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21 de nov de 2011

Aqui, Luluzinha de Natal; nos EUA, encerra-se uma coleção

Por E. Rodrigues

A turma de Lulu e Bolinha ganhou da Pixel mais uma edição extra, EDIÇÃO ESPECIAL DE NATAL. O gibi segue a estrutura das revistas mensais, com 52 páginas coloridas, formatinho, caderno avulso de passatempos (com mais 16 páginas), por R$ 3,50. As HQs são da fase clássica, criadas por John Stanley e Irving Tripp — trabalho, a propósito, cuja reedição integral será concluída no final deste mês nos EUA pela Dark Horse (não há anúncio de continuidade da coleção com o trabalho de outros autores). Saiba mais a seguir.


LULUZINHA EDIÇÃO EXTRA #2
EDIÇÃO ESPECIAL DE NATAL
Pixel — Ediouro
52 páginas cor, formatinho 13,4 x 19 cm, R$ 3,50
Acompanha caderno avulso de passatempos com a turma, com mais 16 páginas coloridas.






ENQUANTO ISSO, NOS EUA...


LITTLE LULU #29
The Cranky Giant and Other Stories
EUA, Dark Horse
192 páginas cor, formato 15 x 23 cm

A coleção reeditou todas as HQs publicadas nos gibis americanos LITTLE LULU (e suas edições especiais) que foram produzidas pela dupla John Stanley e Irving Tripp.

Os primeiros 18 volumes saíram em preto & branco e foram parcialmente reproduzidos aqui, até 2010, pela Devir.

Desde março, a coleção é igualmente a fonte dos gibis de LULUZINHA e BOLINHA publicados pela Pixel.

A Dark Horse também reeditou os primeiros gibis solo de Bolinha, TUBBY, em quatro encadernados, compilando um total de 24 edições produzidas por Stanley.

De LITTLE LULU, foram reeditadas integralmente as primeiras 135 edições, mais seis especiais.

A Dark Horse não informou se pretende dar continuidade a essas coleções. LITTLE LULU, a partir da edição #136, passou pelas mãos de artistas diversos, encerrando-se em 1984, no #268 (muitos deles, porém, com republicações). Já TUBBY durou até o #49.

No Brasil, os Estúdios Abril criaram dezenas de HQs com a turma. Com o encerramento do contrato de publicação, em 1994, os originais foram devolvidos para a então detentora dos direitos dos personagens, a Western Publishing, e os filmes foram supostamente destruídos. Não há notícia de que a atual licenciadora, Classic Media, disponha do material brasileiro.


8 comentários:

  1. Grandes informações, mas me tire uma duvida, se os originais das hq brasileiras foram destruidas, então a Pixel não poderá reproduzir nenhuma historia criada no Brasil?
    Lamentável.

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  2. Irei passar a noticia na comunidade da Luluzinha no orkut.

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  3. "Não há notícia de que a atual licenciadora, Classic Media, disponha do material brasileiro."

    Puxa vida, isso é cruel. O trabalho dos artistas brasileiros pode ter perecido ou sido esquecido em algum canto qualquer... Enfim, fazer o quê, né?

    Com relação à Pixel, acho que está muito certa em preparar edições comemorativas a preço normal. Modestamente, esses títulos Luluzinha e Bolinha, vem ganhando espaço e tendo boa aceitação, junto ao público antigo, e aos poucos sendo apresentada às novas gerações. Eu não perco uma...

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  4. Luiz, foram destruídos os filmes. Os originais foram devolvidos para a Western (que, encurtando a história, foi parar nas mãos da Classic Media).

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  5. A fase da Devir é a mesma que está saindo agora nas bancas?

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  6. Adoro Bolinha e consequentemente acabo gostando da Lulu também. A Pixel está mais do que certa em investir em seus especiais dessa forma. Vamos ver em mãos como é a qualidade.
    Parabéns, pessoal do Planeta, pelas notícias!

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  7. Mas as histórias que estão saindo coloridas saíram em preto e branco na Devir? São as mesmas?

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