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8 de ago de 2012

GASPARZINHO, RIQUINHO e POPEYE voltam às bancas

Como prometido, a Ediouro/Pixel acaba de expandir sua linha de quadrinhos clássicos infantojuvenis. Amanhã, na abertura da Bienal do Livro de São Paulo, a editora devolve às bancas, após longos anos, GASPARZINHO e RIQUINHO (da Harvey, hoje marca propriedade da Classic Media, também detentora dos direitos de Lulu e Bolinha), e POPEYE (da King Features, da qual a Ediouro já publica atualmente a bimestral RECRUTA ZERO). Os títulos são anunciados como de periodicidade mensal. Veja mais detalhes a seguir. 
   

GASPARZINHO #1
Pixel / Ediouro — ago/12
mensal, 52 páginas cor, formato 13,5 x 19 cm, R$ 3,10
Criado em 1939, pelos americanos Joe Oriolo e Seymor Reit, Gasparzinho ganhou definitivamente o Brasil nos anos de 1980 por meio de animações. Contudo, o fantasminha camarada já estava presente em HQs brasileiros, pelo menos, 20 anos antes. Em seu incansável desejo de fazer novos amigos, as histórias de Gasparzinho abrem espaço para seus três tios arruaceiros (o Trio Assombro) e sua amiga Luísa (uma bruxa boazinha), além de Lelo (um fantasminha travesso) e Luarino (um cavalo fantasma). “Ele é a antítese do que se espera de um fantasma. Gasparzinho e Luísa são bonzinhos num mundo de adultos maus. Este é, com certeza, um dos muitos motivos que fará com que tenham um lugar cativo nos corações das novas gerações”.

Séries regulares anteriores no Brasil: 
O Cruzeiro, 127 edições, de 1962 a 1972
Vecchi, 90 edições, de 1974 a 1981
Globo, 36 edições, de 1987 a 1990

Gasparzinho também teve duas edições em formato americano pela Abril, em 1996, numa produção da Marvel para o lançamento da versão cinematográfica do personagem.

Em 2010, a Devir pôs nas livrarias um encadernado originalmente compilado pela Dark Horse.





RIQUINHO #1
Pixel / Ediouro — ago/12
mensal, 52 páginas cor, formato 13,5 x 19 cm, R$ 3,10
Riquinho é uma criação do estúdio Harvey Comics, cuja primeira aparição data de 1953. No Brasil, popularizou-se, sobretudo, na forma de desenhos animados. Riquinho, como o próprio nome sugere, um endinheirado garoto que traz a personificação do bom menino. “Como os novos leitores verão e os antigos leitores terão a chance de recordar, as histórias são inocentes e sempre terminam com alguma intervenção criativa e generosa do pequeno e milionário herói”, pontua o editor Daniel Stycer no texto de abertura da primeira edição da revista. Em 1995, Riquinho adquire carne e osso, em filme homônimo, sob a interpreção de Macauly Culkin.

Séries regulares anteriores no Brasil: 
RGE, 190 edições, de 1968 a 1983
Globo, 36 edições, 1987 a 1990

O personagem teve ainda uma edição solitária lançada em 2007 pela obscura LB3 Editora.





POPEYE #1
Pixel / Ediouro — ago/12
mensal, 68 páginas cor, formato 13,5 x 19 cm, R$ 4,50
Popeye foi criado em 1929 pelo cartunista americano Elzie Crisler Segar. Quatro anos depois, o as aventuras do marinheiro surgem em versos animadas sob as mãos de Dave e Max Fleischer. Segar morre em 1938. Dez anos mais tarde, o cartunista Bud Sagendorf assume a elaboração de histórias com a personagem. Posto que mantém por 14 anos. No Brasil, as produções animadas do personagem, desenvolvidas pela King Features Sindicate TV e Hanna-Barbera, nos anos 60 e 80, respectivamente, popularizaram ainda mais suas histórias.

Séries regulares anteriores no Brasil: 
Ebal, 100 edições, de 1953 a 1961
Saber, 18 edições, 1971 a 1974
RGE, 19 edições, de 1974 a 1975
Abril, 10 edições, 1978 a 1979
Bloch, 36 edições, 1981 a 1985
Globo, 16 edições, 1988 a 1989

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Gasparzinho, Riquinho e Popeye, além de ostentar seus nomes nos logotipos de séries regulares também tiveram almanaques e especiais diversos lançados ao longo do tempo por aqui.


Por E. Rodrigues

9 comentários:

  1. Ótima notícia, colecionarei os três!!! A Pixel está fazendo um ótimo trabalho ao "ressuscitar" os clássicos!!!

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  2. Sensacional notícia! Mais 3 mensais pra minha coleção!! O Riquinho terá as histórias da nova fase que estã sendo publicada aqui nos USA tambem?

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  3. Nossa quantas novidades...a E.Pixel tá de parabéns por trazer tantos quadrinhos para banca(adoro/ei a do Riquinho)!;)

    Imaginando Tio Patinhas e Riquinho se juntando nos negocios...kkk

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  4. Eu tenho o pé atrás com a Pixel desde os tempos do cancelamento da Pixel Magazine. Mas dou os parabéns a essa editora por esses 3 lançamentos e mais o Recruta Zero e espero que tenham vida longa.

    Será que o Hagar vai dividir as páginas com Popeye e também com o Zero ou vai ficar só com o Popeye?

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  5. O mix é praticamente o mesmo de Zero: de tudo um pouco.

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  6. ja q tao lancando quadrinhos da antiga editora americana harvey comics podia relancar hqs do brasinha, pantera cor de rosa, mandrake e fantasma oO todos eles pertence a mesma editora la nos eua. se bem q ja tem um tempao q popeye, riquinho, luluzinha e outros nao dao a caras nos eua. :) inclusive o preço pra licenciar esses quadrinhos dizem q ta bem baixo por isos a pixel ta lancando as hqs. :)

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  7. Comprei o Popeye, e gostei de poder reler o personagem depois de tantos anos. Já Gasparzinho e Riquinho nem cheguei a encontrar, mas esses eu não compraria de qualquer jeito. Nunca gostei desses personagens. Acho que é implicância minha com o traço. Mas nem quando eu era criança eu gostava, então agora muito menos. Mas Popeye pra mim é leitura divertida e obrigatória!

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  8. Parabéns a Ediouro por trazer os bons tempos de volta. Eu liguei para eles e fiz algumas críticas construtivas em relação a qualidade do acabamento das revistas e imagino que alguns leitores também devem ter percebido que: (1) As capas das revistas são muito finas e por mais que voce leia com cuidado é fácil amassa-las por serem de pouca gramatura. (2) A capa sempre vem menor que o miolo, é como se faltasse uma tira ou em cima ou embaixo da capa, o que dá a entender que está sendo guilhotinada separadamente do miolo ao invés de tudo junto. (3) O número do exemplar vem escrito de forma muito técnica junto ao código de barras, o ideal seria vir separado, destacado com contornos mais cômicos pois todo colecionar gosta sempre de estar conferindo a numeração e também fica mais atrativo as crianças.
    (4) melhorar a intensidade das cores no miolo(sobre o papel jornal) pois assim a revista fica mais alegre sem aquele aspecto desbotado. Outras sugestões seria a Pixel abrir espaço para propagandas de terceiros(alimentos, roupas, brinquedos, etc) além de contribuir financeiramente com a revista, evita propagandas muito repetitivas e toma aquele ar dos bons tempos dos quadrinhos. Agora muito importante é a pixel, ao passar dos anos, nunca relaxar com a qualidade e nunca diminuir as páginas dos gibis, assim como fez a editora abril, que por causa dessa prática acabou condenando ao fim seus quadrinhos. Leitores e colecionadores gostam de qualidade. Em termos de material gasto na impressão de uma HQ, o custo é muito barato, na casa dos poucos centavos, não é uma pequena melhora na qualidade que vai gerar prejuíso. No final da revista tem os telefones de contato, um deles é o (21) 3882 8300, sugiro aos
    leitores que liguem lá e peça pra falar, de preferencia, com o editor chefe Daniel Stycer e façam essas cobraças, só assim vai surtir algum efeito. Agora só pra finalizar, não recomendo que comprem numeros atrasados no site das lojasingular. Cotei o frete para 2 unicos gibis de 40 gramas e R$3,10 cada e o frete mais barato saiu por absurdos R$14.00, sendo que a carta registrada dos correios para até 500 gramas custa apenas R$4,00. Esse site é um verdadeiro festival de amadorismo e falta de respeito ao consumidor.

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  9. Aliás, a versão quadrinizada do filme de 95 do Gasparzinho (produzido pelo Steven Spielberg para a Universal Pictures, com Bill Pullman, Christina Ricci, Cathy Moriarty e Eric Idle [do grupo Monty Python]) foi desenhada por um artista veteraníssimo da Harvey Comics: o porto-riquenho Ernie Colón.

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