao todas ineditas, a viagem ao centro da folha estava doido pra ler, a espada de gelo tambem, magicos de mickey, putz, vou comprar tudoooo, parabens ao Maffia e equipe, agora a disney ta bombando, realmente so falta a republicacao quem sabe num especial de luxo em 2013 do Misterio dos signos, e quem sabe tambem uma nova colecao formato americano luxo com os Mestres disney, dai seria demaissss mesmo.

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  8. Gostei bastante das novidades, em grande parte mostra a Abril colocando a casa em ordem em muitas coisas que deveriam estar melhor organizadas.

    Boas republicações, bom material inédito vindo por aí.

    Ficou faltando apenas comentar sobre o status atual do sistema de assinaturas da linha Disney que é péssimo (gostaria de assinar os almanaques, que revistas como BIG tivessem uma assinatura isolada, e que as mensais englobassem Minnie e Pateta no pacote classico, assim como até mesmo os especiais se conseguirem se consolidar, deveria ter uma assinatura). Também ficou faltando acabar de ver com a setorização dos gibis que mata metade do animo do público em colecionar, já que nas regiões mais afastadas, sofre-se para conseguir os gibis e todo mundo lê com um considerável atraso.

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  9. Repito "ipsis litteris" as palavras do Alan: A Espada de Gelo e Viagem ao Centro da Folha marcaram minha infância...acho que são as melhores histórias que li até hoje.
    Apesar de ter lido comentários que a recente continuação da Viagem ao Centro da Folha não foi tão boa, não vejo a hora de ler!
    Parabéns à Abril pelo excelente trabalho!!

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  10. Vale lembrar que Viagem ao Centro da Folha já teve uma sequencia em 1993, que é a HQ "A Operação Cacto":

    http://coa.inducks.org/story.php?c=I+TL+1983-B

    Saiu em Almanaque Disney 295

    A HQ que saiu na Topolino esse ano e que vai sair em Tio Patinhas em Janeiro então é a terceira história dessa cronologia. Nela o Tio Patinhas viaja para dentro de um fungo se não me engano...

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  11. Cara, li essas notícias antes de dormir ontem, e com certeza me fizeram ter bons sonhos, rsrsrs.

    Acabo de tecer um comentário em outro tópico criticando a Abril, no quesito distribuição. Agora é a vez de aplaudir as ótimas informações que o PG traz aqui, no quesito edição.

    Poxa, eu sou fã dessas séries "recentes" da Disney, tal qual PK, PK2, Wizards of Mickey, Donald Duplo e outras. Agradeço ao Maffia pela excelente ideia de republicar o Superpato futurista e o Mágicos de Mickey. Melhor que isso, é a ideia de PUBLICAR coisa nova dessas séries. Poxa, isso é espetacular.

    Trazer as grandes HQs natalinas de Vita, também é espetacular.

    A única coisa que não gosto é Donald Duplo no TP. Mas já há boas notícias demais para eu reclamar disso tudo...

    Sobre digicomics... já pensou, seria legal demais... os quadrinhos até poderiam ser lidos pelos nordestinos, nortistas, calangos, goianos, etc

    A volta dos personagens tradicionais de fora do Patópolis tb é muito boa. Tomara que logo logo tenhamos tico e teco com o donald.

    Os almanaques tb parecem trazer seleções bem gostosas (a não ser o do ZC, aparentemente, pq n gosto dessas HQs do final do estúdio nacional).

    Legal tb n ter q esperar o Rio 2016 para ler a HQ de Londres.

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  12. Além de Mistério dos Signos que voltou a ficar no vácuo, há outras coisas prometidas e que não se tem notícias de onde foram parar, por exemplo:

    * Pateta Reporter
    * Origem do Indiana Pateta

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  13. "Não se tem notícias" mas não estão esquecidas, de forma nenhuma.

    Operação Cacto: interessante. Não lembrava disso.

    E.Rodrigues

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  14. gostaria que republicassem tambem
    " E o vento levou" com o Donald e Margarida, eu nao tenho essa.

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  15. Muito legal esses lançamentos. com certeza irei comprar todos, por gentileza... A Abril poderia abrir mão da setorização em Natal de ouro disney 3, para que não leiamos em junho!

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  16. Muitas novidades, muita coisa bacana. Parece que após alguns meses de "marasmo" (mesmo com os especiais inéditos de 300 páginas) a Abril voltou a surpreender positivamente. Só resta uma crítica: a quantidade de páginas das revistas mensais. Especiais com inéditas são muito bem vindos sempre, mas continuam descuidando das principais revistas da linha Disney. Tomara que isso seja mudado daqui a uns meses.

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  17. Pena que a publicação de Superpato será em formatinho, uma vez que as histórias originais foram concebidas para leitura em formato maior, considerando o detalhamento visual.

    Menos páginas, porém em formato maior, nos moldes da Dinastia Pato, combina mais com o público que tem interesse em comprar esse tipo de material. Mas é notável que edições em formato americano ainda não animam a Abril, infelizmente.

    A propósito, me fez lembrar Mickey Mouse Mystery Magazine, que é uma série com cara mais "adulta" e viria a calhar a publicação no Brasil, aproveitando o aniversário da revista. Houve somente um encadernado na Itália. As histórias restantes não foram compiladas. Já pensou se a Abril publicasse essa série a partir do encadernado original, continuando a partir daí? Seriam quatro volumes de responsa! Não é querer muito para quem publicou CLD. PFH e Essencial...

    http://coa.inducks.org/issue.php?c=it%2FMMORIG1

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  18. E tem Mickey Noir, também. Que eu publicaria ontem.

    E.Rodrigues

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  19. Só pra fazer inveja ao Ricardão Boy: eu ainda tenho minha edição de Cine Disney (1988) que saiu a história completa de E O Vento Levou...rsrs

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  20. Alan fico com inveja sim heheheh, queria muito ler essa e perdi, quem sabe com essa onde de republicacoes nao fazem tambem, gostaria tambem que republicassem Ultra Heroes que tambem nao tenho, e os do mickey da a ideia ai E.Rodrigues pro maffia fazer esses tambem e de preferencia em formato americano.

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  21. Mas essas HQs são feitas para Topolino, que tem formato menor ainda que as nossas. Então nem precisava ser formato americano, não.

    Quanto à publicação dos capítulos de uma saga em mais de uma revista, que Sergio e outros não gostam: é a vontade de cada um, claro, mas não custa registrar que Marvel, DC etc. fazem isso há décadas. Dependendo do arco (Marvel/DC), eu, particularmente, espero sair todas as revistas e leio tudo de uma vez.

    E. Rodrigues

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  22. Todos os pedidos particulares de publicaçao de determinado material sao legitimos,assim como as criticas feitas ao conservadorismos da editora e seu rolk de falhas com assinantes e distribuiçao.
    Todo consumidor descontente tem o direito e ate o dever de se manifestar,porem quando estas manifestaçoes sao individualizadas,invariavelmente sao tomadas pela paixao enao pela razao.
    A editora "A","B" ou "C" nao tem como premissa inicial o lado mercantil do negocio,depois vem atrelado a isso outros propositos.Nao adianta nada tentar difundir algum aspecto cultural se ele nao gerar receita,as empresas nao vivem de diletantismo e sim de negocios.
    Sem fazer julgamento de merito,se e certo ou nao,e assim que funciona.
    Entao as vezes algumas discussoes se pautam como se algum determinado grupo de leitores fosse o represantivo de um todo.
    As pessoas que fazem parte de comunidades da internet relacionadas ao assunto,nem de perto representam a maioria do publico atingido,infelizmente sao poucos priveligiados que tem interesse e acesso a informaçao e claro que tem que ter voz,mas nao podem achar que sao os unicos a serem atendidos e suas reinvidicaçoes.
    E preciso que haja um amadurecimento e todos possam ser contemplados,os leitores que preferem material mais antigo e os avidos por novidade.
    Enquanto estes internautas continuarem a defender seus interesses de maneira egoista,excluindo que nao tenha a mesma preferencia,a força oriunda destes canais de expressao ficara dividida e pouco eficaz.
    Nao adianta achar que alguma empresa vai basear os lançamentos de seus produtos porque um publico reduzido tem acesso ao material que eles nao estao produzindo,ate porque este mesmo publico em suas manifestacoes reclama dos custos para aquisiçao de gibis.
    Basta olhar com um pouco de criterio,existe um publico consumidor e com condiçao de consumir avido por determinado produto e existe um outro publico que quer outros produtos,porem com menor poder aquisitivo;o que faria uma empresa que existe para ganhar dinheiro?
    Pergunte a uma gravadora que esta mal da pernas se quer lançar uma coleçao de discos repletos de novidade para atender um determinado publico e correr o risco de retundo fracasso de vendas, ou relançar um produto de sucesso garantido?
    De novo,sem entrar no merito se e ou nao o correto,mas e fato.
    Mudanças so ocorrem quando partes significativas de um todo(leia-se publico pagante)organiza-se de modo minimamente voltado para um fim,caso contrario a eficacia e muito pequena

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  23. Olha que óbvio (diretamente do 5º Mercado de Pulgas do Guia dos Quadrinhos):

    Pergunta: ”A Panini vai investir em encadernados de estórias clássicas só para ganhar dinheiro ou vai investir em estórias desconhecidas e/ou inéditas também?”

    Resposta da mesa: Não, não! Nosso plano é falir a Panini, então quanto mais desconhecida, e de preferência, inédita, melhor! Quanto menos pessoas comprarem, melhor!

    Mentira! Tô só brincando! (Mas seria da hora se eles respondessem assim mesmo!).

    A resposta da mesa foi bem contundente. Foi explicado que o material clássico é uma aposta certa, e que também o material não basta ser bom, queridinho da critica e conhecido. Ele também precisa ter apelo comercial ! Em resumo, ele precisa VENDER!!! Sim, VENDER!!! Com letras maiúsculas. Porque a Panini é uma empresa, e ela não existe para nós, colecionadores, comprar o que quisermos, mas sim para gerar receita.

    Autor: Frei, no http://uatafokin.com/2012/09/18/o-que-rolou-painel-dos-editores-panini-e-mundo-dos-super-herois-2/

    Recomendo a leitura do post inteiro dele.

    E. Rodrigues

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  24. Como, em seu comentário, o CERN ROD não especificou a quem se dirigia, creio que se reportou a todos os que aqui comentaram dando opinião quanto ao que a Abril deva publicar. Já que eu também postei um comentário e, portanto, estou incluído entre os mencionados pelos comentários dele, faço questão de manifestar minha réplica.
    Em primeiro lugar, quando comento aqui no PG não tenho e nunca tive a pretensão de representar outra pessoa a não ser a mim mesmo. Eu falo por mim apenas, mas é óbvio que, quando o faço, suponho que minha opinião talvez possa ser a mesma de um ou mais leitores de quadrinhos e do PG. Então, penso que, ao dar minha opinião, posso aumentar o coro daqueles que buscam um mesmo objetivo. Se forem muitos, certamente a Editora atenderá, pois seu objetivo é vender de acordo com o gosto do consumidor, que pode, e deve, manifestar sua opinião quanto aos produtos que adquire.
    Eu compro quadrinhos da Abril há mais de 30 anos, e minha paixão é fiel. Sou ávido por coleções. Portanto, creio que, em razão dos anos de fidelidade, possa ao menos dar a minha opinião, como qualquer leitor, mesmo os novatos. Ou será que não?
    Agora, mesmo com todos esses anos de consumo, em nenhum momento pensei — e seria um tolo se pensasse — que só a minha opinião isolada seria suficiente para a Abril decidir publicar alguma coisa. Ninguém aqui, antes de opinar, vai se preocupar em fazer uma consulta prévia junto a outras pessoas para saber se compartilham da mesma opinião, para só daí publicar um comentário. E nem haveria como implementar isso. Cada qual é ciente de que fala por si próprio, e pronto. Até porque cada um tem seus gostos, preferências e vontades. Cabe à Abril, e não a nós, leitores, saber a opinião da maioria para, a partir daí, dar um norte ao que irá, ou não, publicar. E, nós, leitores, podemos e devemos continuar a manifestar nossa opinião particular, sem se preocupar se os outros terão, ou não, o mesmo pensamento. E a Abril, com certeza, nos ouve. Senão, por exemplo, não teria seções de cartas em suas revistas, nem mandaria representantes a encontros de leitores e colecionadores.
    Portanto, perdoe-me o CERN ROD, mas devemos continuar a dar nossa opinião individual, fomentar discussões e “exigir” publicações de histórias e séries, sem qualquer preocupação com a viabilidade comercial de nossas ideias e se formamos, ou não, um grupo coeso e uniforme.
    Eu, a propósito, prefiro formato americano, papel especial e lombada quadrada, mas continuo comprando quadrinhos em formatinho, papel comum e brochura, pois sei perfeitamente que é atribuição da Abril, e não minha, dizer o que, como e quando será publicado.
    Ainda assim, tenho certeza de que a Abril está interessada em saber o que nós queremos, principalmente nos tempos atuais, em que novas edições estão sendo lançadas e têm boa vendagem. A Editora quer saber o que fazer para engrossar esse filão.
    Vamos, então, dar nossa opinião e torcer para que sejamos ouvidos. Se formos, ótimo; se não, paciência. Não é por isso que vamos nos calar ou deixar de comprar as revistas de que gostamos. Eu, pelo menos, penso assim.
    Obrigado.

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  25. Desculpe. Queria dizer CENR ROD, e não CERN ROD. Foi mal.

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  26. Torno a repetir a legitimidade de quem quer que seja expressar suas opinioes e externar seus desejos.
    Nao me referi a ninguem especificamente e sei que pessoas esclarecidas comunicam-se atraves deste canal sem a pretensao de ser porta-voz de causa alguma.
    Tambem coleciono Disney ha mais de 40 anos e nao tenho intençao de fazer um campeonato de quem e mais ou menos colecionador,nem de incomodar qualquer um.
    Respeito integralmente a opiniao alheia,por mais discordante que seja da minha propria e por tudo isso torna-se obvio que cada um deva continuar a se expressar livremente e mais claro ainda que a Editora acatara ou nao,estas sugestoes se for do seu interesse.
    Contudo,continuo a dizer que o que manda no mundo real e dinheiro e estas empresas tem como finalidade vender e por mais que seja incomodo;estes espaços segmentados estao longe de representar o publico alvo.
    Por maior que seja a quantidade de informaçoes disponibilizadas a respeito do assunto hoje em dia, a massa compradora destes produtos nem de perto imagina quem os produziu,ou em que pais e epoca isso aconteceu.
    Acho fundamental que estas pessoas com mais intimidade neste universo se manifestem para valer,tomara que a editora de ouvidos,assim podera ser criada uma cultura de consumo que no futuro levara a cabo a ediçoes com maior abrangencia de gostos.
    Um exemplo do quanto internautas vorazes e seus canais de comunicaçao tendem a ser mais contemporaneos e o fato do Maradona ter sido eleito por eles o melhor jogador de todos os tempos;se repetirem tal pesquisa daqui a pouco,o Messi corre o risco de ser eleito.Esse processo e natural, as pessoas tendem a gostar daquilo que lhe e mais proximo.
    O maior instrumento de desagravo do consumidor frente a qualquer produto e a opçao de nao consumi-lo,logico que isto nao desqualifica qualquer reclamaçao ou sugestao.
    Como colecionador que sou,nao me interessa ter determinada coleçao republicada,pois vou atras da original e graças tambem a internet sao inumeros os canais que possibilitam isto e para mim,muita da graça do colecionismo e este garimpo.
    Esta e a minha opiniao e minha preferencia,mas nem por isso vou ficar advogando em causa propria e nem me postando como detentor da linha a ser seguida.
    Acho muito fraca a maior parte do material produzido recentemente,inclusive alguns campeoes de pedidos de republicaçoes e fico muito feliz com otimas revistas atuais;isto sao apenas preferencias e nao julgo que o meu gosto determine tendencias,por mais gente que compartilhe destas opçoes.Por falarem fidelidade,mesmo nao gostando de 90% do que se publica atualmente,continuo comprando absolutamente tudo que sai,ate para evoluir e procurar adequaçao,procurar nao ser sectarista e olhar o lado bom do que e novo,sem perder o lado critico.
    So nao consigo entender a obsessao pelo inedito por parte de alguns, se para estas mesmas pessoas quase tudo e novo

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  27. bom dia a todos.

    Estou revoltado com a Abril em alguns pontos: por que ela nao publica a série completa do SPNA em ordem cronológica, em vez de publicar capítulos em revistas fora de edições especiais? Isto mata qq colecionador!

    O mesmo digo em relação à saga da Espada de Gelo. Publicar 2 caps no Natal de Ouro e colocar outro num Disney Big, Mega, Jumbo, Giga etc. é brabo. Desanima-me completamente.

    Idem para Donald Duplo

    A Abril está melhorando, tendo em vista os especiais dos últimos 8 anos (Mestres Disney, Barks, etc.) mas os casos que citei nos parágrafos acima me deixam revoltado....


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  28. Concordo com o amigo. Porquê lançar as sagas todas espalhadas?
    Eu preferiria um ou 2 volumes com espada de gelo, outros 3 ou 4 com mágicos de mickey, assim por diante.
    Fica tão fácil localizar na coleção pra uma futura releitura ou algo semelhante.

    Agora imagine ter que procurar o primeiro capítulo em um almanacão, o segundo dividido em 7 tio patinhas, o terceiro em uma edição especial que nem chegou na sua cidade, etc etc etc.

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  29. Eu queria que a saga A Espada de Gelo saísse em uma edição única e de luxo como fizeram na Itália! Poderia ser até uma mini, mas em várias edições diferentes não me agradou! Bem, enfim, tenho as quatro historias (não vão republicar a quarta?) e só me interessaria se republicado no formato que mencionei! Quanto ao Zé, eu prefiro o clássico! Já quanto às publicações prometidas e não anunciadas, estou esperando por Pateta Repórter e Cronicas do Planeta T! Quanta às demais notícias, gostei de todas elas!

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