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30 de mai de 2012

ESSENCIAL DISNEY #14 — Mickey e Pluto

Por E. Rodrigues & Rivaldo Ribeiro   :: publicado originalmente em 30/mai/12 ::

ATUALIZADO: as capas das edições 15 a 20 da coleção —que ainda não haviam sido divulgadas. ESSENCIAL DISNEY #14 dedica suas páginas ao cachorro mais famoso do mundo e sua lealdade a Mickey. O leitor também irá se divertir com suas peripécias e artimanhas. Surgido coadjuvante numa animação de 1930, Pluto logo se tornou um astro. A explicação de seu sucesso é simples, mas de caráter ousado: o personagem comporta-se como um cachorro de verdade, que dispensa antropoformismos e não fala. Também notável foi sua transposição para as HQs, preservando as características dos cartuns. Veja mais a seguir.           


Mickey e Pluto

Por Rivaldo Ribeiro. Fiel, divertido, esperto, carinhoso, surpreendente, eventualmente um inocente bobalhão... Donos de cachorro costumam usar termos assim para se referir a seu animalzinho de estimação. E todos esses adjetivos cabem perfeitamente a Pluto, o parceiro de Mickey e, não por acaso, o cão mais famoso do mundo.

Mas Pluto não atingiu esse status por sorte ou por influência do dono superstar. A sensibilidade usada pelos Estúdios Disney para retratá-lo em mais de uma centena de curtas animados (em 48 deles como personagem principal) criou essa pronta empatia com o público.

Seu sucesso é mais impressionante ainda quando nos damos conta de que ele nunca fala – artifício que poderia ser utilizado para forçar uma comunicação imediata com a audiência. Essa característica faz dele uma estrela única na linha de frente da Disney.

Pluto parecia estar predestinado ao esquecimento reservado a muitos outros coadjuvantes de um filme só quando surgiu, em 1930, no curta Os Prisioneiros. Ali, junto a um gêmeo cão de caça e a João Bafo-de-Onça, perseguia justamente... Mickey!

Mas Walt Disney gostou de sua “atuação” e apostou em seu potencial, realocando-o logo em seguida como o pet da Minnie, com o nome de Rover. O nome Pluto viria em referência à então recente descoberta do corpo celeste homônimo (Plutão, em português) por um astrônomo americano.

Em 1931, ele já apareceria como mascote do Mickey e definitivamente rebatizado. Quanto à sua raça, o que costuma causar grandes discussões entre seus fãs, Mickey parece ser taxativo: “ele é um vira-lata”, costuma repetir afavelmente nos desenhos. E poderia ser melhor? Quem nunca se enterneceu ao vê-lo botar o rabicho no meio das pernas, meio encolhido, olhos caídos e tristonhos, ao ser repreendido por seu melhor amigo?

O personagem não tardaria a estrear nos quadrinhos. Já em 1931, Floyd Gottfredson (1905-1986) e Al Taliaferro (1905-1969) lançariam Pluto nas tiras de jornais. E aí algo surpreendente e notável ocorreu: a personalidade do cachorro da animação foi integralmente mantida ao ser transposta para as HQs, uma exceção entre a maioria das criações Disney que transitou de uma mídia para outra.

Exemplos disso podem ser conferidos à vontade neste volume de ESSENCIAL DISNEY. Logo na história de abertura, Pluto aventura-se numa das mais reconhecíveis atividades caninas, que é perseguir e latir para os carros na rua. Sua compulsão, no entanto, irá levá- lo a enfrentar um temor igualmente comum a quase todos os cães: a visita ao veterinário.

Na sequência, Pluto brinda o leitor com suas mais variadas facetas: como cão farejador, policial e até de pastoreio. O talento artístico dele também se faz presente quando o Tio Patinhas o transforma em astro de televisão.

Em todas essas circunstâncias, logo veremos, Pluto se mostra um cão de atitude. Ele é sempre senhor da situação e de suas próprias vontades. Ao lado de seu amado dono, ele se comporta à altura do Mickey. Um protagonista, enfim.


A Mania do Pluto
Roteiro: Giampaolo Barosso
Desenhos: Massimo De Vita
Produzida em outubro de 1965
Pluto tem mania de correr atrás dos carros que passam. Acontece que esse perigoso passatempo canino acaba se tornando um caso sério e Mickey procura por ajuda profissional para curar o amigo. História rara e inédita no Brasil!


Astro da TV
Roteiro: Giampaolo Barosso
Desenhos: Adriana Cristina e Franco Lostaffa
Produzida em fevereiro de 1965
Tio Patinhas não se contenta em ter apenas dobrado o lucro de sua rede de TV: ele quer mais, gastando menos! Então, literalmente, entra em cena Pluto, que da noite para o dia se torna um famoso astro de televisão. Mais uma obra rara e inédita!


O Focinho Campeão
Roteiro: Michele Gazzarri
Desenhos: Giulio Chierchini
Produzida em junho de 1963
Um crime é cometido em plena luz do dia. Para azar ou sorte dos ladrões, a maleta roubada não contém o dinheiro que Bafo-de-Onça e seu comparsa queriam, mas um produto químico que pode conferir poderes especiais a quem usá-lo. Inédita no Brasil, com Mickey e Pateta no papel, hoje politicamente incorreto, de caçadores.


Mickey e Pluto
Desenhos: Jack Bradbury
Produzida em abril de 1955
Chiquinho e Francisquinho querem exibir Pluto como cão adestrado contra a vontade dele. Publicada antes uma única vez em MICKEY 600.


O Lamento do Coiote
Roteiro: Luca Boschi
Desenhos: Donald Soffritti
Produzida em junho de 2000
Mickey e Pluto visitam o rancho do tio Magnésio, onde o cão terá a responsabilidade de bancar o pastor de ovelhas. Tarefa tranquila, se não fosse por um certo coiote que insiste em mostrar seus dotes de caçador ao filho inexperiente. História hilária e inédita!


A Corrida do Faro
Roteiro: Carlo Panaro
Desenhos: Maria Luisa Uggetti
Produzida em maio de 2005
Pluto participa de uma competição de cães farejadores. Seguindo na direção oposta à de todos os outros competidores, ele vai provar a seu dono o quanto é especial. Inédita!




Editora Abril, coleção em 20 volumes semanais, 100 páginas cor, formato 14,7 x 20,7 cm, R$ 10,00
Editor: Paulo Maffia
Introduções das HQs: Júlio de Andrade, Filho / Rivaldo Ribeiro / Marcelo Alencar

Desde que surgiram, nos anos 1930, os quadrinhos Disney foram sendo construídos com personagens e situações marcantes que imprimiram lembranças indeléveis em nossa memória. Formou-se em torno de cada um deles – Mickey, Donald, Patinhas e tantos outros – uma mitologia tão rica e complexa que ela passou a ser automaticamente reconhecida aos olhos do mundo. Com o passar do tempo, tornou-se desnecessário explicar a quem quer que fosse que Mickey namora a Minnie, que seu melhor amigo é o Pateta e que ele tem embates colossais com dois vilões que amamos odiar: Mancha Negra e João Bafo-de-Onça. Igualmente dispensável tornou-se apresentar Donald – sujeito irritado, azarado, que não consegue manter um emprego – ou o Tio Patinhas, sempre acossado pelos terríveis Irmãos Metralha, pelo milionário rival Patacôncio e, principalmente, pela Maga Patalójika, determinada a roubar a primeira moeda do velho muquirana para fazer com ela um amuleto e transformar-se assim na bruxa mais poderosa do mundo. Nesta nova grande coleção da Editora Abril, reunimos os assuntos prediletos que orbitam o universo Disney. Assim, ao se deparar com títulos como Tio Patinhas versus Maga Patalójika, Os Problemas Domésticos do Pateta e Os Infinitos Azares do Pato Donald, você sabe exatamente o que esperar: histórias que mostram a natureza dos personagens, os hábitos, o comportamento recorrente, as brigas, as rixas, os desafios, os laços de família e amizade. A cada volume, um novo tema. Em cada tema, uma formidável compilação de histórias em quadrinhos, clássicas e inéditas, que, acreditamos, serão tão preciosas para você quanto a Número Um é para o Tio Patinhas ou o 313 para o Pato Donald. Mais que preciosas, essenciais. 

A COLEÇÃO:
#1 — 9/mar: Tio Patinhas Versus Maga Patalójika
#2 — 9/mar: Donald e seus Sobrinhos
#3 — 16/mar: Os Problemas Domésticos do Pateta
#4 — 23/mar: Tio Patinhas e a Moeda Número Um 
#5 — 30/mar: Mickey e Minnie
#6 — 6/abr: Donald e seus Primos
#7 — 13/abr: Mickey Versus Mancha Negra
#8 — 20/abr: As Grandes Aventuras do Superpateta
#9 — 27/abr: Tio Patinhas Versus Irmãos Metralha
#10 — 4/mai: Mickey Versus João Bafo-de-Onça
#11 — 11/mai: Donald e Margarida
#12 — 18/mai: Os Passatempos Malucos do Pateta
#13 — 25/mai: As Grandes Viagens do Tio Patinhas
#14 — 1/jun: Mickey e Pluto
#15 — 8/jun: Os Infinitos Azares do Pato Donald
#16 — 15/jun: Pateta e seus Antepassados
#17 — 22/jun: Tio Patinhas Versus Patacôncio
#18 — 29/jun: Donald e seu Carro 313
#19 — 6/jul: O Detetive Mickey
#20 — 13/jul: Donald e seus Empregos que Não Duram















22 comentários:

  1. Estou particularmente animado para ler a HQ com os desenhos do Donald Soffritti, pois é um desenhista que apesar de ter muito material lá fora, não tem quase nada publicado por aqui. E o traço dele é muito bacana.

    Sem mencionar que esse tio Magnésio (Mortimer no original) é personagem do Floyd Gottfredson. Acho sempre legal esse resgate de parentes perdidos do Mickey.

    Claro que as 3 HQs da década de 60 que abrem a edição são jóias raras. Nunca sairam no Brasil, então são mais do que bem vindas.

    E a cada semana Essencial vai se despedindo...depois do volume dessa semana, faltam 6 para o fim... Por falar nisso a Abril está devendo as capas dos próximos volumes...

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  2. Que cheguem logo nos estados setorizados(prometidos agora para junho)!:/

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  3. Não sabia (embora fosse provável) que Pluto tem seu nome por causa de Plutão.

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  4. "a personalidade do cachorro da animação foi integralmente mantida ao ser transposta para as HQs, uma exceção entre a maioria das criações Disney que transitou de uma mídia para outra."

    Esse é o ponto, que parece ter sido mesmo decisivo para a consolidação do personagem. Às vezes muito se perde na migração de um personagem da animação para os quadrinhos, das hqs para o cinema, e por aí vai... Fiquei com água na boca para ler Essencial Disney nº 14 - Mickey e Pluto.

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  5. Não tinha mesmo o que mudar da personalidade do Pluto, certo? Não se trata de um personagem que exigiria histórias mais complexas, como as de seu dono ou Pato Donald e Tio Patinhas. Mantendo-se um cão comum, muitas histórias em que ele é protagonista, são simples também. Tanto que o Banzé, por ser falante, foi muito mais utilizado em HQs e tiras de jornal. E, nesse caso, usufruindo de uma visibilidade que o Pluto nunca teve. Mas as histórias dessa edição, por se tratar de coleção especial, criam expectativa maior. Veremos como será o papel reservado ao Pluto, principalmente nessas HQs afinal tiradas do baú!

    E falando em personagens que tiveram sua personalidade melhor construída com o tempo, como assim exigem as HQs, as inúmeras incarnações de Pateta nos quadrinhos foram uma continuidade da tendência nos desenhos animados, nos quais interpretou vários papéis, alguns deles sob a alcunha de George G. Geef. O engraçado é que nos desenhos sobre esporte, o Pateta esportista era um versão do próprio. Nos quadrinhos, definiram que Sport Goofy é um primo. Quando eu li tal HQ pela primeira vez, achei estranho e desnecessário. Era como se tivessem de repente inventado que o George é primo do Pateta e não uma versão do mesmo. Para mim, Pateta é como se fosse um ator versátil, numa versão animada do Teatro Disney.

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  6. O ponto é este: não mudaram, mas poderiam para dar-lhe dinâmica diferente nas HQs. Como ocorreu com Mickey, no limite. Também nas outras casas, Pica-Pau, Papa Léguas, Pantera Cor-de-Rosa, Pernalonga... todos têm tonalidades bem diferentes nos quadrinhos.
    E.Rodrigues

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  7. Finalmente as últimas capas! Apenas não gostei da capa do volume 16 e 17. O Pateta no 16 está com uma traço tão grotesco, a capa espanhola não era a coisa mais linda do mundo, mas parecia mais suave, o reforço da linha preta sobre o desenho (algo que geralmente se faz para vetorizar a imagem) não ficou legal, em comparação com as outras capas da coleção, essa não ficou com uma arte bacana. Já na 17 não que tenha ficado feio, mas é a milionésima capa do Tio Patinhas assim, de perfil, em close contra um persongem. Tão méh, a versão espanhola onde os personagens aparecem de corpo inteiro são bem melhores.

    Também não saquei porque os pessoal que cuida da arte destas capas repetem certas cores, como dois volumes seguidos com o Donald rosa e depois outros dois do Donald azul. Não dava pra variar isso? Por exemplo, só há um volume verde-verde em toda a coleção (vol. 4). Falta coerencia nesas cores pasteis. O departamento de arte deveria tomar mais cuidado com isso e não deixar assim tão aleatório...

    Dito tudo isso, achei perfeito as capas dos volumes 19 e 20. Mickey Detetive dá de 10 a 0 na versão espanhola, que coisa linda! Assim como achei super simpático a capa do volume 15 com os infinitos azares (que alias é um titulo perfeito).

    E agora é chorar porque a coleção está acabando e vai ficar sem os volumes restantes da coleção espanhola. :( - a menos que por um milagre a Abril revele que vai lançar o restante futuramente...

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  8. Nossa que perfeição essas ultimas capas héin?...mas gostei mais da 16 em diante...que pena mesmo que a coleção vai acabar?!:o

    Poxá deviam continuar igual a outra coleção CLD!!(apesar da maldita setorização,rsrs)!:D

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  9. Este comentário foi removido pelo autor.

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  10. Adorei todas as capas. Maravilhosas, arrisco a dizer que são as mais belas até agora.

    Opinião de um camarada que já passou dos 40 e coleciona desde a década de 70.
    Digo isso pq meu gosto pode ser diferente, mas bom gosto, como dizem, não tem idade.

    “O Pateta no 16 está com uma traço tão grotesco, a capa espanhola não era a coisa mais linda do mundo, mas parecia mais suave, o reforço da linha preta sobre o desenho (algo que geralmente se faz para vetorizar a imagem) não ficou legal, em comparação com as outras capas da coleção, essa não ficou com uma arte bacana.”

    A 16 ficou bem melhor com fundo branco, o fundo da espanhola é horrível (minha opinião) e bem grotesco comparado com o ar ‘clean’ da versão-Abril.
    http://coa.inducks.org/issue.php?c=es/SO%2031

    Taí uma pergunta pro Rivaldo Ribeiro ou Júlio de Andrade, já que eles escrevem para revista.
    Que capa é essa? Parece mais uma imagem de quadrinho aumentada!

    “ Já na 17 não que tenha ficado feio, mas é a milionésima capa do Tio Patinhas assim, de perfil, em close contra um persongem.”

    A capa é italiana Thiago. Não é você que vive pondo no altar as publicações da Itália?
    http://coa.inducks.org/issue.php?c=it/TL+2780#a
    Foi ampliada e invertida.

    Eu só me lembro até agora de Disney Big 2, que tem uma capa assim.
    Não me vem a memória outra.
    http://coa.inducks.org/issue.php?c=br%2FDB++++2

    Mas enfim. Gosto é gosto.
    Nas, demais capas, concordo com sua opinião!

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  11. Vinicius:

    * Não é que o background espanhol é melhor, mas o pateta em si na capa espanhola está melhor (traço fino, mais suave). a nossa versão ficou parecendo uma imagem vetorizada. o traço forte preto contornando a imagem a deixou ainda mais bizarra.

    * Não é porque falo bem e muito dos italianos, significa que tudo que eles fazem é perfeito (não é), no caso desas capas de perfil, acho totalmente bocejante. A versão desse volume na espanha, com a capa com os personagens de corpo inteiro dá de 10 a 0.

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  12. Alias olhando a versão italiana pelo link que o Vinicius passou (estava olhando a capa na espanha)... o fundo branco da Topolino nela mostra que ia ficar massa se a Abril não tivesse ampliado e mutilado parte da arte.

    Não curto quando isso ocorre em certas capas. (Minnie ano passado, na capa O Tesouro do Dragão tb mutilou parte da arte, fazendo um corte horrivel bem em cima do papagaio do Tio Jeremias).

    http://coa.inducks.org/issue.php?c=it/TL+2780#a

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  13. Não teria como publicar diferente a capa de O Tesouro do Dragão. O formato de Topolino é diferente. Repare só.
    E.Rodrigues

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  14. Oi, Vinicius

    A capa do volume 16 parece mesmo extraída de um quadrinho.
    Não sei te responder ao certo, talvez o Júlio também não. É que o texto de introdução desta edição foi feito por outro colaborador.

    Cada colaborador recebe com antecedência a edição ‘virtual’ para ler e trabalhar em cima do tema.

    Esta, eu vou ler só quando chegar às bancas.

    Abs

    Rivaldo

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  15. Pessoal!

    O Planeta Gibi Comic Shop, recebeu nove edições novas de Topolino.
    Sequência do #2940 ao 2948.

    As revistas estarão logo mais disponíveis na loja.

    Mas quem quem quiser garantir a reserva, entre em contato por: atendimento@planetagibi.com

    Topolino custa R$17,90. O preço é tabelado pela importadora.

    Abs

    Rivaldo

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  16. É como disse o Rivaldo, não podemos informar.
    Não sei dizer se o autor do desenho, Davide Cesarello (capista e desenhista da Disney Itália por muitos anos)criou essa arte original como capa ou é um quadrinho de uma HQ dele.

    Abs
    Júlio

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  17. Acho que o problema nem é ser uma arte ampliada de uma quadrinho, o que me incomoda mesmo nela é o traço grosso e exagerado.

    Tome como exemplo as ultimas capas reveladas:

    1 - O volume 15 tem um traço belíssima, onde a linha segue a tendencia da cor da arte. a linha do porquinho é rosa, da roupa do donald azul, do trevo verde. Ela dá um tom bonito a imagem.

    2 - O traço do volume 20 já é um pouco mais diferente. É um traço fino, mais leve e condizente com uma imagem onde há muitos detalhes. Um traço mais transparente, onde dá como foque a arte como um tal, vc não nota o traço.

    3 - E tem o traço grosso e preto, como as outras capas. Esse traço é uma caracteristica dos italianos por sinal, que adoram reforçar a linha de contorno dos desenhos. Isso não é ruim na maior parte dos desenhos, mas isso atrapalha quando as imagens são mais detalhadas e complexas, como no caso dessa capa do Pateta, não fica uma coisa sutil de integração ao estilo, fica muito diferente e estranho. Achei que a combinação arte e traço nessa arte não deu certo.

    é isso. acho que cada arte tem um contorno que combina com o estilo. apenas isso.

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  18. "Não teria como publicar diferente a capa de O Tesouro do Dragão. O formato de Topolino é diferente. Repare só."

    Eu sei, a Topolino é um pouco mais "quadrada" que as nossas revistas, mas ainda assim é uma questão de ajeitar a imagem, talvez diminuindo ou até mesmo cortando um pouco da lateral da direita (e não da esquerda como fizeram).

    Meio certamente existiria, o caso é que o departamento que cuida disso não deve ter percebido que o papagaio é um personagem da casa e não um animal aleatório...

    O corte ficou bem na cara do personagem, ficou muito feio. Sem mencionar que também gostei do efeito que a Topolino deu para o Dragão, fazendo ficar num plano superior ao logo, e na nossa ele ficou atrás do logo. Mas são apenas detalhes.

    http://coa.inducks.org/story.php?c=IC+TL+2889

    O caso é que eu não curto mesmo certos cortes agressivos em algumas artes, o volume 17 por exemplo exemplifica bem isso. achei que perdeu parte do charme da ilustração colocando apenas os rostos gigantes dos personagens...

    enfim...

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  19. Só pra exemplificar a parada sobre o corte da capa da Minnie... tipo, uma montagem bem fajuta mesmo no fireworks:

    http://i47.tinypic.com/kd1lhc.jpg

    apenas coloquei a arte de capa da topolino em cima das dimensões da capa da minnie... apaguei a parte superior da imagem só pra deixar o logo da revista (o que me interessa mesmo é a arte as lateriais).

    Da forma que fiz no exemplo, fica aparecendo o rosto do personagem, e como ficou no corte da mensal.

    Então mesmo que as dimensões de capa seja distintas, o corte do papagaio não era inteiramente necessário. ficou muito percebtível e estranho da forma como fizeram. Lá no Calisota na época que a capa saiu, muita gente estranhou e não fui só eu que achei esquisito.

    Mas o que passou passou... só acho que as vezes o departamento de arte da editora dá umas pisadas de bola (almanaques que repetem cores insistentementes, cortes e ampliações desnecesárias, o exemplo dos volumes do donald em essencial com cores repetidas, a insistencia de logos vermelhos, brancos e amarelos em exaustão etc).

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  20. Hmm... a 16 é dos Antepassados? Temos, sim (em PDF). Por motivo que agora que escapa.
    E.Rodrigues

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  21. Poxa pessoal, um nunca vai conseguir convencer o outro de que ele tem que achar tal capa mais ou menos bonita.... gosto é gosto, cada um tem os seus, e se eles fossem iguais o mundo seria uma grande porcaria.

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  22. As capas do Mickey detetive, Donald e 313 e Empregos do Donald ficaram DESLUMBRANTES, perfeitas!

    A dos antepassados está feia, e a do Patinhas com Patacôncio ficou ridícula. Um crime ampliarem a imagem original.

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