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13 de jan de 2015

Já vi essa capa antes... No mercado

UNCLE SCROOGE #390, lançado em abr/2010 pela BOOM! Studios nos EUA, trouxe duas capas que fizeram brilhar os olhos de qualquer colecionador Disney — como estava sendo de praxe naquela fase dos gibis americanos. Particularmente sua capa B (abaixo), desenhada pelo brasileiro Euclides Miyaura, via Magic Eyes Studio.

Tio Patinhas fazendo umas comprinhas...


A arte era inédita... para os americanos. Porque a mesma ideia já havia sido usada pelo artista em ALMANAQUE DO TIO PATINHAS #15, de set/95...


...que, por sua vez, tinha sido originalmente concebida para TIO PATINHAS #178, de mai/80 (com arte atribuída a Napoleão Figueiredo pelo Inducks).

 
Aqui, uma capa publicada na Colômbia, em TÍO RICO #63, de jun/92 (imagem do Outducks).


AH, SIM...


A capa A da edição #390 de UNCLE SCROOGE, apenas para constar.


Por José Rivaldo Ribeiro
Publicado originalmente em 13/abr/2010

9 comentários:

  1. é por isso que eu prefiro as capas que dizem algo sobre a história inicial da revista. Capas que não se referem à história que abre a edição tendem a se tornarem repetitivas...
    abraços...
    FabianoCaldeira.

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  2. Matheu$ Guarany13/04/2010 15:11

    Também prefiro capas sobre a histórias no gibi, mas não sempre... essa capa do Miyaura tá bem bonita.
    Falando de gibis americanos, eu gostaria de saber se alguém sabe porque "The Barks/Rosa Collection VOL. 5" é encontreado a um preço tão elevado (mil doletas) e porque não há um volume 4 nessa coleção. E também porque não tá no Inducks.

    Abçs.

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  3. Matheus, Barks/Rosa 4 e 5 nunca viram a luz do dia. Suas capas podem ser conferidas (e todas as outras não publicadas pela Gemstone) no post de Capas Inéditas. O tal volume 5 à venda na Amazon (via terceiros), pode acreditar: não existe.

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  4. Matheu$ Guarany14/04/2010 09:31

    Tá certo... obrigado pela explicação!

    Abçs.

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  5. Gosto de capas demonstrando o conteúdo do gibi. O Almanaque Disney na década de 70 tinha capas ótimas para colecionadores, porque mostravam as histórias como se fosse manchetes de jornal, e ficava fácil identificar o gibi com as histórias. Acho também, que esse tipo de arte com imagens sem referência à história, poderia vir dentro do gibi, como mini-poster nas páginas centrais.

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  6. é incrível a baixa qualidade dos desenhos das capas da Boom! Comparem com qualquer capa italiana! Não é diferença de estilo não,é má qualidade de desenho mesmo! Sou profissional da área e afirmo que os desenhos são medíocres! Interessante que até o Euclides Miyaura fez a arte do ALMANAQUE DO TIO PATINHAS #15 é ficou excelente, mas na Boom! ficou uma arte pobre demais! O Tio Patinhas esta horivel em comparação com o feito em 1995! Comparem o carrinho do mercado!!!! E a colorização então! A da Boom! está muito mal feita. A capa de TIO PATINHAS #178 também é muito mais superior.

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  7. Marcel, seu comentário me fez lembrar agora de uma capa provisória publicada na época no site da BOOM! Uma piada involuntária. Depois vou subir aquela postagem.

    De forma geral, gostei muito das capas da BOOM! Aquelas produzidas pelo Casty, por exemplo, considero históricas.

    Como dissemos há alguns dias, vamos recuperar as postagens dos checklists da BOOM! vertendo-as para Guia do Colecionador.

    Grande abraço.

    E. Rodrigues

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  8. De fato, mas no Brasil, acredito que nenhuma delas foi mais repetitiva do que da edição 534. Que me lembre tem pelos menos 3.

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  9. Gostei de todas as variações dessa capa. Mesmo repetitivas, tem a ver com o personagem.

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