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25 de mai de 2012

Pateta: 80 anos hoje

Por E. Rodrigues & Rivaldo Ribeiro

Uma das figuras mais queridas de todos os tempos, Pateta apaga hoje 80 velinhas. Foi em 25 de maio de 1932 que o  personagem estreou, no curta animado Mickey's Revue. Um coadjuvante qualquer seria, no meio de uma plateia de semelhantes, não fosse sua risada típica (provida pelo lendário Pinto Convig), que chamaria de imediato a atenção de Walt Disney e o inscreveria nas produções seguintes de Mickey, integrando-o à turma que já contava com Minnie, Clarabela e Horácio. Veja a seguir o que teremos nas próximas edições de seu gibi mensal, e siga os links em que falamos mais de Pateta.         


PATETA #13
Editora Abril — 3ª série — lançamento 5 de junho de 2012
revista mensal, 52 páginas, formatinho 13,4 x 19 cm, R$ 3,20

A edição abre com os apuros de Pateta sendo sequestrado ao ser confundido com seu primo aventureiro, o Indiana Pateta. O roteiro é de Bruno Sarda (criador do Indiana) e os desenhos, de Salvatore Deiana. Essa história foi publicada originalmente em TOPOLINO #2471 (abr/03). 

Baseado no famoso personagem de cinema Indiana Jones, criação de Steven Spielberg e George Lucas vivida nas telas pelo ator Harrison Ford, o arqueólogo Indiana Pateta, primo do Pateta, foi idealizado por Bruno Sarda. Sua primeira aparição ocorreu na revista TOPOLINO #1724, em dez/1988. 

Logo em sua estreia ele chegava do México para visitar o Pateta. Não demorou muitas horas até o excêntrico e elétrico Indiana quase por a casa do primo abaixo. O personagem mudou de personalidade com passar do tempo, deixando um pouco de lado o ar exagerado, mas nunca perdeu o lado aventureiro — tampouco perdeu do seu encalço o invejoso Doutor Kranz.

Depois, uma produção surrealista de Noel van Horn, onde Mickey auxilia Pateta a dar uma geral no jardim do amigo atrapalhado: o descuido foi tanto que a grama, altíssima, deixou tudo com aspecto de floresta labiríntica! Essa HQ dinamarquesa estreou ano passado na Europa.

Superpateta completa a edição, com história italiana publicada primeiro em TOPOLINO #2599 (set/05), com roteiro de Carlo Panaro e desenhos de Sergio Asteriti, que bem mostra a diferença entre Pateta e seu alterego poderoso.

A espetacular capa é brasileira e inédita: ilustração de Carlos Mota colorida por Donizete Amorin.



PATETA #14
Editora Abril — 3ª série — lançamento 5 de julho de 2012
revista mensal, 52 páginas, formatinho 13,4 x 19 cm, R$ 3,20

Duas HQs dinamarquesas nesta edição. A primeira é uma aventura de 35 páginas escrita por Paul Halas e desenhada por José Antonio González. Pateta parte para o sudeste asiático, onde comprou uma plantação de... macarrão (!?!). Mickey segue o amigo, no intuito de protegê-lo de prementes ameaças. Essa história saiu primeiro em nov/02 na Europa, produzida pela Egmont. Depois, acabou sendo publicada também na Itália e até nos Estados Unidos (em DONALD DUCK ADVENTURES #4, o caprichado gibi em formatinho que a Gemstone editou até 2006).

Em seguida, temos Superpateta ameaçado de ter sua identidade revelada após uma reportagem de televisão. Inusitado será quem irá ajudá-lo a preservar seu segredo. Irmãos Metralha, Mancha Negra e o Professor Gavião (criação do sensacional Vic Lockman) aparecem de relance. O roteiro é de Don Markstein, com desenhos de Angel Rodriguez. A HQ estreou em 2007 por toda a Europa (menos na Itália) e chegou a ser editada até na China.


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37 comentários:

  1. Puxa essa capa do Pateta nº 13 é espetacular mesmo. Não custa caprichar na capa de um gibi,né? Parabéns ao Pateta pelos 80 anos de jovialidade e camaradagem. Gente boa o Pateta...

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  2. A mensal do Pateta é uma das minhas mensais favoritas (se não for a favorita atualmente. difícil escolher a melhor - entre mickey, donald e tio patinhas).


    Fiquei em dúvida se a arte de capa (Pateta de Zorro, tem algo a ver com a HQ que abre a edição... tem?)


    E deixo registrado aqui novamente o quanto eu lamento que essa mensal até agora não faça parte de um pacote de assinaturas. A editora está levando uma eternidade para reformar os pacotes.


    A única revistinha do Pateta que acho fraquinha é o seu almanaque. As duas primeiras edições não causaram qualquer impacto pra mim. A terceira estou indo buscar hoje ainda. Falta uma seleção melhor nos almanaques do Pateta, a mesma variedade e diversidade que sua mensal possui. Os almanaques dele até agora foram cheio de mesmisses, aquele mesmo medo que muitos tinham quando a mensal foi anunciada.


    E parabéns pro personagem. Em Janeiro de 2013 ele completa 80 anos DE QUADRINHOS. Ele estreou numa tira do Floyd Gottfredson em janeiro de 1933, alguns meses após o sucesso do curta animado. Bem que a Editora Abril poderia preparar um especial pra ele nessa ocasião, não?


    Ah e falando em DONALD DUCK ADVENTURES #4 da Gemstone, outra curiosidade sobre essa edição é que ela marca a estréia da série Tamers of Nonhuman Threats (série dinamarquesa) com Donald e Peninha nos EUA. Série que permanece inédita no Brasil até hoje, o que é um absurdo. E é um material tão diferente e bacana, que em ano de Homens de Preto 3 nos cinemas, bem que poderiam aproveitar e trazer logo de ver ela pra cá...

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  3. Torço por uma comemoração especial... tomara...

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  4. Thiago.

    Tenho as edições com os capítulos lançados nos EUA.

    A série tem uns capítulos legais e curiosos, outros são bem maçantes e chatos, ao menos os americanos.
    Nos EUA não teve repercussão nenhuma.

    Os leitores Disney de lá não curtem HQs seriadas.
    Além do que, a $7,95 me parecia meio salgado para um pocketbook.
    E mais... São 587 páginas de quadrinhos divididos em 17 capítulos!

    Ler uma série incompleta é muito chato, pois sempre tem referências entre um capítulo e outro.
    Vamos analisar um pouco: onde publicar isso aqui?

    Na revista do Pato seria inviável.
    Seria onde então, num especial?

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  5. E pateta 80 anos rivaldo, algo especial que possa ser dito?

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  6. "Ler uma série incompleta é muito chato, pois sempre tem referências entre um capítulo e outro.
    Vamos analisar um pouco: onde publicar isso aqui?"

    - esse tipo de pergunta só deixa claro meus argumentos quando digo que, no caso do Brasil, a editora não sabe trabalhar com tal tipo de material, o que não deixa de ser uma vergonha.


    é por isso que insisto que a linha atual precisa de uma reforma, precisamos de novos títulos, novas propostas e novas apostas. Quer dizer então que tudo que é serializado não tem porque publicar por aqui? Esse tipo de material faz sucesso lá fora, e não só Disney que usufrui desse genero de histórias.

    Volto a dizer, o que precisamos é de uma revista semanal, voltada a 4 edições mensais temáticas especiais. Chega de pagar absurdos 10 reais por coleções como Essencial, que emagreceram desde Classicos da Literatura.

    Uma semanal de 96 páginas resolve boa parte dos problemas por aqui. E o preço ficaria bem mais honesto do que o formato luxo das coleções semanais.

    A Miki Mayous da Grécia é um exemplo perfeito. Por não experimentar e testar isso num mercado que aparentemente está crescendo? Porque insistir em revistas de centenas de paginas de repetecos e não pensar em nada na linha de ineditos e generos ignorados no país? Comodismo e valores ultrapassados.

    O fato de TNT ser uma série, não inviabiliza ela no Brasil, alias nenhuma série deveria ter esse problema, contanto que as editoras saibam trabalhar com a proposta.

    Donald Duplo do jeito que a Abril está lançando é uma tortura, uma vergonha. É exatamente isso que não pode acontecer.

    O que falta no Brasil é investir numa proposta editorial nova que abrace esse tipo de publicação. E ideias e recursos e soluções existem, pois lá fora tem várias iniciativas nesse sentido. A minha ideia de uma baratinha semanal é apenas uma ideia. Outros páises, além Grécia apostam em almanacões, que trazem um pouco de dois mundos (o universo serializado e o tradicional, o que agrada a diversos publicos).

    O que não dá é pra viver de republicações e repetecos, e a mesmisse que a nossa linha de inéditas enfrenta, sempre com as mesmas propostas e com uma ausencia zero de ousadia de material diferente.

    HQs serializadas precisam ser integradas na linha editoria nacional. Não podem ter uma revista só disso, mas é preciso trabalhar por um dinamismo, entre uma revista com um atrativo e que mescle também o universo tradicional e clássico.

    Enfim... soluções existem, mas aí a editora tem que sair da sua zona de conforto e apostar um pouco em novidades e inovações. Clássicos da Literatura foi um exemplo do que mais coisas deveriam ser testadas e arriscadas no nosso mercado. Uma pena que depois de CLD o custo desse material acabou ficando acima do que deveria. Tanto PFH quando Essencial custam mais do que deveriam, pelo formato e pela redução de páginas que tiveram.

    Chega de coleções capadas por 10 reais...

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  7. O aniversário do Pateta já foi comemorado com PATETA FAZ HISTÓRIA, no meu entender.
    E.Rodrigues

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  8. Eu vou, já que mais uma vez entramos no assunto, mais uma vez dar uma opinião contrária a do Thiago.

    Sou a favor sim, de uma mensal de inéditas com muitas pgs a um preço camarada, sei lá, 10 reais ou 12 reais por umas 200 pgs, se é que dá.

    Porém, sou absurdamente contra SEMANAIS com 96 pgs. Não haja que tenha demanda para suprir essa oferta, não acho que podemos dar um passo maior que nossas pernas.

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  9. E chega de especiais de séries que levam anos para serem continuadas. A Editora Abril está estragando e matando todo o hype que a comunidade que adorou Donald Duplo.

    Pior ainda é a espera por séries como Pateta Reporter e Cronicas do Planeta T. É ridículo.

    Muitos ainda sonham com PKNA e Mickey-X. HQs que poderiam ter sido integrado nas revistas de linhas anos atrás (principalmente momentos antes do Almanaque Disney ter dado indícios que iria morrer pela segunda vez).

    É uma vergonha ter esperado por quase 10 anos para ver novas histórias de "Era Uma Vez na América..." se não fosse Classicos da Literatura, talvez nunca mais tivesse visto. E o pior é que ainda falta algumas dessa série que não tem aonde sair no Brasil atualmente.

    O problema vem de duas frentes, querer tratar todo material como "super" especial, e querer dividi-lo do universo tradicional. E o segundo problema é a forma como se trabalha com eles por aqui, onde ao inves de manter uma rotatividade e habitualidade com esses materiais, simplesmente os colocam de molho e torcem para os fãs esquecerem.


    Pegue a saga do Donald Duplo. O especial ano passado pulou duas HQs na cronologia. Porque diabos não se publicou as duas HQs restantes numa Tio patinahs no segundo semestre... servindo para um "esquenta" para um novo especial nesse primeiro semestre? Não... deixa tudo de molho, as duas HQs vão acabar sendo negligenciadas, esquecidas no tempo... isso se o novo especial (que nem sei mais se vai sair) não pular ainda mais historias.

    É esse tipo de trabalho porco que irrita o leitores. Falta espaço, falta de habitualidade, falta de investimento nesse genero, que está longe de ser ruim e é um genero que vicia, que faz o leitor voltar no mês seguinte para continuar lendo.

    Se não fosse um genero que agradasse o publico, não seria tão utilizado lá fora, na Disney, na Marvel, na Dc e em dezenas de outros tipos de quadrinhos.

    (não estou dizendo que o universo tradicional, as historias isoladas, são ruins ou não agradam. o que precisa existir é um mix, uma forma de trabalhar com tudo... e não apenas chutar pra baixo do tapete uma das melhores qualidades da produção disney atual.)

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  10. Opinões divergentes, para variar. Eu já não abro mão dessas coleções semanais. Têm público certo e qualidade editorial. A proposta é totalmente diferente de um gibi de linha. Quem compra a coleção semanal sabe exatamente, desde o princípio, o que vai encontrar ali (com começo, meio e fim).

    E. Rodrigues

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  11. Eu discordo mais uma vez., em parte. Não queria que x-mickey, PKNA e PK2 fossem publicadas em revistas de linha. Queria que tivessem revistas próprias (embora eu tenha gostado do fato de jumbo 2 (ou é mega?) trazer parte de donald super.

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  12. "Não haja que tenha demanda para suprir essa oferta, não acho que podemos dar um passo maior que nossas pernas."

    - não sei porque não haveria. se há demanda para coleções semanal há 10 reais. porque não haveria para algo mais barato?

    não é um passo maior que as pernas. é questão de testar mercado. lança, invista, faça bem feito. Não deu certo? Para. Aprende com os erros, e retorna depois com algo melhor.

    Não acho que a Abril sabia se CLD iria funcionar ou não até colocar nas bancas. Tanto é que rolou aquele medo de anunciar a coleção completa e inicialmente só anunciaram 20 volumes.

    Só que precisa ser bem feito né? CLD veio pronto lá de fora, por isso não teve muitos problemas editoriais. Veio quase perfeita.

    Pra Abril criar uma revista semanal do zero, é preciso algo de impacto. um marketing, uma campanha viral, como é comum em editoras como a Panini. É preciso fazer de verdade... sem ficar acuado num canto olhando entre os dedos...

    A Miki Mayous da Grécia dá uma orientação, mas até ela tem alguns problemas e distinções que certamente não funcionariam aqui.

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  13. "Eu discordo mais uma vez., em parte. Não queria que x-mickey, PKNA e PK2 fossem publicadas em revistas de linha. Queria que tivessem revistas próprias (embora eu tenha gostado do fato de jumbo 2 (ou é mega?) trazer parte de donald super."


    - querer eu tambem queria. as capas de PKNA são as coisas mais lindas que já vi em termos de capas.

    mas analisando nosso mercado, não acho que tenha qualquer condição de uma linha de revistas como essa vingar. E tem vários culpados por isso... o sistema de venda em banca, a ausencia de espaço na web pra esse tipo de material (inclusive venda), o lançamento sem assinatura, o alto curto que a revista acaba tento...

    querer como saiu lá na itália eu queria, mas acho totalmente inviável dentro do formato do nosso mercado. em outros países na europa, eu vejo muito desse universo integrado ans revistas tradicionais, justamente porque não devem suportar esse tipo de revista separado.

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  14. É como o PG falou thiago, uma coisa é uma coleção com começo, meio e fim, outra é toda semana 10 reais para determinado gibi (no mínimo)...

    Sobre Miki Mayous, n gosto da proposta dela, de a cada mês visar mais determinado universo/série.

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  15. Quanto a Donald Duplo: parece-me óbvio que se fosse sucesso incontestável de vendas (e não apenas de repercussão em canais 'x' da internet) a editora lançaria um título até diário da publicação, se fosse o caso, para conseguir bastante dinheiro com ele. Ora, sejamos capitalistas: não se tem notícia de um título vendável que não seja continuado...

    Taí Escoteiros Mirins, que foi um sucesso em seu especial e a editora já estuda uma nova edição.

    Estão aí as coleções semanais, idem.

    É sempre curioso como Thiago coloca suas opiniões (totalmente dissociadas do aspecto financeiro) como se houvesse um clamor popular para que elas fossem implementadas.

    Eu não gosto de sagas longas. De cronologia, já basta a chatisse que acaba virando Marvel e DC, inapelavelmente. Eu prefiro um zilhão de vezes artistas geniais americanos (Lockman, Kinney, Taliaferro, Hubbard etc.)...

    Ao mesmo tempo, não vou criticar o direito de quem quiser (e vai ver, daqui a pouco) DonaldDuplo em Tio Patinhas (o que para mim é um sacrilégio inominável, a propósito).

    E.Rodrigues

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  16. "Quem compra a coleção semanal sabe exatamente, desde o princípio, o que vai encontrar ali (com começo, meio e fim)."

    - o mesmo acontecer com a Miki Mayous na grécia, que funciona por sistemas de temas mensais e atrações.

    Vc sabe quais as atrações do mês e sabem se é um mês que lhe interessa ou não. É até mais interessante colecionar uma publicação assim do que uma luxuosa que chega a enjoar depois de um tempo, já que ela segue uma mesma temática por tempo demais.

    Por sinal, pra uma coleção de luxo, há coisas que são imprescindíveis. a lombada especial (como CLD), uma boa quantidade de páginas (100 é pouco), e um carater realmente especial para o conteúdo (essencial peca nisso).

    Lançar por lançar, ou lançar da forma como a Abril está fazendo, só fará o publico debandar entre as futuras coleções. Como alias já deve ter ocorrido desde CLD para Essencial.

    Nas comunidades Disney já se percebe que nem todos que colecionaram CLD resolveram colecionar Essencial.

    Não acho que a coleçãod e luxo precisa acabar se for lançado uma revista de linha semanal, acho que assim ela tem chance de se aprimorar... ter um preparamento, uma pesquisa e uma proposta realmente especial, de carater colecionável e não como a Abril fez com essencial (que mais parece uma coleção encoxada, feita pra suprir a linha nova de coleções).

    Acho que uma semanal economica em formatinho não mata o publico de uma coleção semanal. Alias uma como a Miki mayous não mata nenhum outro titulo da linha nacional, porque sinceramente não temos nada parecido com isso no Brasil... nem mesmo as mensais.

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  17. 1) "Quanto a Donald Duplo"

    - E aí a culpa é da série ou da forma porca como a editora Abril trabalhou com a série no Brasil?

    É o que eu digo sempre, a editora não trabalha com o material de forma apropriada e depois o cancela ou o ignora dizendo que não foi vendável... quantos reclamaram ano passado quando o especial saiu e não se usou a BIG para republicar a saga original?

    2) "Taí Escoteiros Mirins"

    - Outra coisa que sempre gosto de discutir. A lavagem cerebral que a Abril faz ao seu publico, fazendo sempre correr em circulos, como aquelas rodinhas de hamters.

    A editora induz o publico a gostar da mesma coisa ao longo de décadas, idolatra e engrandesse os classicos e faz pouco caso do que é novo.

    Aí é fácil dizer e alegar que Escoteiros Mirins vende e Superpato não. O que ela não percebe é que o publico não cresce, ficam sempre essa panelinha, de gente velha, alguns leitores novos que logo debandam proque não aguentam mais a mesmisse que a rotina disney se torna no Brasil. Por isso as revistas mesmo tendo melhorado as vendas, estão longe de um Turma da Monica.


    3) "Eu não gosto de sagas longas."

    - Eu não sei a sua idade, claro que tb respeito a sua opinião, mas é algo que vai contra a maré.

    O boom dos mangás nessa década provam muito bem isso, de que o publico jovem mais aprecisa algo que é construido de forma serializada, com uma narrativa que cresce e muda ao longo das edições do que aquele tipo de quadrinhos que simplesmente fica correndo em torno do proprio rabo.

    É por isso que a produção italiana mudou nos últimos anos. É por isso que tanto a DC quanto a Marvel mudaram certas narrativas na linha de herois.

    Eu já vi alguns leitores Disney aqui maravilhados com o recem lançado pela Panini: One Piece.

    Claro que é um direito de cada um não gostar, mas é inevitável que esse genero é popular mundialmente e não sou eu fazendo "clamor popular" é a realidade.

    Pra gostar de HQs de artistas mortos e classicos a gente não precisa mais de novas revistas mensais então. Bastaria coletaneas nas livrarias englobando tudo de velho e mofado e pronto. Fecha-se o estúdio Disney de quadrinhos e bora viver só de peças de museu.

    Não me importo de ver um leitor pensar assim. Mas o que me assuta é que a impressão que tenho é que a propria editoral pensa assim, o que é totalmente ultrapassado e jurassico no mercado atual.

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  18. Carambolas!!

    96 páginas semanais com inéditas a preço de ocasião?
    E Clássicos, Patetea Faz História e essencial são o que?
    Não são semanais com inéditas?

    Pelo menos a maioria das HQS?
    Como assim chega de semanais a 10,00?
    Deve ser um p... sucesso de vendas senão teria morrido nos Clássicos, alías, teria morrido no número 20, nem teria chegado ao 40.

    Aposto como tem mais coleção dessa vindo por aí, isso se o essencial não for esticado também.

    Acho que o que o Thiago quer é:

    As Melhores Histórias Disney Escolhidas por Thiago.
    Se sair, eu sou a favor a continuar partir da edição 9, depois do serginho Groisman. Continuando assim a serie anterior.

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  19. Mas vamos mudar a dinamica e a brincadeira. Por exemplo, bacana o pessoal do Planeta Gibi lembrar do aniversário do Pateta. Eu vi no Facebook algumas editoras na europa fazendo a mesma coisa.

    E a Abril? Uma editora que tem essa linha há 60 anos. Que se orgulha de publicar Disney há tanto tempo. Ela não soltou nem uma notinha, nada sobre a data.

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    Abril Jovem no Twitter: https://twitter.com/#!/abriljovem

    * engraçado como o "recent imagens" do twitter deles mostra revistas extras do ano passado da linha disney. super atualizado.

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    Twitter do Maffia:
    https://twitter.com/#!/MaffiaHQsDisney

    * não tem updates desde o começo de abril.

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    Lembrando que twitter é algo rapido, que vc tecla do seu celular até, não leva 5 segundos pra escrever "Parabens pelos 80 anos do Pateta"

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    Site da Abril Jovem (que eu acho uma vergonha)
    http://jovem.abril.com.br/

    * nada também. alias o link do twitter que está no site está quebrado e errado há milhões de anos... e ninguem conserta ou percebe...

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    Facebook Abril Jovem:
    https://www.facebook.com/abriljovem

    * Basicamente é um "Recreio Jovem". Nada das capas reveladas no Planeta Gibi, raramente citam disney. E nada do pateta 80

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    Facebook do Maffia:
    https://www.facebook.com/paulo.maffia?ref=ts

    * Mais interessante que o Abril Jovem, mas tão mal atualizado quanto. Não é tarefa do Maffia criar esse vinculo online com os leitores? de entreter? Não, não é. Mas aí a gente culpa a editora por não ter alguem assim?

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    E assim os 80 anos do Pateta passam em branco ao longo do dia. Assim como os 60 anos do Pardal passou há poucos dias atrás.

    Não é trabalho de uma editora prestigiar personagens na qual ela trabalha? Talvez não seja, mas esse sentimento de "medo de redes sociais, de internet" é que cria essa sensação de editora dos tempos jurássicos. Que não sabe como trabalhar e divulgar sua linha online.

    O que seria da linha Disney de quadrinhos se o Planeta Gibi não existisse? Voltariamos para o morto (mas não enterrado) Orkut?

    Vergonha isso.

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  20. "96 páginas semanais com inéditas a preço de ocasião?
    E Clássicos, Patetea Faz História e essencial são o que?
    Não são semanais com inéditas? "

    - muito perspicaz suas colocações Vinicius... como sempre.

    qualquer hora eu desenho pra vc. aí acho que tu vai entender melhor. Porque não comenta e argumenta sem ficar de picuinha e tentando arranjar briga ou ofendendo?

    Ou melhor, que tal simplesmente respeitar o espaço livre para opiniões e opiniões contrárias as suas?

    O sergio, por exemplo, ele discorda da minha opinião, mas ele não precisa baixar o nivel da conversa pra fazer isso. a conversa fica num nivel mais simpatico, mais amigável... mais civilizado.



    Enfim... é isso. Não que eu ligue muito pra comentários trolls como os seus. Já percebeu que mesmo com seus ataques eu continuo argumentando e escrevendo por aqui? Isso não vai mudar, eu lhe garanto...

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  21. Também vou opinar: penso que precisamos de mais espaço para inéditas a preços acessíveis. Um título mensal genérico com o formato e preço semelhante ao do Tio Patinhas seria ótimo. As coleções tipo CLD,PFH,ED? Continuariam numa boa, semestrais, apresentando hqs inéditas, em volumes semanais e com os belos textos de introdução que são um charme especial e ótimo aperitivo: é a pipoca no cinema. Histórias seriadas? Com muito discernimento aproveitar o que é realmente bom, em especiais, o que for mediano fracionar (na medida do possível, se for muito longo com 999 capítulos, esquece). Mickey X, SPNA e graphic novels em especiais tipo WDA (?). Não sou o dono da verdade, nem quero ser. Só mais um leitor. Gosto quando a conversa aqui fica assim sadia, com os vários pontos de vista sendo cordialmente expostos. Muito legal... Aqui é a casa dos leitores dos quadrinhos Disney no Brasil. Parabéns PG.

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  22. Thiago, suas observações sempre passam ao largo de pontos incômodos. Sempre. Eventualmente, você sequer leva em consideração os argumentos de seus interlocutores quando eles lhe são inconvenientes. Aí não dá. Fica parecendo trollagem, pura e simples, mesmo.

    Ora, você vem aqui falar de mangá... Você tem ideia de quanto isso vende? Melhorando: você tem ideia de quão pouco isso vende?

    Aí você vem falar de sagas intermináveis, que é a tendência, blablabla... Tendência onde? Em TOPOLINO elas acabaram. Mesmo a História da Arte foi composta por capítulos independentes (antes que você a cite).

    Aí você cita incansavelmente a tal revista grega blablablá... Ninguém aqui sabe nada da obrigação contratual que a editora grega tem com a Disney. Dá para ficar traçando paralelo entre Brasil e Grécia? O perfil do leitor é o mesmo?

    Aí você acha que o leitor não sabe bem o que quer e a Abril, mandando uns Escoteiros Mirins para as bancas, consegue fazer uma lavagem cerebral na população brasileira. Ah, tenha dó.

    Aí aplaude a decisão da Panini em editar uns títulos para distribuição via comic shop! Qual a tiragem disso? 300? 350 exemplares? Qual é o público que isso vai formar ou atingir? Você sabia que a derrocada abissal dos gibis nos Estados Unidos veio JUSTAMENTE quando as editoras privilegiaram a distribuição via comic shops, elitizando a coisa, tirando o produto da visualização dos mamíferos comuns?

    Desculpe-me a sinceridade, mas você dá opinião tão firme e incisiva sobre tanta coisa e faltam-lhe informações tão básicas do funcionamento do negócio.

    E.Rodrigues

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  23. Vamos lá E.Rodrigues.

    Não sei em que sentido é esse tais incomodos que transmito. É uma opinião, é o que eu acredito. Não tem que ser menas ou mais. Não é inconveniente, não é que o que você eu ignorou, há muita coisa que eu simplesmente discordo.

    Tudo que falamos aqui é na base das hipoteses, de teorias, porque o mercado está longe de ser transparente, então a gente monta e vê apenas parcialmente o cenário. Incomoda ter um leitor, fã, consumidor falando e atazanando tanto? Incomoda a quem? A Editora? Vocês do site? O público? E quem disse que não é pra incomodar mesmo, fazer todos sairem de suas zonas de conforto, fazer a gente pensar que as coisas podem ser diferentes, podem mudar pra melhor. O pior a gente já passou, sabemos como é... o ideal estamos longe de atingir.

    Vc diz que eu só digo o que me é conveniente, mas essa premissa tambem parte do contrário, quem discorda de mim, discorda do que é conveniente, ignorando os incovenientes. É recíproco isso.

    --------

    Sobre mangá, o contato e o feeedback que tenho é atraves do Portallos, das redes sociais, dos fansubs, da imensidade de publico que existe. É um publico que consome, que paga? Isso são outros 500. Não paga e não consome porque? E alias, quem tem acesso a estes dados? Porque a´te mesmo a Sandra do Papo de Budega diz que vivemos na escuridão quanto a isso. Mas é inegável que os leitores da atual geração ADORAM a ideia de acompanhar algo serial. Que foi este o ponto do meu argumento, e não que é um mercado ultra-lucrativo. (conveniencia vs inconveniencia reciproca...tá vendo?).

    Só cego não percebe o apelo e gosto popular por eles. Eventos de anime por todo o país (tem quase 2 a 3 eventos por mes), a quantidade de titulos em bancas, a monstruosidade que é os sites e blogs online sobre o assunto (e aí eu tenho dados de acesso e visitação para dizer que muita gente na web procura por isso).

    Eu estava falando de gosto, de apelo e não de empreendimento. Vc vende o que as pessoas gostam, esse é o primeiro principio. Não adianta vender algo que ninguem gosta.

    A tendencia e os elementos do filão mangá estão influenciando uma geração, da mesma forma que RPGs americanos mudaram a forma na qual o mercado vês os RPGs orentais, mas isso outra conversa sobre outro tipo de mercado.

    ---------

    (continua....)

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  24. Vc não entendeu a questão do incômodo.

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  25. Sendo assim, quando eu falei de tendencia, e mencionei mangás exemplificar os elementos de quadrinhos serializados, não estava errado.

    Você usa a Topolino como exemplo pra dizer que isso não existe. Não é verdade, a meu ver. A Topolino usa e abuso do formato se séries. Não são interminaveis como mangás, são curtas, mas elas são usadas FREQUENTEMENTE. Acaba uma, comaça outra. Séries curtas, grandes, paralelas... sempre tem algo serial sendo feita porque é esse a tendencia de se escrever quadrinhos hoje em dia. Não é algo que só acontece com a disney, mas acontece com todos os outros tipos.

    Não é uma historia que nunca termina, é o conceito e a filosofia por trás de tudo. É nisso que talvez vc não tenha entendido.

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    Agora volto pro papo de conveniente e inconveniente... vc fala da revista Grega, que não sabe o contrato, que não é o mesmo perfil, que a comparação é inutil. Ora essa você Rodrigues... o mercaod mundial é espalhado uns nos outros. Independete do tipo de mercadorias ou relação de consumo.

    O perfil não é o mesmo? existe estudo que diz isso? Quem ganrante que não somos até melhores? Isso é balela, é conveniente FALAR que Europa é a fodona do mercado de quadrinhos e nós nunca seremos.

    Eu discordo completamente disso. Primeiro porque não é pra ser IGUAL, IDENTICO. É pra tomar base, ter influencia, usar como ver como é. Isso é feito a cada novo titulo, a cada nova linha. Nada vem do zero. A gente pode chupar a vontade da produção estrangeiro, mas não os formatos? Fazemos isso toda hora.

    A sensação é que se tenta tapar o sol com a peneira. Usa-se muito essa desculpa "aqui não dá" simplesmente como pretexto para não fazer. Não se saber até fazer. Essa é a verdade.

    Aí o fazer implica em outras fatores, como gastos e investimento. O que nem toda empresa, obviamente, sente-se a vontade de fazer.

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    Quanto aos que vc comentou sobre escoteiros e lavagem, a gente já falou disso diversas vezes, e parece que vc prefere só discordar mesmo.

    Mas é fato que a editora cria seu publico, adestra o leitor. Qualquer editora faz isso, alias não só editoras, mas outros tipos de empresas. O mais comum são os canais de TV e as corporações por trás delas.

    Cativa-se o consumidor a uma tipo de produto. O torna zumbi. Não é a toa que o setor educacional no Brasil é vergonhoso, há interesse lá de cima que o povo continue com essa limitação cerebral que existe. Ninguem quer um povo mais inteligente, mais sagaz, mais apto a escolher melhor.

    Não é que o material classico, os grandes mestres é ruim. O problema é cativar o leitor a gostar apenas disso. Não é que ele só gosta disso, e sim que ele gosta porque é SÓ isso que lhe é apropriadamente apresentado.


    Esse tipo de vertente unilateral é extremamente comum na comunidade gamer, onde há pessoas que se identificam tão somente com um console, sem nunca terem testado outros de forma apropriada.

    Quadrinhos Disney por aqui é assim. Não existe um equilibrou entre materias, entre respeitar o novo e o classico. É aí que segmenta comunidades, leitores de longa casa perdem o interesse e a editora precisa correr atrás de novos leitores.

    Não é que os leitores ficam velhos e a disney perde o interesse para estes, é que tudo ao longo do tempo passar a ser mais do mesmo. Nós, eu e vc, que contiamos aqui, somos raridades, exceções a regra.

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    (continua...)

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  26. Eu não disse que o mercado brasileiro é melhor ou pior. Quanto às tais histórias seriadas: é fato: Itália abandonou-as.

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  27. para terminar...

    Vc diz do mercado americano e da Panini com quadrinhos exclusivos, que por sinal foi algo que não comentei por aqui hoje, mas certamente ficou na sua cabeça isso.

    Eu não sei a historia por lá, mas novamente eu não vejo porque essa comparação ou dizer que lá tá uma merda por causa desse tipo de iniciativa.

    Se lá tá uma merda, tá ruim, tá em decadencia... imagine aqui. O mercado de quadrinhos mundiais vem se reformamndo, está se adaptando aos tempos digitais. Dizer que lá está ruim é erroneo pra mim.

    A TV passa pelo mesmo processo de perda de publico. Os tempos mudaram e a daptação disso ainda não ficou 100%

    Comics Shops são um sistema de venda ideal, banca de jornal não é mais o modelo ideal para quadrinhos. Eu vejo regularmente bancas fecharem aqui na minha cidade. Mas esse assunto tem outra vertente, que é o mercado digital, que ainda é novinho. A Marvel e a DC começou agora, isso não funciona no Brasil, e uso a chegada do Netflix no Brasil (Tv por Streaming) para modelo. Há ainda muitas barreiras culturais a serem vencidas.

    Mas enfim, fazer pouco caso ou tentar diminuir a iniciativa da Panini em arriscar algo NOVO no mercado é algo totalmente sem sentido. Não vai dar certo? Você garante com todas as letras? Só se for vidente. Ao menos está tentando algo diferente, e isso é muito bom.

    Não se sabe ainda como o mercado de quadrinhos se moldará no futuro, então toda ideia diferente é bem vinda.

    Enfim, minhas opinião são incisivas? Não acho... são opiniões quanto qualquer outra. Eu falo muito, eu exponho muitas variaveis, eu uso exemplos internacionais, eu uso a concorrencia para mostra que a abril estagnou no tempo? Não é tudo verdade o que eu falo? Nunca disse que era. É como eu vejo as coisas.

    Agora vc me diz que eu não entendo, que não tenho todos os dados, que não sei como qualquer negocio funciona... e isso é culpa minha? Ou é culpa da falta de transparencia de mercado? E você sabe tudo? Talvez saiba mais do que eu, mas será que é o sufiente para entender toda uma complexidade cultural, social e comercial que envolve o que discutimos? Lhe garanto que nem a ABRIL entende tudo isso... há muitos conceitos errados por aí, e não é só a abril que os aplicas.

    Questionar é algo natural. Não tem porque se sentir incomodado ou ofendido. Se uma empresa se deixa ser atingida por algo assim, obviamente ela ainda tem muito o que aprender.

    Não é problema errar, o problema é ignorar soluções bobas que poderiam melhorar a forma como a relação de consumo funciona, como os leitores veem uma empresa.

    É o que eu disse mais acima, porque não investe em canais sociais? JBC, Panini, Conrad e mais um monte investem. Agora os canais oficiais são abandonados, são esquecidos.

    A maior latencia da Abril é interação digital. Enquanto ela não provar que pode brincar com os leitores, interagir com os leitores, num formato deste século, vai continuar jurássica.

    É uma forma de amenizar a falta de transparencia. Ainda que seja meio fachada.

    É isso... cansei. Boa noite. Amanhã se vc quiser a gente proseia mais.

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  28. "Quanto às tais histórias seriadas: é fato: Itália abandonou-as."

    - não, não é fato. só na sua cabeça. talvez seu conceito de historias serializadas não seja o mesmo que o meu.

    qualquer um que acompanha a Topolino (e eu sei que vc acompanha) percebe que os elementos que tornam algo serial estão praticamente toda a semana por lá.

    Faz menos sucesso? Duvido muito.

    E fica difil discutir algo assim, porque na minha concepção vc já tem uma opinião tão enraizada pra desacreditar nesse conteudo, porque seus favoritos são de outra geração, que fica dificil continuar um debate assim.

    Você vai sempre dizer A e eu vou sempre dizer B. Eu acredito que seja de uma outra geração bem diferente da sua. Esse conflito não se resolve assim, tão fácil. Você não vai sar o braço a torcer e muito menos eu.

    Mas dizer que a Topolino abandonou historias serializadas é irreal. Elas nunca estiveram melhores. Os italianos estão bem mais afiados e experientes com o tanto que fizeram ao longos dos ultimos 10 anso nesse departamento. Eu acredito que eles mal começaram.

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  29. Eu não fiz pouco caso da "iniciativa" da Panini. E suponho que nem você nem parte da mídia de quadrinhos entendeu de fato do que ela se trata. Apenas a Panini tirou a distribuição de uma Treelog para deixá-la exclusivamente com suas outras duas distribuidoras, Comix e Devir. Isso, certamente, tem a ver com uma tiragem diminuta. Então não há que se aplaudir nada, apenas lamentar. Não a "iniciativa" da Panini, mas a constatação de que não há mercado amplo para esses títulos.

    Quanto à questão de "estar no escuro" com vendas: quem está no escuro? As editoras, certamente, não. Só não há dúvida de que as vendas são baixas.

    Que a decadência dos quadrinhos no mercado americano veio a reboque do privilégio da distribuição em CS é fato. Isso foi seriamente discutido em San Diego, por exemplo. Na minha opinião, nem precisava perder tempo: é evidente que se você elitiza algo, você restringe o público daquilo. Para sempre.

    Se as bancas de jornal de sua cidade estão fechando, como você pode dizer que uma CS seja o ideal? Quantas CS têm aí? E no Rio? E em São Paulo? Não dá nem para levar essa discussão adiante. De CS a gente entende um pouquinho.

    Vc fala de tecnologias que 95% da população brasileira nem sonha que existe. Mas sabe quem é a Turma da Mônica e Mauricio de Sousa. Que vende, lógico, nas bancas de jornais de qualquer ponto do país.

    Insisto que vc não entendeu até agora quando citei a palavra "incômodo".

    Topolino traz cada vez menos histórias seriadas. E ainda que sejam HQs seriadas não "assim", mas "assado", como vc insiste, sem explicar o que significa isso, tenho argumento melhor: se mudaram é porque não estava vendendo. E Topolino, infelizmente, vende cada vez menos.

    É até curiosa a maneira como você se refere à Abril, como se ela não fosse a maior editora da América Latina.

    Por a culpa das divergências na nossa diferença de idade é argumento rasteiro. Nossas divergências estão basicamente em 1 ponto:

    1 ponto: Você acha que suas ideias são as únicas válidas, e quando confrontado com fatos, sai-se com um "tem que testar, se não der certo, cancela" como se essa fosse a decisão mais apropriada e inteligente para uma empresa.

    E.Rodrigues

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  30. Eu achei que a Essencial iria ser a pá de cal nas coleções semanais mas o Maffia disse que vem mais por aí, na entrevista do UHQ.
    Ok, então se a maioria tem cacife pra acompanhar edições semanais e não estão dando sinais de cansaço, como eu suspeitei que estivessem, dá-lhe novas coleções.

    Mas o dado interessante é que as mesmas não têm "início, meio e fim" pois quando "acaba" uma, emendam outra nova. Isso foi uma forma de cativar o leitor (eu usaria "escravizar") que continua acompanhando as coleções semanais, mesmo que sem a mesma intensidade com a qual colecionou a CLD. Se a fórmula deu certo, séries semanais permanecem. Particularmente, me sinto refém dessas coleções. Mas se continuo comprando, estou contribuindo para que essa linha continue. Fazer o que? É o círculo vicioso do colecionador...

    Mas para que eu citei tudo isso, afinal? Para mostrar que se determinada linha semanal está consolidada, não haverá uma segunda linha semanal. Vamos aguardar a nova série Ex-Walt Disney Apresenta que, ao que tudo indica, será o formato escolhido para as tais inéditas atuais.

    Agora, se vai ser publicado Donald Duplo na Tio Patinhas, não é muito diferente do que já fazem comumente publicando Superpato. E seria sensato da parte da Abril publicar justamente as histórias puladas da cronologia para, como o Thiago disse, "esquentar" público para um lançamento futuro encadernado que caberia perfeitamente na Ex-WDA. Não fará sentido entupir a Tio Patinhas com tal série se já anunciaram uma publicação nova com esse intuito de compilar Hqs recentes extensas ou seriadas.

    Já foi História de Patópolis e Futebol 2012. As próximas serão as já divulgadas anteriormente. Se pretendem publicar História da Arte, Planeta T e Pateta Repórter, não tem justificativa para não encaixar DD no pacote. Todas essas séries tem um público limitado mas que pode ser explorado.

    Aliás. a Futebol 2012 é uma edição muito caprichada, com capa em relevo e tudo. A HQ do Street Soccer Squad é mais pra criança e coisa e tal, mas vejo com simpatia a publicação. A repuplicação de A Lenda do Time Perdedor é dispensável. A Disney Gol já tinha republicado duas histórias da Copa 2006. Em tempos de sebos virtuais, aquela revista é muito fácil de encontrar por aí! Até 2014, periga republicarem o restante dela, deixando-a obsoleta de vez.

    Felizmente, a HQ do Vicar vale toda a revista. Achei que teria que esperar até a Copa para vê-la - talvez - publicada. Ainda bem que eu estava enganado!

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  31. "A espetacular capa é brasileira e inédita: ilustração de Carlos Mota colorida por Donizete Amorin."

    ^Meus parabéns também aos envolvidos...LINDA(rica) a capa desta edição!!:D

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  32. E. Rodrigues e Thiago não tem jeito,rsrs.

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  33. 'E. Rodrigues e Thiago não tem jeito,rsrs.'

    Engraçado é que eu concordo com o ponto de vista dos DOIS!!:p

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  34. Thiago

    Quem costma baixar nível é você cidadão e usa trolagem é voce.

    E se tem troll, ou sei lá o que, esse aqui é você.

    Você não sabe o que quer, sequer tem senso de humor, leva tudo a ferro e fogo, ninguém nunca ver sair de você um "é mesmo! você tem razão" - tipo, coisa de qualquer mamifero normal.

    Adora alfinetar e desreipeitar o trabalho e os proficionais da Abril, mas basta alguem te contrariar que vc fica logo nervosinho.

    Ver qualquer porcaria de mil páginas no inducks e fica enchendo o saco da Abril para publicar.

    E ainda vem me chamar de troll?

    Ora . V%%#@$#$%e%#$#$$@#¨%#$¨!

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  35. Pra mim, tirando a setorização, o Thiago e a lombada grampeada no Tio Patinhas, está tudo ótimo!

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  36. Sério que vocês leram tudo o que o Thiago escreveu ?

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